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O que é empreendedorismo?

Os empreendedores são admirados e às vezes invejados. São responsáveis pelo lançamento de produtos e serviços revolucionários, pela criação de empresas seculares e pela geração de empregos. Mas o que é empreendedorismo? O que é ser empreendedor?  Podemos dizer que o empreendedorismo é o motor da economia e ao longo da história foi responsável por grandes mudanças. E o que o empreendedor tem de diferente das outras pessoas? Ele nasce pronto, sendo algo somente para predestinados ou qualquer um pode ser empreendedor? Como ele afeta a economia?

Muitas pessoas têm medo de empreender. Será que realmente é difícil ser empreendedor? Quais são os fatores que influenciam o empreendedorismo?

Imagine que você está participando de um evento – uma festa, um jantar ou um congresso – com a oportunidade de conhecer e conversar com pessoas diversas. E durante aquela conversa básica, que geralmente inclui a pergunta “o que você faz?”, o seu interlocutor responde: “Eu sou empreendedor.”

Qual a primeira imagem que vêm na sua cabeça? Seria a de um empresário bem-sucedido, que começou o seu negócio do zero e hoje é dono de uma fortuna? Ou daqueles vendedores de pipoca que ficam na porta de escolas? Seria um funcionário dedicado de uma empresa ou de um gerente desta mesma empresa? Será que você imaginaria que ele é um funcionário público ou o voluntário de uma ONG?

A maioria das pessoas associa a imagem do empreendedor com a do empresário, como sendo uma pessoa que cria novos negócios, mas a grande verdade é que qualquer uma das pessoas descritas no parágrafo anterior, desde o vendedor de pipoca, passando pelo funcionário de uma empresa e o servidor público, podem sim ser empreendedores. Sendo assim, vamos conhecer os pontos principais que definem um empreendedor. 

O papel do empreendedor

Numa visão mais ampla, o empreendedor é a pessoa que identifica oportunidades, as explora e as desenvolve, seja na criação de um negócio, na construção de uma carreira como empregado ou até mesmo em outras áreas ou outros aspectos da vida.

O empreendedor tem um papel crucial no desenvolvimento da economia e da sociedade como um todo. Aqueles que abrem seu próprio negócio geram empregos e melhoram a distribuição de renda, já os empreendedores que são funcionários, são responsáveis por auxiliar as empresas ou o governo a atingirem seus objetivos. Os empreendedores fazem a história e mudam o mundo em redor deles com as suas ações, criam modelos de negócios novos e inovadores, como, por exemplo, o Google.

Ao longo da história, os empreendedores sempre existiram e foram destaques na sociedade, acumulando grandes fortunas e atraindo a atenção das pessoas. Porém, recentemente, cada vez mais pessoas estão buscando a opção pelo empreendedorismo.

Mesmo com a crise econômica iniciada em 2014, empreender é o desejo de muitos brasileiros. Em uma pesquisa recente sobre empreendedorismo no Brasil, 36% dos entrevistados são donos de seu próprio negócio ou realizaram alguma ação em vistas de ter seu próprio negócio no último ano. Ter um negócio está em quarto lugar entre os sonhos dos brasileiros, atrás de viajar pelo Brasil, ter uma casa própria ou um carro.

Um conjunto de programas e ações estruturais tem colaborado para a difusão do espírito do empreendedorismo no Brasil. Esse processo tem início em 1994 com a estabilização econômica com o Plano Real, passando pelo lançamento do Programa Brasil Empreendedor em 1999, pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa de 2006 e a criação do Micro Empreendedor Individual (MEI) em 2008.

Destaca-se também a participação do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) na promoção da educação empreendedora e na capacitação e orientação para os pequenos e microempresários por todo país.

Mesmo com todo este suporte, a vida do empreendedor no Brasil não é fácil. Os principais fatores limitantes estão relacionados com a burocracia, a carga tributária e a infraestrutura. A mortalidade das empresas nos dois primeiros anos de vida é elevada, mas tem melhorado nos últimos anos. Esses aspectos resultam na observação que o medo de fracassar é o mais impactante para decidir empreender.

Podemos considerar que o ato de empreender é tão antigo quanto a civilização, por ser um fruto do trabalho humano, seja na busca de oportunidades de crescimento ou como uma alternativa de sobrevivência.  Contudo, a definição de empreendedorismo, e o seu entendimento, evoluiu e continua evoluindo ao longo do tempo. O primeiro registro de uso do termo “empreendedor” é atribuído ao economista de origem franco-irlandesa Richard Cantillon, em 1755, que definiu como sendo um indivíduo que assume riscos. Esta definição diferenciava o empreendedor do capitalista, aquele que fornecia o capital.

A concepção dinâmica do papel do empreendedor é de um agente que cria, reconhece e age nas oportunidades. Isso inclui o uso da inovação para fazer coisas novas, operar com flexibilidade e se adaptar a um contexto mais amplo, trabalhar em condições de risco e incerteza, realizar mudanças e ganhar a recompensa a partir dos lucros. Se o empreendedorismo é visto como um processo, ele consiste de uma pessoa, da busca por oportunidades de mercado, comportamento inovador e da junção dos recursos necessários para explorar essas oportunidades.

E você, gostaria de ser um Empreendedor? Saiba mais como empreender, sem risco, com baixo investimento e retorno garantido, conheça nossa empresa que está a mais de 18 anos no mercado.

 

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Conheça os principais sonhos dos brasileiros

O Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), em parceria com o SEBRAE, divulgou a lista dos principais sonhos dos brasileiros em 2012.

Estima-se que ainda este ano, nova pesquisa seja concluída e divulgada.

Enquanto isso não ocorre, vejamos os sonhos que alimentam os brasileiros e empreendedores de marketing multinivel.

PRINCIPAIS SONHOS

1. Viajar pelo Brasil
2. Comprar a casa própria
3. Ter seu próprio Negócio
4. Comprar um carro
5. Viajar para o exterior
6. Ter um diploma de ensino superior
7. Ter plano de saúde
8. Fazer carreira numa empresa
9. Ter seguro de vida
10. Ter seguro para automóvel
11. Casar ou formar uma família
12. Comprar um computador

Já na pesquisa do SPC BRASIL (Serviço de Proteção ao Crédito e do portal de Educação Financeira Meu Bolso Feliz, os 10 principais sonhos não são os mesmos.

Isso se deve a amostragem e a metodologia definida que realizou a pesquisa através da internet.

O item “casa” ficou, propositalmente, fora da lista da pesquisa. “Se tivéssemos incluído a opção casa, a pesquisa ia ficar enviesada e não conseguiríamos enxergar muito além. Mesmo com o recente ‘boom’ imobiliário, sabemos que ainda há muitas pessoas sem casa própria”, explicou a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Segundo Kawauti, outro motivo que impede a realização desses sonhos é a falta de planejamento financeiro. “Apesar de grande parte das pessoas ouvidas no estudo entender que é preciso se planejar para alcançar seus objetivos, a maioria não tem uma reserva financeira total para este fim, ou seja, não guarda todo o dinheiro necessário para realizar esse sonho”, disse, em nota.

Dentre os entrevistados, 12,5% dizem que não guardam dinheiro e contam somente com o crédito. Outros 12,4% guardam parte do dinheiro e parcelam o restante. Com isso, cerca de dois em cada dez brasileiros dependem de crédito para realizar seus sonhos. “O que era sonho em um primeiro momento pode se tornar uma experiência amarga posteriormente”, alerta a economista-chefe.

1. Viagens Internacionais
2. Viagens Nacionais
3. Comprar carro
4. Viajar no fim de semana
5. Fazer cirurgia plástica
6. Fazer tratamentos estéticos
7. Comprar eletroeletrônicos
8. Frequentar uma academia
9. Frequentar locais chiques
10. Frequentar restaurantes com a família

De qualquer forma, ambas as pesquisas sinalizam para o fato de que pessoas possuem sonhos realizáveis e que o MMN é uma forma real e acessível para transformação de pessoas e realização de sonhos de vida e de consumo.

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POLISHOP PROMETE MUITAS NOVIDADES E MUDANÇAS DO PLANO

Nunca uma convenção da Polishop foi tão esperada por seus empreendedores.

Isso porque, no Brasil esse mercado está cada vez mais competitivo com a adentrara de muitas empresas no seguimento no Marketing de Rede. 

Que a empresa possui uma marca incrível todos sabem. Pelo IBOPE, é a trigésima marca mais valiosa do país.

Que a Polishop possui excelentes produtos, todos sabem. São 1.200 produtos inovadores e exclusivos.

As mudanças serão feitas no plano de bonificação, que paga muito bem para os líderes que estão no topo da carreira e melhorará também para os iniciantes.

A maior reivindicação dos empreendedores, é o fato de que o kit de adesão é padronizado, não permitindo a escolha de produtos. A Polishop estará revendo o kit de adesão e melhorando na revenda do mesmo com margens maiores de lucro.

 A Polishop visa cada vez mais a melhoria do plano de bonificação para o crescimento do negócio e a internacionalização da marca em 2020. 

Mas a empresa promete muitas novidades, tanto que o plano 4.0 será substituído pelo Opportunitty 10.0

Uma grande evolução a vista.

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MELHOR E-COMMERCE E EMPRESA PÓS-VENDA

Pelo segundo ano consecutivo a empresa Omni-channel POLISHOP vence como primeiro lugar como melhor empresa de Pós-Venda e de E-Commerce do país pela Revista Época recebeu o prêmio Melhor E-commerce Médias Operações de empresas brasileiras de 2017 pela Revista época Reclame Aqui.Desde 2010 na busca de reconhecimento dos seus consumidores, em 2013, a Revista Época se juntou ao projeto para premiar as empresas com o melhor atendimento do Brasil.O prêmio Época Reclame Aqui é realizado por votação popular, online, após a revista indicar as 600 principais empresas que atuam no Brasil.

O projeto reuniu mais de 1400 empresas divididas em mais de 85 segmentos, este ano foram mais de 5 milhões de votos de consumidores por todo o Brasil. A festa de premiação foi em 30 de outubro no Espaço das Américas em São Paulo reuniu grandes empresas e empresários das diversas categorias do setor empresarial.

 A POLISHOP a maior empresa multicanal de varejo foi premiada por mais esse ano de 2017 como a melhor na categoria E-commerce de médias operações, é uma empresa de 18 anos no mercado do varejo brasileiro, que melhor atende quanto à política de marketing de relacionamento, incluindo troca imediata de produtos defeituosos ou que não agradaram o cliente; pesquisa de satisfação e central de atendimento pós-venda.

 

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7 TIPOS DE NEGÓCIOS QUE VOCÊ PODE ABRIR COM POUCO DINHEIRO

Você está sonhando em abrir seu próprio negócio, mas não tem muito dinheiro para investir. Fique tranquilo: você não é o único! Por mais que existam maneiras de conseguir o valor necessário (empréstimos, por exemplo), é possível optar por aportes pequenos.

Tenha em mente que todo tipo de negócio envolverá alguns gastos. Por exemplo: você terá de criar um domínio e um site, desenvolver uma estratégia de marketing e comprar equipamentos. Vale, portanto, fazer um plano de negócio antes de começar. Na hora de escolher o produto ou serviço que vai oferecer, leve os custos de produção e manutenção em conta.

1. Criações próprias
Nada melhor do que ganhar dinheiro fazendo aquilo que você já sabe. Por exemplo, se você é um pintor, pode vender suas obras de arte gastando nada mais do que os instrumentos que vai usar. Plataformas online gratuitas podem ajudá-lo com as vendas.

2. Serviços em casa
Esse tipo de serviço é rentável e não exige muitos gastos. Se você trabalha em casa – ou na vizinhança –, poupa tempo e economiza dinheiro. Como exemplo, pode-se citar o trabalho de babá ou passeador de cães.

3. Trabalhos de conserto
Assim como os serviços em casa, esse tipo de negócio não exige um ambiente de trabalho estabelecido e nenhum investimento exceto o das ferramentas. Se você possui algumas habilidades na área, pode trabalhar em conserto domésticos. Também pode fazer reparos em roupas.

4. Consultoria
Muitas pessoas só pensam em se tornar empreendedores depois de terem passado por muitos anos de experiência profissional. Com essa bagagem, podem abrir uma consultoria. A atividade exige pouco investimento inicial e, se o empreendedor aproveitar seus contatos profissionais, pode ser bastante rentável.

5. Revenda
O sistema é simples: você adquire produtos e os vende para outras pessoas. Você pode ser um representante de vendas, distribuidor ou atacadista. No último caso, será preciso fazer um investimento inicial maior, para formação de estoque.

6. Microempreendedorismo
Por último, você pode criar um mininegócio. Pode trabalhar em apps de serviço como Uber, alugar sua casa em plataformas como o AirBnB… As opções são muitas e, na maioria dos casos, o investimento inicial é baixíssimo.

7.  Marketing de Rede

Marketing de Rede trata-se de uma estratégia empresarial de distribuição de bens ou serviços, onde a divulgação dos produtos se dá pela indicação “boca a boca” feita pelos distribuidores independentes. O negócio é de baixíssimo investimento, alto retorno e sem risco, pois sua única adesão é um kit de produtos que poderá consumir ou revendê-lo. Atualmente o Marketing de rede é a melhor opção em época de crise para iniciar seu próprio negócio. Para saber mais sobre Marketing de rede acesse AQUI

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

 

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INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA

Como acreditar nas promessas de ganhar dinheiro com tantas opções que vemos hoje em dia. Pois é, vamos desmistificar o que é INDEPENDÊNCIA  FINANCEIRA. Para a maioria das pessoas ter isso em sua vidas é praticamente impossível pois elas vivem presas no chamado “Senso Comum” que resume que somos feitos para ter um emprego. Mas ter Independência Financeira exige  responsabilidade, comprometimento, ter compromissos fortes para conquistar esse patamar na vida. Essa é a questão, as pessoas tem medo de ter compromissos por causa da sua zona de conforto. Para elas sair na sua zona de conforto é gastar muita energia, e desconfortável e isso faz com que as pessoas engavetem seus projetos por não ter coragem de colocá-los em prática. Pois ganhar dinheiro sem trabalho não existe, tudo requer muito trabalho. Infelizmente vemos promessas milagrosas de ganhar dinheiro fácil a todo momento e muitos se iludem nessa armadilha. Culturalmente somos ensinados a ter um emprego desde quando somos crianças, ouvimos nossos Pais nos falando, nossos colegas da escola, nossos amigos, enfim, somos influenciados a todo momento a ficar presos no “Senso Comum”onde a opinião da maioria importa. Nem sempre isso é verdade, temos o livre arbrítio de sermos o que quisermos. Não permita que pessoas fracassadas digam que você não é capaz de conquistar o que deseja, independente do que seja, siga a sua intuição e fique próximas de pessoas de sucesso, de pessoas que conquistaram seus sonhos. Você é a média das cinco pessoas que mais convive, talvez isso seja o que está impedindo de realizar os seus projetos, escolha bem seus amigos e influenciadores de opinião. Se for alguém muito próximo de você, como Pais ou Cônjuge, então o que resta é adicionar novas informações como leituras, palestras, etc. Isso vai fazer você blindar sua mente de todo negativismo que vivemos no mundo e te dará um horizonte para ampliar seus conhecimentos e conseqüentemente conquistar seus objetivos maiores do que simplesmente para suas contas.

Não sou contra ao emprego mas quero deixar claro que existe uma forma de obter renda sem depender de terceiros para sobreviver, e talvez você esteja preso no Senso Comum por influência da sociedade em que nós vivemos. A boa notícia é que você pode se libertar disso se quiser, através da mudança de mentalidade. Isso é possível através de cursos, leitura e de uma boa mentoria. Muito provavelmente você tem grandes sonhos e não consegue realizada-los por causa da sua renda e infelizmente as pessoas diminuem seus sonhos proporcionalmente a sua renda e vivem assim por longos anos de suas vidas. E no final acabam se conformando que ter sonhos é conseguir pagar suas contas, que é um grande erro.

Sou Manuel, Empreendedor e Consultor de Marketing de Rede. Passei por essas etapas na minha vida e hoje trabalho com pessoas ajudando-as a conquistar seus objetivos. Me contate para saber mais, deixe seu contato clicando AQUI  e em breve retornarei o contato para termos uma conversa inicial para saber o que você realmente precisa. Forte Abraço !

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6 RAZÕES QUE TE FAZEM ESTAR SEMPRE SEM DINHEIRO

A principal queixa de quem tem o sonho de empreender, mas não consegue é a falta de dinheiro. Que, por maior que seja o esforço, o salário não é o suficiente para custear as despesas mensais e ainda poupar para abrir o próprio negócio. No entanto, seus bolsos vazios podem não ser fruto do azar. A culpa pode ser sua.

A opinião é do empreendedor e especialista em finanças americano Grant Cardone. Ele afirma que, em muitos casos, a falta de conhecimento, um pouco de preguiça e crenças equivocadas podem fazer com que você não consiga ter dinheiro. Em artigo, publicado originalmente no site da revista “Entrepreneur”, Cardone listou quais os fatores que podem estar corroendo as suas chances de sucesso financeiro.

Saiba quais:

1. Analfabetismo financeiro:
Cardone afirma que a esmagadora maioria das pessoas, e até dos empreendedores, não sabe nada sobre finanças. E ele nem está falando de fundamentos avançados que são ensinados apenas nas faculdades de ciências econômicas espalhadas pelo mundo. No caso, as pessoas não costumam nem ter planilhas de despesas, recurso simples para ver que gastos podem ser cortados.

Falta também conhecimento para investir as economias em fundos que rendam mais que a poupança e nem são tão arriscados assim. É importante não gastar em coisas desnecessárias e fazer o possível para o seu dinheiro render.

2. A casa da mamãe:
Jovens que ficam na casa dos pais normalmente o fazem para não arcar com custos extras de quem mora sozinho. No entanto, segundo Cardone, sair de casa vai fazer você ter mais dinheiro. Isso acontece porque se obriga a trabalhar mais para pagar o aluguel, o supermercado e as contas. Ao sair da zona de conforto para viver sozinho, fica mais fácil se esforçar para buscar a renda extra que pode, por exemplo, ser usada para abrir o seu negócio.

3. A crença no governo:
Para Cardone, ninguém deve esperar que o governo melhore sua vida, porque o mais provável é que nada acontecerá. Ele diz que você não deve esperar que a situação melhore. O que deve ser feito, segundo ele, é trabalhar para não depender de nenhuma benesse governamental.

4. Não botar a mão na massa:
Dica especial para quem já empreende: você não vai ter sucesso se quiser só coordenar o trabalho de sua equipe. É preciso estar disposto a fazer todos os trabalhos da empresa, ainda mais se você não tiver muita gente trabalhando com você.

Você tem que administrar o negócio, mas também saber vender, gerir pessoas e até fazer o cafezinho, se necessário. Assim, fica mais fácil ajudar sua equipe em momentos de emergência, como quando alguém falta, e ainda inspirar quem trabalha contigo.

5. Comparar-se a quem está pior:
Muita gente tenta se consolar dizendo que “não está tão mal assim”, porque há pessoas que nem emprego têm. De fato, você não está tão mal assim. Mas se você quiser crescer, o importante é se espelhar em quem está melhor com você. O conformismo impede a saída da zona de conforto, de acordo com Cardone.

6. Trabalhar oito horas por dia
Cardone afirma que oportunidades de sucesso não aparecem apenas das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. Por isso, você não deve trabalhar somente oito horas por dia. Esteja disposto a buscar uma renda extra, ou a resolver os problemas de seus clientes, sempre que possível.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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THE MONEY IS FAKE

A frase “The Money is fake” (O dinheiro é falso) dito por um dos maiores empresários e investidores do mundo e autor da obra prima “Pai Rico e Pai Pobre” Um dos livros mais vendidos do mundo, Robert Kiyosaki, em um congresso em São Paulo nos dias 23 e 24 de Setembro ele palestrou para mais de 5000 pessoas passando a atual situação econômica Mundial. As previsões segundo ele não são animadoras para o mundo, pois o que vemos é um ciclo vicioso dos países emitir moedas no mercado sem um controle das Políticas monetárias. Isso acontece quando a moeda perde seu valor de compra e consequentemente gera inflação e o empobrecimento das pessoas.

O maior problema foi quando o Presidente Americano em 1971 Richard Nixon desvinculou o dólar Americano do Lastre de Ouro. Isso gerou um “descontrole” monetário pelo mundo onde todos os países também fizeram parte da corrida de emissão de suas moedas no mercado. Segundo Robert Kiyosaki teremos um colapso Global devido a essa forma como o mercado cambial está se comportando. Ou seja, o dólar pode perder seu valor de um dia para noite afetando todas as outras moedas mundiais. E quando isso acontecer poderemos ter uma crise igual dimensão ou pior vivida na “Depressão em 1929″. Os maiores afetados serão os países pobres e as classe sociais mais pobres do mundo. Por isso o nome: ” The Money is fake” – (O dinheiro é falso).  O que chama atenção desse cenário é que a maioria das pessoas economicamente ativas não estão preparadas para essa realidade. Muitos especialistas já dizem que trabalhar para terceiros é mais arriscado do que ter seu próprio negócio.

Esse quadrante acima feito por Robert Kiyosaki mostra onde as pessoas estão no mercado. Você provávelmente deve estar em algum quadrante, já sabe onde está ? Pois é, você notou a diferença? A boa notícia que você pode estar no quadrante “D” ou “I” Mas nem todos estarão preparados para isso por causa do “Mindset” (Mentalidade), ou seja, a educação financeira. Por que você acha que nas escolas ou Universidades não é ensinado sobre educação financeira? Muito simples a resposta, porque somos criados pelo “sistema” a trabalhar para alguém e dar dinheiro para o banco. Agora eu pergunto, por que as pessoas não criam sua própria economia? Se você criar sua própria economia poderá migrar para o quadrante “D” ou “I”. Para os empresários e grandes investidores a melhor forma de proteger seus ativos é investir em metais preciosos como o ouro e a prata, pois esse metais não perdem valor tanto como o papel moeda. “Os Ricos não trabalham por dinheiro, é o dinheiro que trabalha para eles”

  (Robert Kiyosaki).

Meu nome é Manuel D Oliveira Filho, trabalho com Marketing de Rede e se quiser ter seu próprio negócio, sem chefes, com liberdade de horário, liberdade Geográfica e mais tempo para você e sua família e conquistar Independência Financeira com Qualidade de Vida. Entre em contato e SAIBA MAIS.

 

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DINHEIRO TRAZ FELICIDADE, SIM, APONTA PESQUISA

Dinheiro traz felicidade sim. A máxima contrária (de que não traz) está equivocada, segundo pesquisa da Sondagem do Bem-Estar apurados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Quanto mais alta a renda do brasileiro, maior a pontuação no ranking de satisfação.

Os entrevistados que recebiam até R$ 1,2 mil por mês – a faixa de renda mais baixa da pesquisa – tiveram a menor média de felicidade, 7,58 pontos. Na faixa de renda mais alta, com pessoas que recebiam R$ 10 mil ou mais mensais, o nível de satisfação subiu para 8,22 pontos.

“Quando você pensa em satisfação com a vida, você leva em conta vários aspectos, subjetivos e objetivos. A questão da renda é muito importante, é bastante tocada nas pesquisas de bem-estar no mundo inteiro. Quanto maior a renda, a média de felicidade é mais alta”, confirmou Viviane Seda, coordenadora da sondagem no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Na pesquisa da FGV, a média de felicidade foi crescendo conforme a média de renda se ampliava: de R$ 1.200 a R$ 2.600 mensais, 7,77 pontos; de R$ 2.600 a R$ 5.250, 7,94 pontos; e de R$ 5.250 a R$ 10.000, 8,09 pontos.

Exemplos de vida

O vendedor ambulante Jorge Luís, de 61 anos, tem saudade da época em que ganhava dinheiro de forma considerável – três salários mínimos mensais – como auxiliar de serviços gerais, numa empresa prestadora de serviços para a Petrobrás. A perda do emprego e, consequentemente, da carteira assinada levou dele também direitos trabalhistas, benefícios e boa parte da renda familiar.

Hoje, vendendo picolés nas ruas do centro do Rio de Janeiro, ele ganha o suficiente para suas necessidades primárias, mas precisa da ajuda de parentes para o sustento da casa onde vive em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

“Naquela época nós éramos felizes e não sabíamos. Eu era mil vezes mais feliz do que hoje. Eu só consigo tirar meu sustento porque, graças a Deus, não pago aluguel e minha família me ajuda, todo mundo trabalha”, contou Luís.

Diego Nicheli Chagas viu sua satisfação pessoal aumentar conforme ascendia profissionalmente e em termos de dinheiro. Em menos de oito anos, o jovem passou de trainee a coordenador na área financeira do Grupo Estácio. Há apenas seis meses veio a última promoção, virou gerente de Operações Financeiras no conglomerado de educação.

“O salário foi ficando mais elevado, a vida começou a mudar. Eu, que era noivo, consegui me casar. Hoje minha mulher e eu temos a nossa casa. Depois de sete anos, além de ter me estabilizado financeiramente, estou estabilizado profissionalmente, estou muito mais feliz”, disse ele.

Conquistas

Com a evolução da renda de Diego Nicheli Chagas, surgiram novas oportunidades, descobertas, experiências para toda a família. “Venho de uma família um pouco mais humilde. Tive uma ascensão profissional rápida e consegui conquistar muitas coisas que não imaginava. Com certeza estamos mais satisfeitos agora. Com um salário maior você tem acesso a coisas novas, restaurantes melhores, viagens internacionais. Conseguimos proporcionar até para as nossas famílias algumas dessas viagens”, disse Diego.

Se por um lado a evolução da renda afeta positivamente a felicidade, o desemprego e a desigualdade impactam negativamente, mostrou a pesquisa da FGV.

“O Brasil é um País em desenvolvimento, tem muito a evoluir, tem que focar principalmente na redução da desigualdade. Não adianta aumentar a renda para uma faixa apenas. A renda tem que ser mais bem distribuída”, afirmou Viviane Seda.

Homens e paulistas mais felizes

Homens são mais felizes que as mulheres. Paulistas estão mais satisfeitos do que os cariocas. A diferença pode ser também explicada pela renda. Os homens tiveram 7,98 pontos no ranking de felicidade, ante 7,90 pontos das mulheres, numa escala de 0 a 10. Em São Paulo, o nível de satisfação alcançou 7,96 pontos. No Rio, o resultado foi de 7,91 pontos.

“Provavelmente essa média maior de felicidade em São Paulo do que no Rio tem a ver com a renda mesmo”, contou a coordenadora da pesquisa.

Apesar das diferenças, na média geral, os países da América Latina têm pontuação alta em relação a outros lugares do mundo, lembrou Viviane Seda: “Isso acontece por conta da questão do convívio social maior, mais interação entre as pessoas, isso ajuda na sensação de bem-estar”.

A Sondagem do Bem-Estar ouviu 2.594 moradores das cidades do Rio e São Paulo. A primeira fase de coleta ocorreu entre os dias 1.º de junho e 4 de agosto de 2016, enquanto a segunda etapa foi a campo de 5 de setembro a 31 de outubro do mesmo ano.

Fonte: https://acrediteounao.com/

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SEU SUPERMERCADO EM CASA

A era das compras nos mercados tradicionais está mudando.

Está sendo substituída por um novo estilo de consumir.

Sai o consumo tradicional e chega pra ficar o consumidor inteligente, consciente, experiente e responsável.

Quantas vezes você já parou e se perguntou:

– Se eu gasto tanto dinheiro comprando produtos de uma só marca e às vezes num só lugar, por que este fabricante ou essa empresa não me torna sócio? Ou não me dá descontos? Ou benefícios?

– Por que não lucro, recebendo vantagens em presentes, brindes, viagens, bônus ou me paga, se eu sou um dos maiores fãs ou clientes desse produto?
– Queria ser gratificado a cada vez que eu falar bem, indicar e até vender indiretamente um produto a um amigo, aumentando o número de clientes para esta loja. Já pensou. Claro que sim !

É natural quando gostamos de um produto ou marca, comprar bastante nela e até levar mais clientes até ela.

Assim como é muito prazeroso receber desta empresa benefícios por esta ampliação nas vendas e no mercado dela.

O consumo inteligente é isso, nada mais nada menos que consumir produtos de necessidades básicas do dia a dia, se fidelizar numa só marca ou empresa, substituindo por outros outras que nos ofereça vantagens.

A maior vantagem em se associar a empresas que te beneficiam pelo consumo inteligente é que você pode consumir com descontos, revender com altas margens de lucro, receber comissões por indicações de produtos aos amigos e ainda construir uma carreira de consumidor inteligente com renda adicional em suas horas vagas.

Quer saber mais

Meu nome é Manuel

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