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Tag Archives: Medo

POR QUE AS PESSOAS DESISTEM?

Qual a razão de as pessoas não realizar seus projetos? Há algum fator comum, ou fatores comuns, que fomentam essa acomodação e desistências?

As pessoas desistem das coisas por uma série de motivos. Medo, insegurança, acomodação, erros do passado, crenças erradas, por que querem os resultados rápido demais, por não darem valor ao que já possuem, dentre outras coisas.

Mas, o que mais preocupa é quando começam a justificar a falta de vontade em buscar o que querem, sonham e merecem, por que têm estes ou aqueles problemas. Afinal, quem não tem algum tipo de problema?

Percebo que um ponto em comum das pessoas que desistem, é o fato de terem uma visão deturpada da vida, dos acontecimentos, o que as faz entrar num ciclo de arranjar desculpas e não soluções.

Não ousam mais, não se arriscam, e criam justificativas para toda vez que alguma coisa dá errada. A maioria não assume a culpa por nada, e acaba atribuindo essa culpa a alguém, a algum setor da economia, à política, e até a Deus.

Elas entram numa rotina de conformismo que as impede de mudar até um armário de lugar. Se conformam em sofrer, em apanhar, em brigar todos os dias, em receber pouco, sem notarem que tudo aquilo com o que se conformam, acaba virando a realidade de todos os dias, levando-as a um dia desistirem de lutar pelo que querem, sonham, precisam e merecem.

Elas enraízam as verdades erradas que aprenderam como se fossem indiscutíveis, imutáveis. Sempre encontram uma explicação para o que dá errado, em vez de procurarem uma para fazer dar certo.

Outra questão comum é que as pessoas que desistem, o fazem por remoerem demais o passado. Os erros se cristalizam de uma forma impressionante, e elas se tornam inflexíveis quando alguém diz que um erro pode ser visto como uma lição, e que se deu errado uma ou duas vezes, não significa que dará errado novamente.

Em vez de se tornarem fortes para seguir em frente, preferem se fechar para as novas oportunidades em razão dos velhos erros. Quem quer vencer na vida tem de ter a consciência de que nunca erra. Afinal, só há erros quando não existem lições e aprendizado.

Também noto que as pessoas que param com seus projetos e engavetam seus sonhos, fazem isso porque não sabem aproveitar o que já conquistaram. Elas estão sempre de olho no peixe que o pescador do lado pegou.

Dizem que fariam mais se a vida lhes desse mais antes, sem se dar conta de que o sucesso e a felicidade estão no avesso disso: em fazer mais antes de ganhar mais.
Elas casam-se uma, duas, três vezes, porém, sempre estão de olho no marido ou na mulher de alguém, alegando que aquela é sua alma gêmea. Possuem um carrinho velho, porém, ficam furiosas quando o vizinho ou um colega de trabalho aparece de carro novo, e dizem que se tivessem um carro melhor aí sim seriam felizes.

Pulam de galho em galho profissionalmente, sem perceber que o problema não é o galho em que se penduram, mas a falta de dar resultados consistentes para a empresa, e de valorizarem o cargo, o salário que têm, para então, no dia em que pularem, que seja para um galho mais alto, e não para quebrar o galho no qual estavam.

Quando não se sabe agradecer pelo que já se tem, corre-se o risco de tornar-se uma pessoa extremamente ingrata, e o mundo, e as outras pessoas detestam ingratidão. A ingratidão deixa as pessoas amargas, cuja companhia frequentemente é dispensada.
Quem é ingrato, além de se tornar uma companhia indesejada, afasta também as pessoas que poderiam ser peças chaves no sucesso delas, tanto pessoal quanto profissional, pois bons relacionamentos encurtam o caminho para sucesso e para a felicidade.

Por fim, com esse ciclo vicioso de desculpas, medos, convicções erradas, ingratidão, a pessoa acaba retroalimentando todo o processo, e sentindo-se cada vez mais sozinha e impotente. E então o ciclo de desistência se completa, e sempre recomeça.
É profundamente triste, mas funciona dessa maneira, como uma engrenagem que impulsiona para o insucesso e para a infelicidade, embora seja o que as pessoas menos desejam para a vida delas.

E você, quer saber como não desistir, como não parar com seus projetos, mas sim, fazer com que suas metas e objetivos deem certo?

Assista esse palestra do Médico Dr. Roberto Shinyashiki

 

MANUELDOLIVEIRAFILHO

VOCÊ FOI CONDICIONADO A TER BAIXA AUTO ESTIMA. MUDE ISSO AGORA

Muitas vezes, as pessoas confundem confiança e auto-estima. Embora correlacionados, eles não são a mesma coisa. A confiança é um sentimento de autoconfiança que decorre da apreciação das habilidades de alguém (como ser um bom tenista ou empresário) ou qualidades (como ser engraçado ou bonito), enquanto a auto-estima é a confiança no próprio valor ou valor inerente.  Aqueles de nós que confundem confiança e auto-estima muitas vezes nos acham tentando e não recebendo satisfação. Podemos ser bons em fazer muitas tarefas incríveis e difíceis.

Nós podemos até ser o superstar em nosso campo e ainda assim, não nos sentimos bem o suficiente.

Dizem que sete em 10 meninas com idades entre 8 a 17 têm opiniões negativas de si mesmas de alguma forma, como a aparência, o desempenho escolar ou as relações com familiares e amigos.

A pesquisa nos diz que a maioria das meninas nesta faixa etária são inseguras e inseguras de si mesmas. Aos 17 anos, nossa auto-estima não aumenta de forma significativa, mas a pesquisa sobre a auto-estima desaparece porque deixamos de nos concentrar em manter-nos em alta consideração e começar a esmagar as realizações – com a esperança de que a confiança crescente reduza a lacuna.

Nós nos tornamos uma estrela do rock de todas as formas em que os valores da sociedade não o cortam, porque a sociedade é onde estamos, não quem somos. Ainda mais, quanto mais internamos a sociedade e a sua mensagem, mais nossa auto estima está em risco. Deixe-me explicar.

As mensagens que as mulheres recebem desde o nascimento – para serem finas, atraentes e inteligentes tem um limite.

Elas não podem ser muito inteligentes, bem sucedidas para não ameaçar o sistema social –

Somos ensinados que nosso valor é baseado em nossa aparência e nosso status de relacionamento.  Não nos valorizamos por quem somos e não reconhecemos o nosso valor real.

Preciamos derrubar o impacto das normas sociais para mudar o que  inconscientemente internalizamos.

Para aumentar a estima, devemos identificar o problema (normas sociais) e entrar na solução (nós mesmos!). Você me ouviu. Não somos o problema. Em vez disso, somos a solução. É hora de parar de assumir a posição da sociedade com a nossa auto-fala negativa, concentrar-se na adequação e desejo de ser apreciado.

Dicas práticas para mudar sua baixa auto estima:

Tome o controle de seus pensamentos.

Cada um de nós tem uma voz de pensamento positiva e negativa. A voz negativa é a parte que você internalizou nas mensagens distorcidas que recebeu e acreditou. A voz negativa está tentando salvá-lo da rejeição na maior parte do tempo.

Tradicionalmente, a psicologia nos disse que a voz negativa, ou “crítica interna”, tira pensamentos irracionais. Discordo. A sociedade alimenta os pensamentos autodestrutivos. Não cometa erros! Você não está louco. Você é um bom ouvinte intuitivo, que é a própria razão pela qual muitos de nossos pensamentos autodestrutivos se parecem, como “eu sou feio”, “eu sou estúpido”, “eu sou um fardo” ou “eu” “Sou um perdedor”.

Quando não está aberto, tudo o que você precisa fazer é ler entre as linhas das mensagens sociais e é isso que você obtém.

Os pensamentos levam a sentimentos e sentimentos levam a ações. Para mudar a maneira como você se sente, mude a maneira como você pensa. Identifique os padrões de pensamento que levem a sentimentos indesejados.

Os pensamentos não são fatos. Em vez de comprar o que você internalizou durante décadas, convido você a desafiar o que aprendeu.

 

 

Fonte: http://www.sucessonetwork.com.br/

 

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

IMEDIATISMO

O Imediatismo mata seus sonhos

Paciência é algo raro hoje em dia. A maior parte das pessoas só está interessada no agora, no tempo presente. Não sabem esperar.

Esse padrão de comportamento é chamado de cultura do imediatismo, na qual as pessoas são escravas do presente imediato.

Na cultura do imediatismo, ao mesmo tempo em que queremos tudo para o presente, esquecemos que ele existe. As ações e os pensamentos são regidos pela ansiedade.

Só queremos agora o que não temos. E quando temos, já não basta. Vivemos em um eterno descontentamento.

A cultura do imediatismo nos faz esquecer o presente, apaga o passado e bloqueia o futuro. O tempo deixou de ser linear.

Agora ele pode ser considerado um “instante prolongado”, como argumenta o professor de estudos de mídia na The New School University de Manhattan, Douglas Rushkoff.

Rushkoff atribui a cultura do imediatismo às mídias digitais, que teriam abolido a ideia de amanhã.

Para ele, é preciso saber lidar com o chamado presentismo. Mas, pouca gente sabe como lidar e as pessoas acabam ficando desorientadas, sem conseguir se envolver e viver cada instante.

Aliados à rapidez e prontidão que as mídias digitais proporcionam, os excessos estão diretamente relacionados à cultura do imediatismo.

Há excessos de informações, de mídias, de demandas de opções de lazer virtual, dentre outros.

Na internet, por exemplo, ao mesmo tempo em que lemos uma notícia, trabalhamos e recebemos mensagens em forma de e-mail ou nas redes sociais.

E ninguém consegue esperar por nada. Quem enviou a mensagem quer uma resposta imediata e quem recebeu quer fazer tudo ao mesmo tempo: responder, ler notícias e continuar trabalhando.

Sentimos dificuldade em sair disso porque a cultura do imediatismo nos envolve de tal maneira que não somos capazes de nos mover. A todo momento, surgem coisas novas e nos sentimos obrigados a dar conta de tudo.

Não sabemos planejar nem priorizar – e o caos se instala nas nossas vidas. Atribuímos o vilão dessa perturbação a própria evolução tecnológica tão presente em nosso dia a dia.

Em muitos casos o imediatismo causa problemas psicológicos para o indivíduo onde afeta diretamente sua percepção do futuro. Tudo tem seu tempo e se deixarmos o imediatismo nos dominar certamente teremos problemas em conseguir construir algo de importante em nossas vidas, tanto no sentido pessoal como profissional.  Temos que aprender sermos pacientes mesmo vivendo num mundo em alta velocidade.

A cultura do imediatismo pode atrapalhar até em construirmos nossos sonhos que são tão importantes para nossa vida, por exemplo, iniciar uma faculdade, iniciar um negócio próprio, enfim, tudo que exija paciência e resiliência teremos grandes dificuldades em nos manter focados em nossos projetos se formos ansiosos e imediatistas.  A grande sabedoria dos vencedores é ser paciente e trabalhar focado nos objetivos. Isso exige treino e autocontrole.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO
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