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Diferenças entre Pirâmide e Marketing de Relacionamento (MMN)

O tempo passa, esquemas fraudulentos desaparecem (por um tempo), mas ainda assim os operadores do legítimo marketing de relacionamento sofrem com o preconceito de uma sociedade ignorante.

Não quero me aprofundar, pois não quero correr o risco deste artigo ficar tão chato e de difícil compreensão que ninguém aguente ler até o final, pois sei da importância do tema.

Mas algumas coisas que explicarei aqui, por mais extensas que sejam, serão de utilidade para quem trabalha neste segmento, em busca de educar as pessoas que, porventura, ainda tenham uma visão nebulosa da atividade.

Vamos primeiro entender o que é marketing de relacionamento e, depois, mencionar algumas características para que você nunca mais confunda-o com algo criminoso.

Marketing de relacionamento (ou marketing de rede ou marketing multinível ou network marketing) nada mais é senão uma forma de comissionamento dentro do canal de distribuição das vendas diretas.

Na venda direta mononível, pessoas se associam a uma determinada empresa podendo comprar os produtos da empresa a preço de atacado e revende-los a preço de varejo, lucrando sobre cada venda que fizer.

Já na venda direta multinível, além da compra e venda mencionada acima, os distribuidores independentes podem formar suas próprias equipes de vendas e também ser comissionados de maneira alavancada, com base no faturamento que suas equipes gerarem.

Formar equipes de vendas não é “colocar pessoas”. É prospectar interessados em ter uma atividade, normalmente, paralela, para que possam auferir lucros extras com a divulgação e venda de produtos ou serviços a consumidores finais.

Formar e treinar equipes de vendas de sucesso não é uma tarefa simples, aliás, exige muita dedicação e conhecimento. Você precisa desenvolver habilidades de liderança, vendas, gestão de pessoas, planejamento estratégico, motivação, oratória, dentre outras.

Pessoas comuns, com vontades, sonhos, desejos, problemas e desafios de uma pessoa normal, com uma boa dose de atitude e determinação, têm a chance de construir tanto uma renda extra, quanto um grande empreendimento, sem os riscos de um negócio tradicional e com benefícios ainda maiores que um negócio tradicional pode proporcionar, além, claro, de desenvolver habilidades que muitas vezes não desenvolverão em um emprego ou em uma atividade autônoma. No meu modo de ver, o resultado mais importante é a pessoa que você vai se tornar durante o processo.

Sendo assim, o marketing de relacionamento torna-se algo muito atrativo por seu aspecto simplista, universal, igualitário, meritocrático, educativo e, sobretudo, pelo potencial de lucro caso a pessoa realmente deseje se profissionalizar.

Mas como diferenciar uma legítima oportunidade de marketing de relacionamento de um esquema fraudulento e criminoso de pirâmide financeira?

São diversos os aspectos que poderia mencionar aqui, entretanto ater-me-ei a alguns pontos críticos para que você aprenda e saiba avaliar as oportunidades que surgem diariamente no mercado.

1. HISTÓRIA E PESSOAS
Primeiro você deve verificar o histórico da empresa que conheceu e as pessoas que gerem e lideram este negócio. Procure descobrir se a empresa possui mais de 5 anos de atividade e se o corpo de gestão é composto por pessoas experientes, com vasto currículo e com credibilidade no mercado.

Uma empresa com mais de 5 anos de vida, acredite, já foi denunciada, investigada, auditorada e se ainda está em funcionamento, significa se tratar de uma oportunidade real. Também verifique se os produtos estão registrados e a própria empresa está legalizada, autorizada e devidamente inscrita nos órgãos competentes.

Uma fonte confiável de pesquisa é a ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas). Veja se a empresa é associada, ou não.

Pessoas capacitadas na gestão também é importante, pois toda empresa de vendas diretas passa por altos e baixos. Portanto é importante ter um material humano experiente, que saiba conduzir o negócio nestes momentos, sem prejudicar a força de vendas.

2. PRODUTOS OU SERVIÇOS
Simplesmente ter um produto ou um serviço a ser oferecido não é um ponto determinante para diferenciação.
Temos visto diversos casos de esquemas de pirâmide que lançam um produto qualquer, sem real penetração no mercado consumidor, única e exclusivamente para maquiar a fraude.

Portanto, não basta ter um produto. Este(s) produto(s) devem ser “comercializáveis”, ou seja, deve existir uma real demanda na sociedade para o(s) produto(s). Pergunte-se: se este produto fosse vendido no varejo, pessoas comprariam?

A qualidade do produto para que haja satisfação do consumidor é fundamental. Via de regra, a empresa deve oferecer um produto com alto valor percebido para que tenha chance de ser absorvido e escolhido pela massa de consumo. Concorrer com o varejo oferecendo produtos com igual ou pior qualidade é um grande risco no médio prazo.

O preço também deve ser competitivo com os outros canais de distribuição, sob pena de não se tornar atrativo para quem os representa, desmotivando a força de vendas.

Acredito que neste segmento as empresas devam possuir em seu portfólio, produtos com alto giro, de rápida e fácil utilização e consumo, gerando vendas contínuas e num curto espaço de tempo.

Por fim, os produtos não podem ser meros “acessórios”, mas o foco principal da empresa. Se existem bons produtos, altamente consumíveis, alinhados com um justo e atrativo modelo comercial, consumidores e distribuidores estarão satisfeitos e a empresa tende a se perpetuar.

3. MODELO COMERCIAL
Equilíbrio entre vendas e formação de equipes, este deve ser o lema. O modelo comercial deve ser atrativo para quem quer revender os produtos e para quem quer, além de revender, formar suas equipes.

Os produtos devem possuir uma boa margem para revenda, ou seja, um bom desconto para que os distribuidores os adquiram para revendê-los, e o plano de marketing da empresa também deve se preocupar em remunerar quem, por méritos, construir equipes de vendas produtivas.

Absolutamente 100% do comissionamento deve estar atrelado à venda dos produtos ou serviços. Fuja de empresas que prometem ganhos fixos, por alguma atividade que não gere faturamento imediato para elas.

Os distribuidores devem ser comissionados se, e somente se, ele vendeu produtos para um consumidor final, ou se algum membro de sua equipe comprou produtos da fábrica para revenda, consumo, divulgação, etc.

Não deve existir bônus por mero cadastro de um novo representante em sua equipe de vendas, mas sim sobre a compra de produtos por este representante. Outrossim, a compra de produtos por um novo distribuidor não deve ser obrigatória, mas uma opção.

Repetindo: deve haver venda de um produto ou serviço. Se o foco é exclusivamente recrutamento e se o produto só é importante se você fizer parte do negócio, abra os olhos! Deve haver mais compras por consumidores finais, ou seja, pessoas “fora” das equipes que não desenvolvem o negócio, do que por pessoas que os distribuem.

Os produtos, portanto, devem chamar a atenção tanto de consumidores quanto de pessoas que desejem empreender.

O discurso é sempre de potencial, perspectiva, indicativos e não de garantia de comissionamento. Vendeu e formou uma equipe de vendas produtivas, você vai ganhar. E meritocrático: vendeu mais ou formou uma equipe mais produtiva, ganha mais.

Verifique, também, se a empresa investe em treinamento dos distribuidores. Não é interessante ter uma força de vendas sem capacitação, que não seja orientada a divulgar corretamente os produtos ou o negócio, de acordo com as normas legais e institucionais.

Penso que estes pontos já esclarecerão muitas dúvidas. Espero ter ajudado!

Se você ainda desconfia de alguma proposta que lhe foi feita para se tornar um distribuidor de uma determinada empresa, vá atrás de conhecimento, de fontes confiáveis que possam clarear ainda mais sua visão e para que você tome a melhor decisão. Não se deixe levar por promessas vãs e não tome decisões precipitadas.

No entanto, se o que conheceu está de acordo com os pontos aqui mencionados, fique tranquilo! Pode abraçar a oportunidade porque, tenho absoluta convicção, que o resultado será positivo, tanto no aspecto pessoal, quanto profissional!

Não deixe que o medo lhe roube oportunidades! O marketing de relacionamento, especialmente no Brasil, ainda é uma atividade de vanguarda, e que por isso ainda gera desconfiança, mas é uma tendência. Empresas tradicionais do varejo estão migrando para este canal de distribuição.

Claro, muitas coisas têm de ser melhoradas! Os distribuidores possuem um importante papel de educar a população com relação a este modelo de negócios e de agir com ética, respeito, profissionalismo e menos ostentação.

Acredito que seja a melhor oportunidade para que pessoas comuns, tenham resultados incomuns e façam a diferença na sua própria vida e na vida de pessoas que querem vencer!

Hoje você pode ser chamado de louco… mas daqui alguns anos, te chamarão de visionário!

Sucesso e bons negócios!

Kadú Pimentel

É Diamante da Jeunesse Global e Advogado, formado pela Universidade Estadual de Londrina-PR, especialista em Direito Tributário e Direito Empresarial, é também Conselheiro da Abranetwork.

Mesmo tendo sucesso na advocacia e na consultoria, conheceu as vendas diretas em 2009 e apaixonou-se pela atividade. Atualmente, lidera uma grande equipe de distribuidores, presente em mais de 15 estados brasileiros e outros 10 países, espalhados pela Europa, América do Norte, Ásia e Oceania.

Conhecido por sua ética, profissionalismo e treinamentos avançados, acredita que o sucesso é consequência da entrega, da dedicação, da resiliência, da busca constante pela excelência, tudo com base em valores e princípios de integridade, cooperativismo, honestidade e humanidade.

Fonte: Revista Sucesso NetWork Marketing

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Daniel Hoory atinge a qualificação de Diamante Imperial Crown na Polishop

O líder Daniel Hoory que sempre foi o número 01 da Polishop, recebeu ontem no Seminário realizado pelo Sistema Winner no Rio de Janeiro, todas as honrarias por ter se tornado o primeiro e único Diamante Imperial Crown.

Para se atingir este PIN, é preciso, 3 diamantes Royal abaixo, em 3 linhas e movimento de R$ 10 milhões mensais.

Daniel Hoory é um dos maiores líderes da história do Marketing Multínivel do Brasil, desde quando se tornou uma das principais lideranças da Amway, tendo sido responsável pelo sistema de treinamento da PRONET.

Daniel Hoory, o primeiro Diamante Imperial Crown

O principal palestrante do Seminário foi Gilberto Guitti, Diretor Geral do Canal Polishop.com.vc, que aproveitou o evento para lançar dois novos produtos. São eles:

EASY CLEAN
O produto serve para sujeiras mais difíceis com a vantagem de ser a SECO. Indicado para sofás, poltronas, bolsas, calçados, utensílios e acessórios, com fragância de baunilha e exclusivo da Polishop.

EASY CLEAN LAVA AUTO SECO
Para limpeza e lavagem de automóveis, proporcionando grande economia.
A cera da carnaúba dá brilho e protege e não possui solventes e abrasivos, rendendo 17 lavagens.

A Polishop está lançando oferecendo uma promoção onde o empreendedor compra 02 Easy Clean Lava Auto e 01 Easy Clean por R$ 119,90.

Começo de ano promissor para o Marketing Multinivel da Polishop.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Gerando renda aprendendo a fazer o dinheiro trabalhar para você

Certamente você já ouviu falar em como fazer o dinheiro trabalhar para você. Mas, sabe o que isso realmente significa? Além de organizar as finanças, definir metas, traçar seu perfil como investidor, aplicar capital para usufruir da mágica dos juros compostos, quer também dizer: transformar todos os seus sonhos em realidade! Assim, eu pergunto: Você quer que 2018 seja o ano da sua vida? Então, olha só como podemos ajudar.

2018, o que vem por aí?

A reforma da previdência não será aprovada em 2018

Foi definido que a reforma será votada após o carnaval e apesar de o governo estar confiante de que ao menos uma “mini “reforma passará, eu discordo.

A pauta é impopular e encontrar 308 patriotas aceitando ter seus nomes ligados a ela em ano de eleição é tarefa para poucos e acho que desta vez nem o Temer consegue. A responsabilidade vai cair no colo do próximo presidente eleito, que independente de quem seja, irá aprovar.

Minha proposta é que você faça um exercício de reflexão nesse começo de ano e se permita, imaginar as possibilidades existentes pós eleição. Dependendo do candidato eleito, a partir de 2019 podemos ficar mais próximos de nos tornar um Chile ou mais próximos de nos tornar uma Venezuela. A linha é tênue e 2018 é o ano de decisão. Esteja preparado para as duas situações.

A maioria das pessoas não sabem trabalhar com dinheiro, ele é um grande aliado se souber como trabalhar. Eu lhe pergunto, você prefere ganhar 100% do seu próprio esforço trabalhando ou ganhar 1% do esforço de 100% do seu dinheiro trabalhando para você? Exato ! Esse é um segredo dos maiores milionários do mundo, eles fazem o dinheiro trabalhar para eles. Os grandes empresários constroem suas riquezas aprendendo a fazer o dinheiro trabalhar para eles. Mas para isso só é possível se aprender ter educação financeira, desenvolvimento pessoal, disciplina e visão empresarial.

Esses requisitos citados anteriormente são adquiridos e ensinados através de cursos e palestras que podem mudar sua visão em relação a dinheiro, perspectivas de futuro, gestão de pessoas, equilíbrio emocional entre outros.

Apenas 5% da população mundial retém as maiores fortunas do mundo, mas você já se perguntou porque? Muito simples, porque as 5% são pessoas que investem seu dinheiro de maneira correta, investem em ativos. Enquanto os 95% investem em passivos que não agregam nada em suas vidas tornando-as pobres e endividadas.

A minha proposta é oferecer uma oportunidade de você se tornar um dos 5% da população mundial, ter independência financeira com qualidade de vida. Mas isso vai exigir comprometimento, dedicação e persistência.  Você está disposto a mudar sua vida? Ou prefere esperar que algum político mude sua vida? Olhe para seus resultados financeiros e pense. Se você continuar fazendo as mesmas coisas que continua fazendo, acha que terá resultados diferentes? Se você está cansado de promessas de políticos ou de achar que tudo vai se resolver num passe de “magica”,  seja bem vindo !

Sou Manuel D Oliveira, mentor de negócios e empreendedor, entre em contato para conhecer nosso projeto empresarial que está posicionando muitas pessoas no mercado trabalhando no seu próprio negócio e conquistando a tão sonhada independência financeira com qualidade vida.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Polishop vai fazer forte mídia para promover seus produtos no canal de MMN

Nos últimos 2 meses a Polishop realizou estudos para avaliar o retorno e o impacto que teria se investisse determinados produtos na mídia para facilitar ainda mais as vendas de seus empreendedores.

E o resultado foi positivo. Ou seja, a empresa definiu que irá investir pesado na mídia para promover e marca e o uso de três produtos. São eles: o Rox, produto inglês que combate rugas de expressão com efeito de botox natural, eliminando em 3 minutos também bolsas d`água dos olhos e o bigode chinês. Investirão no Eco Egg, produto que faz 720 lavagens de roupa dispensando o uso de sabão em pó, amaciante e alvejante (dura entre 3 e 5 anos) e o Redushake para controle e redução de peso.

Essa mídia irá dar grande visibilidade aos produtos, que são exclusivos da Cia e criarão o desejo das pessoas comprarem os produtos, que também serão vendidos em outros canais, com preço cheio.

Se os resultados forem tão positivos quanto esperam, a tendência e que lancem outros produtos na mídia.

A empresa acredita que os empreendedores poderão conquistar e fidelizar os clientes que irão desejar comprar estes produtos.

Como se sabe, a Polishop é uma das maiores criadores de marcas do país. Conforme pesquisa feita, o consumidor associa produtos como Air Fryer a Polishop e não a Philips Walita que é fabricante.

Com o expertise de maior anunciante da TV Brasileira, o canal de MMN da Polishop, pode ganhar forte projeção nacional, com a mídia destes produtos.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Diferenças entre Marketing Multinivel e Mercado Tradicional

Neste artigo, vamos abordar os pontos negativos que o empregado tem atualmente, a pessoa que é autônoma e o empresário/investidor no meio convencional, fazendo um comparativo com o Marketing Multinível. Robert kiyosaki, um dos maiores escritores do mundo lançou um livro chamado “Pai Rico, Pai Pobre”. Caso você ainda não leu este livro, recomendo-lhes que o faça ainda hoje.

Robert Kiyoski e as diferenças entre Marketing Multinivel e Mercado Tradicional

O Escritor Robert Kiyosaki disse que no mundo existe 04 tipos de pessoas diferentes, financeiramente falando. Temos o Empregado, o Autônomo, o Investidor e o Empresário. São 04 classes de pessoas que estão em mídias sociais de pessoas diferentes da nossa realidade atual. Elas se dividem em 02 lados opostos. Na esquerda temos o Empregado e o Autônomo e na direita temos o Investidor e o Empresário. Segundo a estatística, 95% da população mundial é formada por empregados e autônomos, e apenas 5% da população mundial é formada por empresários e investidores. O mais impressionante é que, de todo o dinheiro que está no mundo inteiro, 95% dele pertence apenas 5% da população mundial. Ou seja, 5% da população mundial domina 95% do mundo, economicamente. Quem são essas pessoas que dominam 95% do mundo? São os empresários e investidores.

Os pontos negativos para alguém que se encontra na condição de empregado?

Poderíamos enumerar aqui vários problemas para quem se encontra na condição de empregado. Lembrando que não temos nada contra àqueles que optaram por trabalhar para alguém, porém, queremos apenas ressaltar que neste meio que atuamos (Marketing Multinível), temos vantagens gigantescas em se comparando ao Mercado Tradicional. No mercado tradicional, o empregado cumpre horários, mesmo contra a sua vontade. Muitas vezes acordamos de manhã indispostos e desanimados por motivos pessoais, mas o empregado é obrigado a cumprir o horário. Ele tem hora pra entrar, hora pra sair, não tem a opção de ficar em casa, caso ele queira e todo dia tem que cumprir religiosamente esse horário. Diferente do mercado tradicional, no Marketing Multinível você faz o seu horário, podendo trabalhar o dia que quiser, da forma que bem entender. Logicamente, existe caminhos que pode conduzí-lo ao sucesso e outros que não, porém, você é quem escolhe o seu horário.

O Mercado Tradicional, a crise financeira e o alto índice de desemprego:

O segundo ponto negativo de ser empregado é o alto risco de demissão, o que está acontecendo com muita frequência nesses últimos anos no Brasil que enfrenta a maior de todas crises financeiras. Conheci grandes amigos que trabalham de uma maneira magnífica em grandes empresas, mas como eles passaram a destacar demais nessas empresas, pelo potencial que têm, eles se tornaram uma grande ameaça para as pessoas que estão acima deles. E sem contar que, num trabalho convencional se você faz um trabalho mal feito, eles tem mandam embora. Se você faz um trabalho muito bem feito com total dedicação, consequentemente se tornará uma grande ameaça para quem está acima de você, pois, o grande medo dessa pessoa é de um dia você ocupar o seu lugar na empresa.Pode ter certeza de que muitos deles farão de tudo para que você saia da empresa. É por isto que o risco de demissão sempre será muito grande, e quanto mais hierarquia que existe numa empresa, maior é a sua chance de perder o seu emprego. No Marketing Multinível isso não acontece. Dificilmente a pessoa terá um cadastro cancelado numa empresa de Marketing Multinível, a não ser que ela cometa um gravíssimo erro. No Marketing Multinível temos a possibilidade de pensar ao longo prazo. Isto é muito prazeroso e benéfico para todos nós!Outro ponto negativo de ser funcionário é o crescimento hierárquico que é muito lento, ou praticamente inexistente. Normalmente conhecemos muitas pessoas que trabalham em uma empresa (as quais são a maioria), elas estão lá há mais de 05 ou 10 anos e cresceram muito pouco na hierarquia da empresa, se é que existe, pois naa maioria das empresas não tem hierarquia, ou seja, só existe o dono e os empregados e as chances de crescimento é quase zero.Com relação as grandes cias, que é uma grande hierarquia o crescimento é muito lento, pois, os operários concorrem entre muitas pessoas para um dia se tornarem supervisores, e entre muitos supervisores, alguns se tornam gerentes, e assim por diante.

O Marketing Multinível  acelera a conquista da Liberdade financeira.

Neste comparativo, sabemos que no Marketing Multinível você pode crescer hierarquicamente muito mais rápido, conquistando a tão desejada Liberdade Financeira, desde que faça um trabalho sério e estratégico, focado em muita disciplina. São inumeráveis os pontos negativos de ser empregado, e a pouca liberdade de decisão é mais um deles. Ou seja, você não manda nada, não existe a possibilidade de moldar o trabalho da sua maneira, ou tomar decisões que podem beneficiar a empresa, pois você tem como missão, cumprir ordens e nada mais. São pouquíssimas empresas que dão liberdade para o funcionário tomar decisões e querer mudar alguma coisa, mas ele é obrigado na empresa a cumprir ordens à risca.

No Marketing Multinível a estrutura é sua. A empresa lhe oferece produtos, no sistema de Marketing, porém, é você que tomará as decisões no seu trabalho, criando suas próprias estratégias. Ou seja, no seu negócio é você que tem poder de escolha e decisão.

O Limite Geográfico e a escravidão no Mercado Tradicional.

Outro ponto negativo que pesa muito para o empregado são os limites geográficos. A maioria trabalha num escritório, ou, ambiente fechado, sem a possibilidade de trabalhar fora daquele ambiente, ficando escravizados em alguns metros quadrados, sem poder sair dali. Alguns trabalham com vendas externas, mas são limitados a espaço geográficos m suas cidades ou região, diferente do Marketing Multinível que lhe dá a opção de poder trabalhar em qualquer lugar.

A Liberdade que o Marketing Multinível lhe proporciona em todos os sentidos.

No Marketing Multinível você pode iniciar um trabalho a partir da sua casa, e até mesmo, apresentar o Plano de Marketing Multinível em qualquer cidade, estado ou País que você for. O que torna muito interessante é saber que todas as empresas de MMN atuam, no mínimo, em seu País inteiro, ou, na maioria das vezes em muitos países. Aonde você for, vai poder desenvolver um maravilhoso trabalho no Marketing Multinível. Uma das diferenças entre Marketing Multinivel e mercado tradicional, é que, o empregado trabalha para enriquecer o patrão. É praticamente impossível um empregado ganhar mais dinheiro do que o patrão. Ele trabalha muito, dedicando totalmente aquela empresa, fazendo até o impossível para se render melhor a cada dia, porém, quem vai ganhar dinheiro na verdade, geralmente é o patrão. O empregado basicamente procura por segurança, apegando-se a um salário por medo de se arriscar em outros projetos, e é por isto que poucos mudam de vida. Essa mentalidade voltada a salário pode privar você de grandes oportunidades convencionais.

Portanto, tome muito cuidado com isso. Além do empregado, temos o Autônomo que geralmente enfrenta os mesmos problemas, com somente alguns pontos positivos como: liberdade de horário, mais liberdade geográfica, porém, pelos simples fato dele ser funcionário e trabalhar para alguém sem carteira assinada, caso ele parar de trabalhar a sua renda acaba hoje, pois ele depende do trabalho diário para poder ganhar dinheiro. Caso ele parar de trabalhar a sua renda acaba. Por exemplo, se ele ficar doente durante 01 mês, ele passará esse mês sem renda, pois, o mesmo só ganha por comissão, sem salário fixo, sem nenhum benefício de carteira assinada, seguro de desemprego, fundo de garantia, férias, entre outros, que um empregado tem.

Conclusão sobre as diferenças entre Marketing Multinivel e Mercado Tradicional:

Diferente de tudo isto, no Marketing Multinível você pode montar um trabalho, uma estrutura que por mais que você pare de fazer um trabalho muito forte, a sua rede vai continuar crescendo, pois no MMN o nosso trabalho tem que ser feito de uma maneira mais forte no começo, até que o nosso grupo (Rede) comece a caminhar sozinho. É imprescindível que você monte um grupo de pessoas que são líderes automotivadas, pessoas altamente visionárias que caminharão sozinhas com um certo tempo, e por consequência você não ficará dependente de fazer um trabalho forte todos os dias.

Caso você queira viajar, ficar um mês fora da sua cidade, ou curtir outros países, a sua renda vai continuar aumentando cada vez mais, dependendo somente da qualidade do seu trabalho em equipe. No Marketing Multinível, muitas pessoas conseguiram transformar R$ 1.000,00 reais em mais de R$ 100.000.00 reais , ou muito maiss que isto, em menos de um ano. Não existe nada mais lucrativo e que nos proporciona tanto retorno, no mercado de hoje, como o Marketing Multinível. Portanto, o Marketing Multinível é uma profissão maravilhosa. Faça um trabalho sério, focado, ético e honesto. Ajude a sua equipe!

John Paul Getty disse: “Prefiro ganhar 1% do trabalho de 100 pessoas do que lucrar 100% do meu próprio esforço.” Na verdade, os desgastes são muito maiores, se eu dependo apenas de mim o desgaste é grande, mas se eu lucro sobre toda a minha equipe, tudo se torna mais simples e os ganhos são muito mais rápidos.

No Marketing Multinível, suporte é a diferença e as pessoas não vão se importar com quanto você sabe sobre algo até saberem o quanto que você se importa com elas.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Expectativas para o MMN em 2018

Independente de boatos, informações reais e especulações, o ano de 2018 será incrível para o segmento e empreendedores.

A expectativa é grande por vários motivos. Um deles é as mudanças nos vários setores da economia onde as pessoas se tornarão donas do seu próprio negócio.

Listamos algumas previsões para 2018, confira:

O MARKETING MULTINÍVEL EM 2018

  • 10 empresas internacionais chegarão ao Brasil. Fato!
  • 05 empresas brasileiras irão partir ou ampliar suas participações internacionalmente. Fato!
  • Cerca 30 novas empresas adotarão o MMN e serão lançadas esse ano. Fato!
  • A regulamentação do MMN será aprovada na Câmara e Senado. Sonho! (Conte com isso até 2020).
  • Participantes de pirâmides serão presos por lesar pessoas conscientemente. Fato!
  • Donos de pirâmides serão denunciados e presos. Fato!
  • Pirâmides cada vez mais atrativas irão se proliferar no Brasil. Fato!
  • Será o fim das pirâmides no país. Sonho!
  • Muitas das novas empresas de MMN serão de serviços. Fato!
  • Muitas empresas de produtos adotarão serviços também. Fato!
  • Empresas de serviços trabalharão com produtos. Pouco provável!
  • Líderes não mais ficarão falando mal de outros líderes e de empresas. Sonho!
  • Líderes não mais trocarão de empresas por propostas financeiras. Sonho!
  • Os empreendedores e líderes serão cada vez mais éticos e profissionais. Fato!
  • Milhares de pessoas conquistarão liberdade econômica financeira. Fato!
  • Pelo menos duas empresas brasileiras estarão na lista das 100 maiores do mundo. Fato!
  • As convenções deste ano, serão as melhores já realizadas por todas as grandes cias. Fato!
  • Os sistemas de treinamento serão  muito mais profissionais e competentes e não serão das empresas. Tendência!
  • As empresas irão buscar inovações e diferenciais incessantemente. Fato!
  • As empresas farão uso de mídia para ganharem empreendedores, fortalecerem suas marcas e venderem mais produtos. Fato!

 Quer conhecer a industria que mais forma milionários ao redor do mundo?

Entre em CONTATO conosco e conheça !

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Polishop cresce em todo pais e fará Convenção no Rio de Janeiro

Após o lançamento do seu novo plano de ganhos em Dezembro, a Polishop está crescendo por todo o país.

A empresa está abrindo novos OFFICES (Lojas de atendimento e venda de produtos para empreendedores) em várias cidades, mas o Rio de Janeiro está recebendo um foco maior.

Este foco se deve ao fato do Rio ter sido escolhido para sediar a Convenção Transformando Vidas, que acontecerá na cidade maravilhosa, em Maio, no Rio Centro.

O diretor do canal Gilberto Guitti, comunicou que somente São Paulo e Rio de Janeiro, possuem estrutura de pavilhões de eventos para mais de 25 mil pessoas.

Por conta da grandeza do evento, Gilberto será o palestrante Vip no próximo Seminário no Rio de Janeiro, que acontecerá em Fevereiro.

Estima-se que a empresa lançará mais de 50 produtos na Convenção e fará a maior produção já vista numa convenção de MMN no país.

Os ingressos estão com os líderes, porque a empresa já vendeu todos.

Antecipadamente o ingresso custou R$ 200,00 e agora sai por R$ 250,00 (dois dias).

Assista o vídeo do evento:

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Por que Marketing Multinivel é mais seguro que emprego?

Por que Marketing Multinivel é mais seguro que emprego? Primeiro, vamos conhecer algumas das inúmeras variações de nomes deste mercado bilionário. Muitos chamam de Network Marketing, Marketing de Rede, Marketing de Relacionamento, MMN, Marketing Multinivel, entre outros. Sabemos que todos se tornam a mesma coisa. Marketing Multinível é um meio de trabalho, onde indicamos para pessoas produtos e somos muito bem remunerados para fazer isto.

O que as pessoas dizem erroneamente sobre o Marketing Multinível?

Infelizmente, muitas pessoas acham que o Marketing Multinível é um subemprego, um trabalho indigno, um trabalho que não gera uma renda expressiva, e que não muda a vida de ninguém. Só pra termos idéia do quanto essas pessoas estão totalmente equivocadas, os Estados Unidos têm, aproximadamente, 100 mil milionários, e dessas 100 mil pessoas, 20 mil trabalham em tempo integral com o Marketing Multinível. O PIB americano ultrapassa 20% de Marketing Multinível, o Brasil ocupa a terceira posição do ranking mundial de pessoas que mais ganham dinheiro com o Marketing Multinível.

É por isto que o Marketing Multinível é uma das profissões mais rentáveis do mundo, e uma das raras profissões de pessoas que não têm segundo grau completo, pessoas extremamente simples, porém, pessoas que fazem um trabalho sério, trabalham duro e consequentemente ganham muito dinheiro. Ao contrário de tudo isso, no trabalho tradicional quem não tem uma grande especialização (faculdade, pós-graduação), normalmente não ganha muito dinheiro. Tudo se torna muito difícil, pois as profissões que mais pagam no mercado tradicional exigem muita escolaridade(uma formação acadêmica muito grande) com anos de estudos.

Voltando ao Marketing Multinível todos que fazem um trabalho sério pelo menos 01 ano buscando informações têm grandes chances de se tornar especialistas nesta profissão e ganhar muito mais dinheiro do que muitos empresários ganham. Como toda profissão existente, existem 02 classes de pessoas totalmente diferentes. São elas:
De um lado temos os profissionais e do outro lado temos os amadores. Em todas as profissões podemos encontrar esses profissionais e os amadores.

Quem são esses profissionais?

São pessoas disciplinadas, organizadas, pessoas que trabalham sério, éticas, total caráter, que influenciam muitas pessoas, buscando sempre informações, estudando muito, conhecem a fundo o negócio, especialistas, profissionais em tudo que fazem. Ao contrário desses profissionais, temos os amadores que são pessoas que acham que sabem tudo, nunca estudam, não buscam informações, não dão exemplo pra suas equipes, trabalham quando bem quer, quando pode ou têm vontade. Ou seja, não são profissionais.
Essas pessoas não fazem um trabalho sério naquilo que faz. É por isso que muitas pessoas que estão fora do Marketing Multinível falam que esse negócio não dá dinheiro. Geralmente, eles afirmam isto porque algum amigo investiu dinheiro em alguma empresa, mas não obteve resultados, alegando sempre que a profissão num todo não funciona, ou, que é pirâmide.

Os amadores pós-graduados do Mercado Tradicional:

No Mercado tradicional, sabemos que existe muitos advogados pós-graduados que estão desempregados, pois são péssimos profissionais, se é assim que posso dizer, pois seus trabalhos são uma porcaria. É por isto que eles não ganham dinheiro, mas isto não quer dizer que a profissão de “Direito” não dá dinheiro. Muito pelo contrário, pois sabemos que existe advogados milionários espalhados pelo Brasil. É exatamente isso que acontece no Marketing Multinível, temos pessoas muito bem sucedidas e aquelas que não ganham dinheiro. Estas não são profissionais, diferente de você que lê este artigo, e, certamente quer se tornar um profissional no Marketing Multinível. Esses são as razões que explicam por que Marketing Multinível é mais seguro que emprego.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Recém-formados optam por empreender em vez de lutar por emprego estável

Dois de cada três entrevistados na mais recente pesquisa da Firjan sobre o perfil dos jovens empreendedores brasileiros, divulgada no fim de 2016, revelaram o desejo de abrir um negócio nos próximos anos.O interesse em empreender é sustentado por motivações como realização de um sonho (76,4%), qualidade de vida (75,6%) e expectativa de altos ganhos financeiros (70%). O fato de não ter chefe, o que implica uma liberdade maior, também foi citado por 64,5% deles.Outro dado que chama atenção é que, mesmo na crise, 66,1% afirmam que veem no empreendedorismo um segmento promissor. Também naquele ano, um estudo da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostrou que a maioria dos empreendedores iniciais no Brasil tem de 25 a 34 anos (30,3%).

Já a Confederação Nacional dos Jovens Empreendedores constatou que a maioria é de rapazes de 26 a 30 anos.

Na região, muitos jovens refletem na prática os números das pesquisas. Carteira assinada já faz a cabeça de muitos recém-formados. Com seus 20 e pouquíssimos anos, eles optam por montar seus próprios negócios logo depois de concluir a graduação, sem passar por grandes empresas que asseguram direitos como férias remuneradas de 30 dias e seguro de saúde.

A vida de empreendedor e, muitas vezes também de empregador, é difícil, dizem eles, mas representa um passo (largo) na escalada para a realização de seus sonhos.

Os amigos Pedro Henrique Nunes, de 25 anos, morador de Vargem Grande; Bruno Santana, de 26, que vive em Jacarepaguá, e Luiz Felipe Pondé, de 25, da Barra, se conheceram durante a faculdade de Engenharia Civil na UFRJ.Todos eles estagiaram em grandes empresas do ramo, como Odebrecht e Cyrela, e tiveram oportunidade de efetivação, mas optaram por montar a Artium Engenharia cerca de seis meses antes de se formar.Quando colaram grau, em junho de 2016, já tinham tudo pronto para iniciar os trabalhos na empresa, especializada em reformas, manutenção e construção.— Nós nos formamos em um momento crítico; as perspectivas não eram animadoras. Olhávamos a longo prazo, para os cargos mais altos, e não era animador. Não por conta do salário, mas da instabilidade. Muitos profissionais têm cargos que os obrigam a se mudarem de país de dois em dois anos, por exemplo. Quando se é jovem, o.k., mas essa mobilidade excessiva por muito tempo dá desânimo para quem quer constituir família, ter uma casa — opina Nunes.Dos três, apenas Pondé tem parentes no ramo da construção civil. Eles contam que as primeiras obras e reformas que fizeram surgiram graças a indicações de conhecidos. Aos poucos, no boca a boca, conseguiram mais trabalhos.Hoje, eles têm clientes como grandes condomínios, nos quais terminam obras deixadas incompletas ou com erros pelas construtoras. No condomínio Viva Penha, na Zona Norte, eles refizeram todo o parquinho infantil, que havia sido mal projetado, bem como a portaria. Futuramente, o trio pretende, também, realizar incorporações imobiliárias.

ATUALIZAÇÃO É NECESSÁRIA

A Artium funciona em um cômodo da casa de Luiz Felipe Pondé, mas na prática os sócios se reúnem todos os dias por Skype para alinhar as metas. Eles também se encontram nas obras.Como não precisaram alugar ou comprar uma sala para o escritório, o custo para abrir a empresa foi baixo, cerca de R$ 5 mil. Embora não tenham aprendido durante a faculdade todos os trâmites burocráticos para criá-la, os sócios concordam que tanto a graduação quanto os estágios foram essenciais para que pudessem, hoje, administrar o próprio negócio.— Começamos a estagiar desde muito cedo, e isso nos deu muita bagagem para montar a empresa. Foi essencial. Estamos no momento de fazer o nosso nome no mercado; estamos colocando em prática tudo o que aprendemos — afirma Bruno Santana, o único dos três que já mora sozinho.Os sócios contam que, para realizar o sonho, foi preciso abrir mão de muita coisa. Eles tentam tirar o mínimo possível de recursos da empresa, o suficiente para não se “apertarem financeiramente”, em suas palavras. Férias de 30 dias? Nem pensar.No fim do ano, Nunes e Santana gozaram de um pequeno recesso, e Pondé tocou a empresa sozinho. Quando a entrevista para O GLOBO-Barra foi realizada, na semana passada, era Pondé quem estava viajando.Trabalhar com funcionários mais velhos que eles e mais experientes também é um desafio, contornado com muita dedicação, conversa e presença nas obras. Há dias que eles trabalham mais de 14 horas. E o celular fica ligado em tempo integral.

— Estamos com muito gás e motivação, montando um portfólio. Temos que ter muita energia, e este é um bom momento de vida para isso. Tudo que fizermos vai servir como base para podermos subir — acredita Nunes.

Coach e proprietário da empresa Mind Factory, que ajuda jovens na carreira profissional, Daniel Lustig aconselha seus clientes a fazerem um plano de negócios completo, junto com um profissional experiente no ramo, com a finalidade de minimizar os riscos.Ter certeza do caminho escolhido é algo fundamental, segundo ele, antes de abrir a empresa. A experiência adquirida com os estágios será a base para entender as relações entre empregado e empregador.

Uma vez que o projeto esteja indo de vento em popa, lembra Lustig, é de extrema importância que o proprietário se atualize e adquira mais conhecimentos, fazendo cursos e pós-graduações.

— O mercado atual não dá muita segurança. O melhor conselho é ter pessoas que possam apoiá-lo, mostrar ao empreendedor um caminho para minimizar os riscos. Alguém que saiba do assunto e tenha bagagem para fazer com que essa jornada seja menos difícil. O jovem precisa ter certeza de que quer colocar muito empenho no negócio. Ele não vai receber um contracheque no fim do mês ou tirar férias. Mas, quando a pessoa está segura do que quer, normalmente ela nem se preocupa com essas coisas, quer mais é que o negócio dê certo — diz Lutig.

Luiz Eduardo Pedroza, de 26 anos, é um desses exemplos de obstinação. Desde que entrou para a faculdade de Administração, na Universidade de Brasília, já sabia que gostaria de abrir uma franquia voltada para o ramo alimentício.

Ao longo dos anos de graduação, ele foi juntando o dinheiro que ganhava com os estágios, e, assim que concluiu o curso, no segundo semestre de 2014, voltou para o Rio e começou a pesquisar sobre o setor. Paralelamente, fez cursos de especialização.

Quando decidiu montar um franquia da Megamatte, a empresa lhe sugeriu que o fizesse no Rio Shopping, em Jacarepaguá. Seu quiosque, inaugurado em novembro de 2016, fica entre dois juizados, que realizam cerca de 400 audiências por dia.

— Não ia sossegar enquanto não abrisse uma franquia. Queria esse formato porque não depende tanto de mim, é mais seguro. Por exemplo, eu não tenho que pensar em desenvolvimento de produto; isso é com a Megamatte— conta ele, que gastou cerca de R$ 150 mil e também recorreu a empréstimos.

Pedroza afirma que a faculdade foi essencial para que aprendesse conceitos de recursos humanos, de gestão de equipe e de liderança que aplica hoje em seu negócio. Além da franquia, ele montou uma startup junto com a irmã na Zona Sul.

Os dois desenvolveram uma ferramenta de acessibilidade para sites, que converte texto em áudio. Atualmente, a Audima já tem mais de 200 clientes. Pedroza se diz realizado com os dois empreendimentos.

Caio Gonzales, de 26 anos, também já cursou a faculdade pensando em empreender. Quando ainda era estudante de Publicidade e Propaganda, passou a acompanhar a mãe, que tem uma empresa de contabilidade para projetos culturais na Taquara, em reuniões com clientes.

Foi quando notou que muitos não tinham uma identidade visual alinhada com seu propósito. Gonzales começou a dar sugestões que eram prontamente aceitas, o que despertou nele a vontade de ir além.

— Os clientes da minha mãe gostavam muito do que eu falava e viram que o marketing poderia fazer com que eles otimizassem as suas finanças. Eles começaram a me pedir projetos — relembra ele, que montou a TRIB3 Digital no meio de 2016 e se formou no fim daquele ano.

Sem ajuda de sócios, ele conta que sentiu muita dificuldade em tocar tudo sozinho e conseguir viver apenas com a renda do próprio negócio. Por isso, optou por também trabalhar na empresa da família.

Ao mesmo tempo, começou a cursar MBA em Gestão, Empreendedorismo e Marketing na PUC. Nos próximos dois anos e meio, ele vai interromper a carreira de empresário para estudar no Canadá. Pretende voltar de lá com bagagem necessária para retomar a TRIB 3 Digital:

— O mercado aqui é bom, mas difícil. Graças ao que ganhei com a empresa, vou estudar fora. Quero me aprofundar para voltar e dar continuidade à empresa.

FONTE: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

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5 frases que pessoas fracassadas dizem para se iludir

O fracasso é um medo permanente em nossas vidas. É um fantasma que destrói sonhos e torna a trajetória rumo ao sucesso mais difícil. Algumas pessoas enxergam a falha como uma oportunidade para aprender mais e não cometer os mesmos erros novamente.

Mas outras não. Encaram o fracasso como o fim de um sonho. E acreditam que não têm culpa pelos seus erros.

Por isso, têm um discurso pessimista, usado por eles para que acreditem que o insucesso existiu por causa de fatores externos.

Para o empreendedor digital americano Larry Kim, essa autoilusão é refletida em algumas frases, normalmente ditas por quem fracassou. Ele afirma que essas sentenças desestimulam os empreendedores, pois mostram que o sucesso é praticamente impossível.

Em reportagem do site da revista “Inc.“, Kim lista as frases. Saiba quais são elas e as evite:

1. “Agora meu dia está arruinado”
De fato, é ruim começar o dia com o pé esquerdo. Mas, segundo Kim, proferir essa frase incentiva as pessoas a pensar que nada mais dará certo e, consequentemente, faz com que elas não se esforcem mais nas horas seguintes. Por mais que seu dia tenha começado mal, há chances importantes de algo bem legal acontecer. Seja otimista.

2. “Essa pessoa só serve para me atrapalhar”
A frase é bastante egocêntrica, de acordo com Kim, e muito provavelmente não corresponde à realidade por uma razão simples: é bem difícil que alguém tenha tempo especialmente para te prejudicar. Caso realmente haja uma perseguição, faça o possível para ignorá-la. Quanto maior for a sua reação, mais fortes serão as provocações.

3. “Não há chance disso funcionar”
Outra vez, este é mais um recurso de quem desiste antes mesmo de tentar buscar uma solução. Vale dizer que, naturalmente, nenhum empreendedor deve insistir algo que não dará certo. Ou seja: essa frase até pode ser dita. Mas só após algumas tentativas.

4. “É impossível”
É usada nos mesmos contextos em que a sentença anterior costuma surgir. E também só pode ser dita por quem pelo menos tentou algo.

5. “Eu sou péssimo fazendo isso”
Todos têm pontos fortes e fracos. Mas, assim como na primeira sentença, esta também pode levar quem a diz a não dar tudo de si em um determinado trabalho. É como se a pessoa fosse tão ruim em alguma coisa que nem tentasse fazê-la.

Kim diz que empreendedores, até por não terem muitos funcionários, não podem ter essa postura. Devem estar dispostos a trabalhar em áreas que não dominam e  sempre aprender.

 

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