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FATOS RELEVANTES SOBRE O MERCADO DE MULTINÍVEL

A ostentação atrai o tolo e repele o sábio.

A ostentação é barata. Por isso vende mais.

O problema começa depois que você compra e descobre o que comprou.

O marketing multinível no Brasil não possui uma reputação à altura desta excepcional atividade, como ocorre em outros países, não por causa das empresas, ou dos produtos, nem somente da ignorância, mas por causa dos próprios distribuidores.

Distribuidores que ao invés de venderem a autenticidade preferem vender a ostentação.

Ao invés de oferecerem a oportunidade de trabalho, oferecem o oportunismo desmedido.

Ao invés de promoverem o desenvolvimento, o empreendedorismo, a superação, promovem ganhos exorbitantes quase em um modelo de loteria premiada, como se sorte fosse.

A sociedade está cansada das fantasias, dos discursos feitos, da desconfiança do “bom demais para ser verdade”.

O multinível passará a ser respeitado como deve ser quando seus próprios “profissionais” saírem do amadorismo e, de uma vez por todas, enxergarem o poder e, com isso, a responsabilidade que têm em mãos.

Vender as conquistas, sem a coexistência de trabalho duro, é utopia, alienação e beira o estelionato.

Vender o trabalho duro, sem apresentar as potenciais conquistas, por sua vez é vender algo que ninguém quer comprar.

Encontrar o equilíbrio é necessário e é fácil de encontrá-lo, desde que a verdade e a honestidade sejam as únicas armas dos profissionais de multinível.

Suba com consistência, sem pular etapas, para quando atingir o topo, consiga manter-se lá.

Acredite ou não, a indústria do Marketing de Rede formou muitos Milionários pelo mundo, um deles foi Donald Trump, atual Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente no Brasil nossa cultura do Imediatismo faz com que distribuidores trabalhem de forma amadora, prometendo ganhos fáceis sem requerer trabalho e empenho. E isso põe em cheque a credibilidade do MMN fazendo com que as pessoas tenham desconfiança do negócio.  Se você recebeu algum convite para trabalhar com Marketing de Rede (MMN) analise a proposta da empresa e seus produtos. Verifique se a Empresa está associada na ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE VENDA DIRETA – ABEVD órgão que fiscaliza as empresas de vendas direta atuando no MMN. Enfim existem muitos subsídios para você estar pesquisando e se informando para ter certeza que esse trabalho é ético, legal e moral, muito diferente de esquemas de Pirâmides Financeiras. Onde nesse modelo não existe produtos ou serviços envolvidos, somente recrutamento. Se quiser trabalhar nesse mercado será um prazer tê-lo(a) conosco, mais informações entre em CONTATO !

 

Manuel D Oliveira Filho – Empreendedor de Marketing de Rede 

 

 

 

 

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FINANCIAMENTO PARA QUEM NÃO TEM COMO PAGAR KIT DE ADESÃO

O crescimento do segmento de MMN está diretamente atrelado aos seguintes fatores:

1. Cada vez mais empresas aderem ao Multinível;

2. Cada vez mais as pessoas entendem o potencial de ganhos e aderem a empresas;

3. Cada vez mais os empreendedores estão se profissionalizando e obtendo melhores resultados;

4. Cada vez mais empreendedores estão vendendo mais produtos de empresas do trade.

Tudo isso faz o mercado movimentar pessoas e bilhões de reais, todo ano.

Por este motivo, grandes financeiras e bancos, estão atentas ao boom do segmento, nascendo aí uma grande oportunidade das taxas de adesão serem financiadas para quem está sem capital e sem crédito.

Os bancos Bradesco e Itaú tendem a sair na frente. Algumas financeiras e empresas de factoring também estão estudando o mercado. Muitas delas estão em contato com a Abranetwork (Associação Brasileira de Network Marketing) afim de se aprofundarem no entendimento das motivações e fatores de escolha das empresas por parte dos empreendedores.

Existe um programa do Governo Federal, muito pouco divulgado, que subsidia até R$ 1.800,00 em 24 meses, com juros de 0,48% ao mês para quem deseja empreender e não possui crédito.

Se a pessoa tiver com nome sujo, poderá ter um fiador que possua renda superior ao valor solicitado.

O programa é uma lei de incentivo ao empreendedorismo, para quem possui uma micro empresa individual.

Para maiores informações, entre em contato com o Sebrae.

Mas todo cuidado é pouco, porque empresas podem cobrar taxas e juros abusivos. A idéia é ajudar as pessoas a terem uma renda extra ou extraordinária e não já começarem a empreender pagando juros altos e com dívida.

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POLISHOP PASSA A SER MARCA DE ALTO RENOME NO BRASIL PELO INPI

A Polishop está em festa. O INPI concedeu o título de Marca de Alto Renome pra a empresa.

Somente 68 marcas possuem este título e fazem parte desta categoria.

Uma das grandes vantagens desta inclusão, é que a Polishop não precisará registrar sua marca em algumas categorias, pois ela possui direito de ter registro em todas as categorias existentes do INPI.

Entrar neste seleto grupo não é fácil e sua inclusão se deu pelo fato da marca ser conhecida e respeitada por mais de 90% dos Brasileiros, conforme pesquisa realizada pelo IBOPE.

Outro ponto surpreendente, é que a empresa é a segunda mais jovem (Apenas 18 anos de existência) a conseguir entrar nesta categoria. A empresa mais jovem á nada mais, nada menos que o Facebook, marca internacional. Por isso, a Polishop é a marca brasileira mais jovem a entrar neste seleto grupo.

Conheça as empresas que estão neste seleto grupo:

Fusca

Barbie

PlayStation

Faber-Castell

Toyota

Sonho de Valsa

Petrobras

Bauducco

Vivo

Ferrari

Tigre

Ibope

Coca-Cola

Shell

Dona Benta

Natura

Brahma

Bohemia

Claro

Nike

Volkswagen

Red Bull

Glaxosmithkline

Nivea

Bombril

Viagra

Puma

Dove

Rexona

Adidas

Shell

Nissan

Hollywood

Paçoquita

Rexona

Derby

BIS

Bayer

Jeep

Aspirina

Vigor

Itaú

Garoto

Blindex

Visa

Ford

Google

Ninho

Elma Chips

Credicard

Walmart

Omo

SBT

Land Rover

Caixa

Facebook

Nike

Pernanbucanas

Neosaldina

Consul

Brastemp

Bic

Hellmann’s

O Boticário

Havaianas

Lupo

Pirelli

Tramontina

Fanta

Sprite

Unimed

Votorantim

Volvo

LaCoste

 

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10 SINAIS DE QUE VOCÊ NUNCA SERÁ RICO

Ser muito certinho, não investir e trabalhar demais são alguns deles.

Ser milionário é um objetivo na sua vida, preste atenção nos hábitos listados a seguir. São sinais que podem indicar que você está longe de acumular muito dinheiro um dia.

1. Ser muito certinho e não arriscar;

Gostar de desafios e estar aberto a mudanças são pré-requisitos para se tornar milionário. Isso significa que se você recusa uma proposta de assumir uma nova função no trabalho ou de morar no exterior, sem nem avaliar direito, dificilmente sua conta bancária crescerá muito.

“Milionários são pessoas inquietas e questionadoras, se arriscam muito na vida”, aponta o professor Ricardo Rochman, coordenador do mestrado profissional em economia da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP).

2. Não investir no mercado financeiro;

A dica de se arriscar mais também vale para as aplicações no mercado financeiro, que aceleram o processo de enriquecimento. Dificilmente quem tem medo de aplicar em qualquer outro investimento além da poupança será milionário, segundo Rochman, da FGV. “Quem quer ser rico não necessariamente precisa aplicar em ações, mas tem que diversificar os investimentos e ficar ligado no que acontece no mercado”, sugere.

3.Trabalhar demais e viver sem tempo livre;

Boas ideias de como ganhar dinheiro surgem quando as pessoas saem da rotina com frequência. “Quem não tem tempo livre não vai ser rico”, diz Rochman, da FGV. Ele aconselha reservar brechas na agenda para ficar por dentro das inovações pelo mundo e procurar novos modelos de negócio e oportunidades no mercado financeiro.

Nos momentos de ócio, também é preciso observar o que acontece ao redor, já que grandes ideias de negócio surgem quando se percebe como resolver os problemas das pessoas no dia a dia.

4. Odiar o trabalho;

Até dá para não gostar do que se faz e mesmo assim acumular dinheiro, mas qual a graça de ser rico e não ser feliz? Além disso, Rochman, da FGV, lembra que é mais difícil trabalhar durante muito tempo com algo que se odeia, e que acumular dinheiro costuma demorar. “Jovens só enriquecem porque podem se arriscar à vontade, mas ninguém vira milionário da noite para o dia”, diz.

5. Não ter sonhos na vida;

Ricos sonham muito, além de ganhar milhões. “São aqueles objetivos que só de pensar nos causam arrepios”, diz o educador financeiro Silvio Bianchi, da DSOP Educação Financeira. Ele explica que ter dinheiro não deve ser um objetivo, mas um meio para atingi-lo. Assim, enriquecer vira só uma consequência.

Pessoas que têm sonhos agem como empreendedoras, mesmo que não abram um negócio próprio e permaneçam assalariadas.

6. Ser imediatista e querer tudo para ontem;

Pessoas ricas são pessoas prósperas, e a origem da palavra “prosperar” está ligada a ter esperança e a esperar, como explica Bianchi, da DSOP Educação Financeira. “Quem consegue resultados financeiros no futuro sabe aguardar o tempo necessário para comprar”, diz Bianchi. Poupar exige paciência e é essencial para enriquecer. 

7. Economizar demais;

Acredite, economizar em excesso pode ser ruim se você quer ser rico. Pessoas que pechincham demais e que sempre querem economizar ao máximo, às vezes, deixam de viver experiências que podem ser importantes, como uma viagem para um congresso ou um almoço com pessoas diferentes.

“Aquela pessoa que está sempre preocupada em economizar perde oportunidades na vida e tem dificuldades para entender a diferença entre gastar e investir”, diz o orientador financeiro Conrado Navarro, idealizador da Dinheirama.

O professor de finanças Gilberto Braga, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Ibmec-RJ), concorda. “Quem vai no restaurante e escolhe o prato pelo preço, e não pela comida, dificilmente será rico”, diz Braga. Ele entende que é preciso equilibrar o preço e a satisfação pessoal na hora de fazer escolhas.

8. Pensar só em dinheiro;

Nem sempre o retorno financeiro imediato é o mais importante para se tornar milionário. Ao tomar decisões, quem pensa demais em dinheiro não enriquece. “As pessoas ficam tão preocupadas com o resultado financeiro que deixam oportunidades passar”, diz Navarro, da Dinheirama.

A ideia de abandonar o emprego para abrir o próprio negócio, por exemplo, pode não trazer mais retorno financeiro imediato, somente mais adiante, e nem por isso deixa de valer a pena. “Quando você pensa em excesso, dificilmente você alcança a riqueza”, orienta Navarro.

9. Achar que dinheiro não é importante;

No outro extremo, pessoas que não compreendem que o dinheiro pode transformar a vida também não enriquecem. “Achar que controlar dinheiro é coisa de rico torna as pessoas alienadas, inclusive para aprender como ganhar mais”, explica Navarro, da Dinheirama.

Ele aconselha que para aumentar o patrimônio é essencial fazer do dinheiro um assunto do dia a dia, que não surja apenas em momentos de dificuldade financeira.

10. Relacionar-se apenas com os amigos;

Frequentar ambientes onde os ricos estão pode ser um bom caminho para se tornar um deles, como sugere Braga, do Ibmec-RJ. “Você tem que se comportar como os ricos para desenvolver networking”, aconselha.

É preciso frequentar novos ambientes para criar relacionamentos com pessoas que podem apresentar oportunidades no futuro. “Ter um círculo de amizades além dos seus amigos do peito funciona mais do que mandar currículo”, recomenda. 

 

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Fonte: EXAME

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POLIEXPO 2017

Um dos maiores eventos da Polishop realizado em São Paulo no São Paulo EXPO na Rodovia dos imigrantes, reuniu mais de 25 Mil pessoas de todos País para conhecer os novos produtos e também para conhecer o novo Plano de Negócios OPPORTUNY 10.0.

Com o novo Plano oferece mais condições de crescimento para os novos empreendedores, como mais opções de Kit de cadastro e produtos e aumento das porcentagens de vendas diretas e na construção de rede.

Além do plano, novos produtos foram lançados na linha VIVA e BIOEMOTION.

 

 

Muitos reconhecimentos para os novos Rubis, Esmeraldas e Diamantes. Foram distribuídas duas Mercedes Benz. 

A nossa indústria de Multinível está cada vez mais se solidificando no Brasil e muitas pessoas, empresários, profissionais Liberais estão se associando nas Empresas De marketing De Rede e Mudando suas vidas com um simples trabalho de ajudar as pessoas.

A Polishop não poderia estar de fora desse Mercado Fantástico e já somos mais de 50 Mil Empreendedores em todo Brasil. Em 2020 a Marca será reconhecida Internacionalmente pelo Marketing Multinível.

 

Junte-se a nós !!! Não seja mais um no meio da multidão reclamando da crise, do Governo ou do País. Seja um Empreendedor Polishop com vc e mude de vida como eu e milhares de pessoas pelo Brasil a fora… Mais informações clique AQUI.

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ABRANETWORK TEM SEDE NO RIO DE JANEIRO QUE SERÁ PONTO DE ENCONTRO DOS EMPREENDEDORES

Conheça abaixo, a Abranetwork. A Associação Brasileira dos Empreendedores de Network Marketing que, irá te ajudar, te defender e te qualificar.

A Instituição, irá inaugurar nas próximas semanas sua sede no Rio de Janeiro, numa mansão no Joá, que funcionará como um Club de Network e Treinamento.

Numa das casas mais valiosas do Rio de Janeiro, os empreendedores terão eventos, videoteca, biblioteca, salas para reuniões, espaço para eventos, auditórios, cafeteria e será o polo gerador de educação e qualificação profissional.

Com apoio das maiores empresas do país, que atuam como Mantenedores, a Abranetwork, vai contribuir para o sucesso de empreendedores e do segmento.

Em breve, a Abranetwork terá filial em São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gostaria de ser um profissional de Marketing de Rede ?  Então entre em contato !

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SEBRAE INCLUI MARKETING MULTINÍVEL EM SUA PROGRAMAÇÃO

O SEBRAE está fazendo consultoria para empresas de pequeno porte que desejam adotar o MMN como formato de negócio.

Mais do que isso, está preparando estudos sobre o segmento, treinando e formando consultores e abrindo em sua grade especialização no assunto, através de uma coordenadoria.

Como sa sabe, o Brasil possui mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sem expectativas de conseguir carteira assinada, muitos trabalhadores apostam em nichos de mercado como alternativa de renda. Um deles é o marketing multinível, modelo que trabalha com a criação de uma rede. No ano passado, ele registrou R$ 40,4 bilhões em negócios.

Esse tipo de negócio consiste em oferecer produtos ou serviços diretamente ao consumidor, presencialmente ou pela internet. Entre suas vantagens, está o menor número de intermediários entre quem produz e quem consome, com base nos relacionamentos pessoais. “Funciona como uma rede. Família, amigos e conhecidos tornam-se clientes, tanto para comprar quanto para convidar outras pessoas. Nesse caso, a rede ganha uma comissão”, explica a analista do Sebrae Minas Andreza Capelo.

Outro ponto positivo desse tipo de negócio é o investimento mínimo, o que facilita o início das operações. “Não precisa investir em infraestrutura, não assume o pagamento de salários dos empregados que participam das tarefas administrativas da empresa e nem arrisca seu capital montando um grande negócio.

Antes de aceitar o convite de uma empresa, pesquise se o negócio é marketing multinível ou um modelo de pirâmide (que é ilegal no Brasil).

Algumas diferenças importantes:

O foco da pirâmide é basicamente o recrutamento de novos participantes. O marketing multinível visa distribuir produtos. Na pirâmide, há casos em que os produtos ou serviços sequer existem no mercado.

Em suas reuniões, o treinamento não é voltado para a venda/consumo, e sim para o recrutamento, sendo que o faturamento individual se baseia basicamente no número de pessoas recrutadas para a rede.

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IMEDIATISMO

O Imediatismo mata seus sonhos

Paciência é algo raro hoje em dia. A maior parte das pessoas só está interessada no agora, no tempo presente. Não sabem esperar.

Esse padrão de comportamento é chamado de cultura do imediatismo, na qual as pessoas são escravas do presente imediato.

Na cultura do imediatismo, ao mesmo tempo em que queremos tudo para o presente, esquecemos que ele existe. As ações e os pensamentos são regidos pela ansiedade.

Só queremos agora o que não temos. E quando temos, já não basta. Vivemos em um eterno descontentamento.

A cultura do imediatismo nos faz esquecer o presente, apaga o passado e bloqueia o futuro. O tempo deixou de ser linear.

Agora ele pode ser considerado um “instante prolongado”, como argumenta o professor de estudos de mídia na The New School University de Manhattan, Douglas Rushkoff.

Rushkoff atribui a cultura do imediatismo às mídias digitais, que teriam abolido a ideia de amanhã.

Para ele, é preciso saber lidar com o chamado presentismo. Mas, pouca gente sabe como lidar e as pessoas acabam ficando desorientadas, sem conseguir se envolver e viver cada instante.

Aliados à rapidez e prontidão que as mídias digitais proporcionam, os excessos estão diretamente relacionados à cultura do imediatismo.

Há excessos de informações, de mídias, de demandas de opções de lazer virtual, dentre outros.

Na internet, por exemplo, ao mesmo tempo em que lemos uma notícia, trabalhamos e recebemos mensagens em forma de e-mail ou nas redes sociais.

E ninguém consegue esperar por nada. Quem enviou a mensagem quer uma resposta imediata e quem recebeu quer fazer tudo ao mesmo tempo: responder, ler notícias e continuar trabalhando.

Sentimos dificuldade em sair disso porque a cultura do imediatismo nos envolve de tal maneira que não somos capazes de nos mover. A todo momento, surgem coisas novas e nos sentimos obrigados a dar conta de tudo.

Não sabemos planejar nem priorizar – e o caos se instala nas nossas vidas. Atribuímos o vilão dessa perturbação a própria evolução tecnológica tão presente em nosso dia a dia.

Em muitos casos o imediatismo causa problemas psicológicos para o indivíduo onde afeta diretamente sua percepção do futuro. Tudo tem seu tempo e se deixarmos o imediatismo nos dominar certamente teremos problemas em conseguir construir algo de importante em nossas vidas, tanto no sentido pessoal como profissional.  Temos que aprender sermos pacientes mesmo vivendo num mundo em alta velocidade.

A cultura do imediatismo pode atrapalhar até em construirmos nossos sonhos que são tão importantes para nossa vida, por exemplo, iniciar uma faculdade, iniciar um negócio próprio, enfim, tudo que exija paciência e resiliência teremos grandes dificuldades em nos manter focados em nossos projetos se formos ansiosos e imediatistas.  A grande sabedoria dos vencedores é ser paciente e trabalhar focado nos objetivos. Isso exige treino e autocontrole.

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THE MONEY IS FAKE

A frase “The Money is fake” (O dinheiro é falso) dito por um dos maiores empresários e investidores do mundo e autor da obra prima “Pai Rico e Pai Pobre” Um dos livros mais vendidos do mundo, Robert Kiyosaki, em um congresso em São Paulo nos dias 23 e 24 de Setembro ele palestrou para mais de 5000 pessoas passando a atual situação econômica Mundial. As previsões segundo ele não são animadoras para o mundo, pois o que vemos é um ciclo vicioso dos países emitir moedas no mercado sem um controle das Políticas monetárias. Isso acontece quando a moeda perde seu valor de compra e consequentemente gera inflação e o empobrecimento das pessoas.

O maior problema foi quando o Presidente Americano em 1971 Richard Nixon desvinculou o dólar Americano do Lastre de Ouro. Isso gerou um “descontrole” monetário pelo mundo onde todos os países também fizeram parte da corrida de emissão de suas moedas no mercado. Segundo Robert Kiyosaki teremos um colapso Global devido a essa forma como o mercado cambial está se comportando. Ou seja, o dólar pode perder seu valor de um dia para noite afetando todas as outras moedas mundiais. E quando isso acontecer poderemos ter uma crise igual dimensão ou pior vivida na “Depressão em 1929″. Os maiores afetados serão os países pobres e as classe sociais mais pobres do mundo. Por isso o nome: ” The Money is fake” – (O dinheiro é falso).  O que chama atenção desse cenário é que a maioria das pessoas economicamente ativas não estão preparadas para essa realidade. Muitos especialistas já dizem que trabalhar para terceiros é mais arriscado do que ter seu próprio negócio.

Esse quadrante acima feito por Robert Kiyosaki mostra onde as pessoas estão no mercado. Você provávelmente deve estar em algum quadrante, já sabe onde está ? Pois é, você notou a diferença? A boa notícia que você pode estar no quadrante “D” ou “I” Mas nem todos estarão preparados para isso por causa do “Mindset” (Mentalidade), ou seja, a educação financeira. Por que você acha que nas escolas ou Universidades não é ensinado sobre educação financeira? Muito simples a resposta, porque somos criados pelo “sistema” a trabalhar para alguém e dar dinheiro para o banco. Agora eu pergunto, por que as pessoas não criam sua própria economia? Se você criar sua própria economia poderá migrar para o quadrante “D” ou “I”. Para os empresários e grandes investidores a melhor forma de proteger seus ativos é investir em metais preciosos como o ouro e a prata, pois esse metais não perdem valor tanto como o papel moeda. “Os Ricos não trabalham por dinheiro, é o dinheiro que trabalha para eles”

  (Robert Kiyosaki).

Meu nome é Manuel D Oliveira Filho, trabalho com Marketing de Rede e se quiser ter seu próprio negócio, sem chefes, com liberdade de horário, liberdade Geográfica e mais tempo para você e sua família e conquistar Independência Financeira com Qualidade de Vida. Entre em contato e SAIBA MAIS.

 

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DINHEIRO TRAZ FELICIDADE, SIM, APONTA PESQUISA

Dinheiro traz felicidade sim. A máxima contrária (de que não traz) está equivocada, segundo pesquisa da Sondagem do Bem-Estar apurados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Quanto mais alta a renda do brasileiro, maior a pontuação no ranking de satisfação.

Os entrevistados que recebiam até R$ 1,2 mil por mês – a faixa de renda mais baixa da pesquisa – tiveram a menor média de felicidade, 7,58 pontos. Na faixa de renda mais alta, com pessoas que recebiam R$ 10 mil ou mais mensais, o nível de satisfação subiu para 8,22 pontos.

“Quando você pensa em satisfação com a vida, você leva em conta vários aspectos, subjetivos e objetivos. A questão da renda é muito importante, é bastante tocada nas pesquisas de bem-estar no mundo inteiro. Quanto maior a renda, a média de felicidade é mais alta”, confirmou Viviane Seda, coordenadora da sondagem no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Na pesquisa da FGV, a média de felicidade foi crescendo conforme a média de renda se ampliava: de R$ 1.200 a R$ 2.600 mensais, 7,77 pontos; de R$ 2.600 a R$ 5.250, 7,94 pontos; e de R$ 5.250 a R$ 10.000, 8,09 pontos.

Exemplos de vida

O vendedor ambulante Jorge Luís, de 61 anos, tem saudade da época em que ganhava dinheiro de forma considerável – três salários mínimos mensais – como auxiliar de serviços gerais, numa empresa prestadora de serviços para a Petrobrás. A perda do emprego e, consequentemente, da carteira assinada levou dele também direitos trabalhistas, benefícios e boa parte da renda familiar.

Hoje, vendendo picolés nas ruas do centro do Rio de Janeiro, ele ganha o suficiente para suas necessidades primárias, mas precisa da ajuda de parentes para o sustento da casa onde vive em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

“Naquela época nós éramos felizes e não sabíamos. Eu era mil vezes mais feliz do que hoje. Eu só consigo tirar meu sustento porque, graças a Deus, não pago aluguel e minha família me ajuda, todo mundo trabalha”, contou Luís.

Diego Nicheli Chagas viu sua satisfação pessoal aumentar conforme ascendia profissionalmente e em termos de dinheiro. Em menos de oito anos, o jovem passou de trainee a coordenador na área financeira do Grupo Estácio. Há apenas seis meses veio a última promoção, virou gerente de Operações Financeiras no conglomerado de educação.

“O salário foi ficando mais elevado, a vida começou a mudar. Eu, que era noivo, consegui me casar. Hoje minha mulher e eu temos a nossa casa. Depois de sete anos, além de ter me estabilizado financeiramente, estou estabilizado profissionalmente, estou muito mais feliz”, disse ele.

Conquistas

Com a evolução da renda de Diego Nicheli Chagas, surgiram novas oportunidades, descobertas, experiências para toda a família. “Venho de uma família um pouco mais humilde. Tive uma ascensão profissional rápida e consegui conquistar muitas coisas que não imaginava. Com certeza estamos mais satisfeitos agora. Com um salário maior você tem acesso a coisas novas, restaurantes melhores, viagens internacionais. Conseguimos proporcionar até para as nossas famílias algumas dessas viagens”, disse Diego.

Se por um lado a evolução da renda afeta positivamente a felicidade, o desemprego e a desigualdade impactam negativamente, mostrou a pesquisa da FGV.

“O Brasil é um País em desenvolvimento, tem muito a evoluir, tem que focar principalmente na redução da desigualdade. Não adianta aumentar a renda para uma faixa apenas. A renda tem que ser mais bem distribuída”, afirmou Viviane Seda.

Homens e paulistas mais felizes

Homens são mais felizes que as mulheres. Paulistas estão mais satisfeitos do que os cariocas. A diferença pode ser também explicada pela renda. Os homens tiveram 7,98 pontos no ranking de felicidade, ante 7,90 pontos das mulheres, numa escala de 0 a 10. Em São Paulo, o nível de satisfação alcançou 7,96 pontos. No Rio, o resultado foi de 7,91 pontos.

“Provavelmente essa média maior de felicidade em São Paulo do que no Rio tem a ver com a renda mesmo”, contou a coordenadora da pesquisa.

Apesar das diferenças, na média geral, os países da América Latina têm pontuação alta em relação a outros lugares do mundo, lembrou Viviane Seda: “Isso acontece por conta da questão do convívio social maior, mais interação entre as pessoas, isso ajuda na sensação de bem-estar”.

A Sondagem do Bem-Estar ouviu 2.594 moradores das cidades do Rio e São Paulo. A primeira fase de coleta ocorreu entre os dias 1.º de junho e 4 de agosto de 2016, enquanto a segunda etapa foi a campo de 5 de setembro a 31 de outubro do mesmo ano.

Fonte: https://acrediteounao.com/

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