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trabalho em casa

FINANCIAMENTO PARA QUEM NÃO TEM COMO PAGAR KIT DE ADESÃO

O crescimento do segmento de MMN está diretamente atrelado aos seguintes fatores:

1. Cada vez mais empresas aderem ao Multinível;

2. Cada vez mais as pessoas entendem o potencial de ganhos e aderem a empresas;

3. Cada vez mais os empreendedores estão se profissionalizando e obtendo melhores resultados;

4. Cada vez mais empreendedores estão vendendo mais produtos de empresas do trade.

Tudo isso faz o mercado movimentar pessoas e bilhões de reais, todo ano.

Por este motivo, grandes financeiras e bancos, estão atentas ao boom do segmento, nascendo aí uma grande oportunidade das taxas de adesão serem financiadas para quem está sem capital e sem crédito.

Os bancos Bradesco e Itaú tendem a sair na frente. Algumas financeiras e empresas de factoring também estão estudando o mercado. Muitas delas estão em contato com a Abranetwork (Associação Brasileira de Network Marketing) afim de se aprofundarem no entendimento das motivações e fatores de escolha das empresas por parte dos empreendedores.

Existe um programa do Governo Federal, muito pouco divulgado, que subsidia até R$ 1.800,00 em 24 meses, com juros de 0,48% ao mês para quem deseja empreender e não possui crédito.

Se a pessoa tiver com nome sujo, poderá ter um fiador que possua renda superior ao valor solicitado.

O programa é uma lei de incentivo ao empreendedorismo, para quem possui uma micro empresa individual.

Para maiores informações, entre em contato com o Sebrae.

Mas todo cuidado é pouco, porque empresas podem cobrar taxas e juros abusivos. A idéia é ajudar as pessoas a terem uma renda extra ou extraordinária e não já começarem a empreender pagando juros altos e com dívida.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

POLISHOP PASSA A SER MARCA DE ALTO RENOME NO BRASIL PELO INPI

A Polishop está em festa. O INPI concedeu o título de Marca de Alto Renome pra a empresa.

Somente 68 marcas possuem este título e fazem parte desta categoria.

Uma das grandes vantagens desta inclusão, é que a Polishop não precisará registrar sua marca em algumas categorias, pois ela possui direito de ter registro em todas as categorias existentes do INPI.

Entrar neste seleto grupo não é fácil e sua inclusão se deu pelo fato da marca ser conhecida e respeitada por mais de 90% dos Brasileiros, conforme pesquisa realizada pelo IBOPE.

Outro ponto surpreendente, é que a empresa é a segunda mais jovem (Apenas 18 anos de existência) a conseguir entrar nesta categoria. A empresa mais jovem á nada mais, nada menos que o Facebook, marca internacional. Por isso, a Polishop é a marca brasileira mais jovem a entrar neste seleto grupo.

Conheça as empresas que estão neste seleto grupo:

Fusca

Barbie

PlayStation

Faber-Castell

Toyota

Sonho de Valsa

Petrobras

Bauducco

Vivo

Ferrari

Tigre

Ibope

Coca-Cola

Shell

Dona Benta

Natura

Brahma

Bohemia

Claro

Nike

Volkswagen

Red Bull

Glaxosmithkline

Nivea

Bombril

Viagra

Puma

Dove

Rexona

Adidas

Shell

Nissan

Hollywood

Paçoquita

Rexona

Derby

BIS

Bayer

Jeep

Aspirina

Vigor

Itaú

Garoto

Blindex

Visa

Ford

Google

Ninho

Elma Chips

Credicard

Walmart

Omo

SBT

Land Rover

Caixa

Facebook

Nike

Pernanbucanas

Neosaldina

Consul

Brastemp

Bic

Hellmann’s

O Boticário

Havaianas

Lupo

Pirelli

Tramontina

Fanta

Sprite

Unimed

Votorantim

Volvo

LaCoste

 

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POLIEXPO 2017

Um dos maiores eventos da Polishop realizado em São Paulo no São Paulo EXPO na Rodovia dos imigrantes, reuniu mais de 25 Mil pessoas de todos País para conhecer os novos produtos e também para conhecer o novo Plano de Negócios OPPORTUNY 10.0.

Com o novo Plano oferece mais condições de crescimento para os novos empreendedores, como mais opções de Kit de cadastro e produtos e aumento das porcentagens de vendas diretas e na construção de rede.

Além do plano, novos produtos foram lançados na linha VIVA e BIOEMOTION.

 

 

Muitos reconhecimentos para os novos Rubis, Esmeraldas e Diamantes. Foram distribuídas duas Mercedes Benz. 

A nossa indústria de Multinível está cada vez mais se solidificando no Brasil e muitas pessoas, empresários, profissionais Liberais estão se associando nas Empresas De marketing De Rede e Mudando suas vidas com um simples trabalho de ajudar as pessoas.

A Polishop não poderia estar de fora desse Mercado Fantástico e já somos mais de 50 Mil Empreendedores em todo Brasil. Em 2020 a Marca será reconhecida Internacionalmente pelo Marketing Multinível.

 

Junte-se a nós !!! Não seja mais um no meio da multidão reclamando da crise, do Governo ou do País. Seja um Empreendedor Polishop com vc e mude de vida como eu e milhares de pessoas pelo Brasil a fora… Mais informações clique AQUI.

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JOÃO APPOLINÁRIO E O IMPÉRIO CHAMADO POLISHOP

A Polishop começou com a venda de uma dieta pela TV e se tornou uma gigante do mercado de infocomerciais – com mais de 600 produtos à venda pela TV, web, telefone e até em mais de 200 lojas em shoppings, com planos de abrir uma loja por semana até o fim do ano. Seu idealizador, João Appolinário, entra na linha para explicar o fenômeno.

 

Quem gosta de zapear pelos canais de TV ou passear pelos shopping centers da vida certamente conhece a marca Polishop – a loja que oferece “produtos revolucionários, inovadores”, que se
propõem a facilitar ou transformar sua vida. São equipamentos de ginástica domésticos que fazem você perder dezenas de quilos com pouco esforço, fritadeiras que não usam óleo, grills elétricos que fazem cortes de churrascaria, ferros de passar que não queimam a roupa e por aí vai.
Longe de ser um “1406” – aqueles Infocomerciais de TV na década de 1990 que durante cinco minutos vendiam um produto meio maluco, como meias que não desfiavam ou facas que cortavam até latas de cerveja –, a Polishop conseguiu aperfeiçoar o formato e hoje é um verdadeiro case de marketing brasileiro, que deveria ser estudado por PhDs ao redor do mundo. Fundada em
1991, atualmente a empresa vende 600 produtos, 90% deles exclusivos. Mantém 3 mil funcionários que põem para funcionar desde seu moderno Call Center – que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana – até estúdios de TV próprios, onde são produzidos filmes e programas com qualidade digital, alta definição e até em tecnologia 3D. A Polishop é a maior anunciante da TV brasileira, com mais de 150 horas diárias de infocomerciais.

Fora isso, a empresa produz mensalmente mais de 1,5 milhão de revistas que funcionam como um catálogo dos produtos oferecidos, além de manter uma rede com 211 lojas (próprias) e 10 quiosques espalhados pelos principais shopping centers do Brasil. E está em curso a meta de abrir 50 lojas até o fim do ano, ou seja, quase uma por semana. Isso sem falar de uma eficiente estrutura de logística para atender pedidos de qualquer domicílio brasileiro ao alcance das lojas.

No comando desse império está não um grupo e sim um único empresário: João Appolinário, um paulista de 55 anos, falante, simpático, inteligente e muito seguro. Qualidades que o fizeram chegar onde chegou.

O começo

Todo empresário de sucesso tem em sua história um momento em que apostou, tomou uma decisão ousada que mudou totalmente a sua vida. João Appolinário não foge à regra. Sua escola no mundo dos negócios foram as concessionárias de veículos Ford e Honda da família, no ABC paulista. “Lá aprendi, sem me dar conta, o conceito de multicanal. Uma concessionária oferece produtos novos a cada ano, além de acessórios, serviços, oficina, seguros, enfim, atende a diversas demandas dos clientes”, afirma João Appolinário, no começo do bate-papo na sede da empresa, em São Paulo.

Ele poderia ter seguido a carreira nas empresas da família, mas, inquieto, aventurou-se em voos solos. Tentou o ramo de confecção, depois uma rede de fast-food chinesa até que emplacou uma sociedade de sucesso na rede de academias de ginástica Runner. Tudo estava indo bem até que, em 1994, o amigo Gugu da Cruz, genro de Emerson Fittipaldi, convidou João Appolinário para trazer ao Brasil um produto que fazia o maior sucesso nos Estados Unidos: o Seven Day Diet, revolucionária dieta sob a forma de shake criada pelo nutricionista Gary Smith. Fittipaldi topou entrar de sócio, só emprestando sua imagem, sem colocar um tostão. Capital inicial previsto: US$ 1 milhão. João Appolinário enxergou a oportunidade. Vendeu sua participação na Runner para o sócio e entrou no negócio que se transformaria na Polishop. A operação começou em 1999 e, em apenas seis meses, com estratégia maciça de anúncios na TV e em revistas, suportadas por um call center 24h, recuperou o investimento com um lucro tão absurdo que a empresa só tinha um caminho: trazer novos produtos com o mesmo perfil. “Todo bom negócio tem que dar certo no primeiro dia. E o que dá resultado não falta capital para se investir”, diz.

Produtos de sucesso

A receita do “Seven Day Diet” foi emblemática. Os produtos exclusivos que a Polishop vende desde então precisam “agregar valor”, serem absolutamente “revolucionários” e trazerem melhoria para a vida de seus consumidores. Se eles enxergam esses benefícios no produto, dispõem-se a pagar por ele muito mais do que os similares do mercado. Outra característica Polishop são produtos inovadores, muitos deles desenvolvidos por marcas famosas e tradicionais da indústria que enxergam na empresa o canal perfeito para lançarem suas novidades.
Antes de chegar às telas de TV, às lojas e revistas, cada produto Polishop é avaliado em seu potencial de consumo e seus diferenciais. Um comitê da empresa testa vários deles e seleciona alguns que são testados pelo próprio Appolinário, uma vez que são lançados de dois a três novos produtos a cada semana. “Os que emplacam ou mostram aceitação permanecem, os demais são descartados. Mantemos uma média de 600 produtos no nosso portfólio de vendas. A ideia é trazer sempre inovações e novidades para os nossos consumidores”, explica Appolinário.

Ele adora bater na tecla de que seu negócio é lançar tendências, soluções para se viver melhor. Por isso, além da criteriosa escolha dos produtos, ele promove e incentiva que os consumidores os experimentem nas lojas. “As pessoas não sabem se o produto funciona ou não. A gente precisa demonstrar o produto. Muitas vezes elas nem se davam conta de que tinham um problema até que a gente mostra a solução”, explica.

Como explicar que um produto Polishop pode custar até cinco vezes mais que um produto similar? Exemplo? Um ferro de passar Philips/Walita comum custa R$ 265. O modelo da Polishop, R$ 1.200. “O benefício tem valor. Facilitamos em dez vezes no cartão porque o benefício tem de caber no bolso”, explica Appolinário, com outra de suas frases de efeito.

Apesar de mais cara, os números mostram que o consumidor aprova a marca. O Grill George Foreman estreou no Brasil via Polishop em 2004. Dois anos depois, a empresa vendia um milhão de unidades do grill por ano. “Hoje, grill virou uma categoria de produto nas lojas”, comemora Appolinário. Segundo ele, o juicer foi pelo mesmo caminho, com vendas de um milhão de unidades/ano. Mas, atualmente, o campeão é a fritadeira  Air Frier, que dispensa óleo, com vendas de dois milhões de exemplares por ano. O sucesso é tamanho que fabricantes de outras marcas estão produzindo versões. Vai virar categoria.

“A Polishop é uma grande aliada da indústria porque lançamos inovação. Por isso temos parceiros como a Philips Walita. Se a concorrência fabrica uma cópia, e quebra a patente, o problema não é nosso, mas da indústria fabricante”, ressalta.

Nada de franquia

Appolinário é um empresário diferente. Para conseguir gerir o império que criou, trabalha 12 horas por dia. E se arrepia só de ouvir falar em franquias. Segundo ele, o modelo de negócios da
Polishop só é o que é pela integração dos diversos canais geridos de maneira exclusiva. E exemplifica: “Digamos que o cliente viu o produto na TV e se encantou. Pode ligar e comprar na hora. Mas se ele ficou meio indeciso, pode ir ao shopping assistir a uma demonstração e experimentar. Se ele não quiser comprar ali, pode levar a revista para casa e ficar namorando o produto. Até que ele liga para o Call Center para comprar. Ele pode esperar a entrega ou, se desejar, retirar o produto na loja mais próxima.

É tudo integrado. Como é que eu faria isso em um modelo de franquias? Não poderíamos concorrer com os nossos próprios franqueados. Não tenho nada contra as franquias, mas para nós não daria certo”, explica Appolinário. Ele destaca o pioneirismo da Polishop em atender o perfil do cliente moderno. “Somos uma empresa omini channel. Ou seja, atendemos o cliente do jeito que ele quiser, quando ele quiser, a hora que ele quiser, através de todos os pontos de contato: site próprio, loja física, aplicativos para celulares e rede social, call center e representantes de vendas 24 horas por dia sete dias por semana. É o cliente quem decide. O modelo do comerciante linear que fica esperando o cliente entrar na loja está com os dias contados”, defende.

O modelo implantado nas lojas de shopping também merece destaque. O cliente pode experimentar tudo, sentar na cadeira, andar na esteira, frisar o cabelo sem o compromisso de comprar. “Eu quero que o nosso cliente se sinta em casa, num ambiente gostoso. Certa vez, uma cliente entrou na loja e perguntou se podia experimentar a fritadeira Airfryer, que não usa óleo. Ela abriu a bolsa, tirou um saco plástico cheio de camarão temperado e colocou para fritar.

Resultado: comprou duas, uma para ela e outra para a filha fritar camarão sem que a casa ficasse cheirando”, conta, orgulhoso. É por essas e outras que a Polishop também comemora outro feito: tem clientes fiéis. “Depois que eles entendem o nosso conceito e o tipo de produto que oferecemos, eles não vão embora”, comemora João Appolinário.

A combinação entre uma boa carteira de clientes e as vendas de impulso fazem a Polishop crescer dois dígitos por ano, mesmo em anos difíceis. Appolinário considera que seu modelo omini
channel é o que mais se aproxima do consumidor de hoje e do futuro. Em vista disso, a Polishop está lançando um aplicativo para celular para que o cliente possa captar o key code do produto
anunciado na TV ou na revista e comprar pelo celular. “Eu gosto de inovar. Por outro lado, também adoro ficar do lado de fora de uma loja vendo os clientes experimentarem os produtos.
Me sinto feliz porque gosto do que faço”.

 

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ABRANETWORK TEM SEDE NO RIO DE JANEIRO QUE SERÁ PONTO DE ENCONTRO DOS EMPREENDEDORES

Conheça abaixo, a Abranetwork. A Associação Brasileira dos Empreendedores de Network Marketing que, irá te ajudar, te defender e te qualificar.

A Instituição, irá inaugurar nas próximas semanas sua sede no Rio de Janeiro, numa mansão no Joá, que funcionará como um Club de Network e Treinamento.

Numa das casas mais valiosas do Rio de Janeiro, os empreendedores terão eventos, videoteca, biblioteca, salas para reuniões, espaço para eventos, auditórios, cafeteria e será o polo gerador de educação e qualificação profissional.

Com apoio das maiores empresas do país, que atuam como Mantenedores, a Abranetwork, vai contribuir para o sucesso de empreendedores e do segmento.

Em breve, a Abranetwork terá filial em São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gostaria de ser um profissional de Marketing de Rede ?  Então entre em contato !

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SEBRAE INCLUI MARKETING MULTINÍVEL EM SUA PROGRAMAÇÃO

O SEBRAE está fazendo consultoria para empresas de pequeno porte que desejam adotar o MMN como formato de negócio.

Mais do que isso, está preparando estudos sobre o segmento, treinando e formando consultores e abrindo em sua grade especialização no assunto, através de uma coordenadoria.

Como sa sabe, o Brasil possui mais de 13 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sem expectativas de conseguir carteira assinada, muitos trabalhadores apostam em nichos de mercado como alternativa de renda. Um deles é o marketing multinível, modelo que trabalha com a criação de uma rede. No ano passado, ele registrou R$ 40,4 bilhões em negócios.

Esse tipo de negócio consiste em oferecer produtos ou serviços diretamente ao consumidor, presencialmente ou pela internet. Entre suas vantagens, está o menor número de intermediários entre quem produz e quem consome, com base nos relacionamentos pessoais. “Funciona como uma rede. Família, amigos e conhecidos tornam-se clientes, tanto para comprar quanto para convidar outras pessoas. Nesse caso, a rede ganha uma comissão”, explica a analista do Sebrae Minas Andreza Capelo.

Outro ponto positivo desse tipo de negócio é o investimento mínimo, o que facilita o início das operações. “Não precisa investir em infraestrutura, não assume o pagamento de salários dos empregados que participam das tarefas administrativas da empresa e nem arrisca seu capital montando um grande negócio.

Antes de aceitar o convite de uma empresa, pesquise se o negócio é marketing multinível ou um modelo de pirâmide (que é ilegal no Brasil).

Algumas diferenças importantes:

O foco da pirâmide é basicamente o recrutamento de novos participantes. O marketing multinível visa distribuir produtos. Na pirâmide, há casos em que os produtos ou serviços sequer existem no mercado.

Em suas reuniões, o treinamento não é voltado para a venda/consumo, e sim para o recrutamento, sendo que o faturamento individual se baseia basicamente no número de pessoas recrutadas para a rede.

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CONHEÇA OS MELHORES LUGARES DO MUNDO

Gosta de viajar? 

Isso já possível com o novo sistema de trabalho que já existe á décadas que chamamos de Marketing de Relacionamento. Você recebeu alguma viagem de sua empresa? Já foi reconhecido financeiramente pelo seu chefe ou patrão por desempenho? Muito provavelmente não. Nós estamos acostumados a só reclamar e vemos amigos, colegas de trabalho fazendo o mesmo. Ligamos a TV e o que vemos? Noticias de violência, desgraças para todo lado, não é? Então, é mais fácil reclamar do que tentar resolver os problemas, principalmente quando se trata de dinheiro, pois para a maioria é mais fácil ver seu time de futebol ganhar uma partida ou campeonato do que se preocupar com as finanças, não é verdade? Sempre quando o assunto é ganhar dinheiro existe bloqueios mentais que impede a pessoa sair da sua zona de conforto. Temos uma proposta de mudar isso na sua vida se quiser. Basta ler com atenção esse post e verá que possível ter uma qualidade de vida com independência financeira. Você estás disposto a trabalhar de 2 a 3 horas por dia sem deixar o que faz hoje para ter uma renda adicional? Quanto faria diferença para você? R$500,00, R$800,00, R$1000,00, R$5000,00, R$8.000,00 ? O que faria com essa quantia a mais na sua conta ? Acredito que com certeza faria muita diferença ! Como faz na minha e poderá fazer na sua vida e de outras pessoas. Além disso viajar para lugares incríveis sem gastar um centavo, pois você será reconhecido pelo seu trabalho e ainda um programa de viagens que estará disponível para o Brasil e o Mundo. Agora para ter acesso a essa qualidade de vida requer muito empenho e comprometimento, pois sabemos que tudo na vida tem que ser lutado, se receber qualquer proposta de ganhar dinheiro sem fazer nada, fuja !!!  Cuidado !!!

Nosso trabalho é de ajudar pessoas a realizarem seus sonhos, se você gosta de ajudar as pessoas então você é perfil que procuramos…

 

Procuramos pessoas simples que queiram mudar de vida e ajudar outras pessoas a também a mudar sua vidas, se você se identificou então deixe seu CONTATO e em breve eu pessoalmente entrarei em contato para uma conversa inicial.

Meu nome é Manuel D Oliveira Filho, seja bem vindo ao meu site. Trabalho com Marketing de Rede e Lidero e capacito pessoas e realizarem seus projetos através do empreendedorismo com enfoque em Marketing de Rede. Para conhecer meu trabalho entre em contato comigo ou navegue pelo meu site e conheça minha proposta de trabalho.

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IMEDIATISMO

O Imediatismo mata seus sonhos

Paciência é algo raro hoje em dia. A maior parte das pessoas só está interessada no agora, no tempo presente. Não sabem esperar.

Esse padrão de comportamento é chamado de cultura do imediatismo, na qual as pessoas são escravas do presente imediato.

Na cultura do imediatismo, ao mesmo tempo em que queremos tudo para o presente, esquecemos que ele existe. As ações e os pensamentos são regidos pela ansiedade.

Só queremos agora o que não temos. E quando temos, já não basta. Vivemos em um eterno descontentamento.

A cultura do imediatismo nos faz esquecer o presente, apaga o passado e bloqueia o futuro. O tempo deixou de ser linear.

Agora ele pode ser considerado um “instante prolongado”, como argumenta o professor de estudos de mídia na The New School University de Manhattan, Douglas Rushkoff.

Rushkoff atribui a cultura do imediatismo às mídias digitais, que teriam abolido a ideia de amanhã.

Para ele, é preciso saber lidar com o chamado presentismo. Mas, pouca gente sabe como lidar e as pessoas acabam ficando desorientadas, sem conseguir se envolver e viver cada instante.

Aliados à rapidez e prontidão que as mídias digitais proporcionam, os excessos estão diretamente relacionados à cultura do imediatismo.

Há excessos de informações, de mídias, de demandas de opções de lazer virtual, dentre outros.

Na internet, por exemplo, ao mesmo tempo em que lemos uma notícia, trabalhamos e recebemos mensagens em forma de e-mail ou nas redes sociais.

E ninguém consegue esperar por nada. Quem enviou a mensagem quer uma resposta imediata e quem recebeu quer fazer tudo ao mesmo tempo: responder, ler notícias e continuar trabalhando.

Sentimos dificuldade em sair disso porque a cultura do imediatismo nos envolve de tal maneira que não somos capazes de nos mover. A todo momento, surgem coisas novas e nos sentimos obrigados a dar conta de tudo.

Não sabemos planejar nem priorizar – e o caos se instala nas nossas vidas. Atribuímos o vilão dessa perturbação a própria evolução tecnológica tão presente em nosso dia a dia.

Em muitos casos o imediatismo causa problemas psicológicos para o indivíduo onde afeta diretamente sua percepção do futuro. Tudo tem seu tempo e se deixarmos o imediatismo nos dominar certamente teremos problemas em conseguir construir algo de importante em nossas vidas, tanto no sentido pessoal como profissional.  Temos que aprender sermos pacientes mesmo vivendo num mundo em alta velocidade.

A cultura do imediatismo pode atrapalhar até em construirmos nossos sonhos que são tão importantes para nossa vida, por exemplo, iniciar uma faculdade, iniciar um negócio próprio, enfim, tudo que exija paciência e resiliência teremos grandes dificuldades em nos manter focados em nossos projetos se formos ansiosos e imediatistas.  A grande sabedoria dos vencedores é ser paciente e trabalhar focado nos objetivos. Isso exige treino e autocontrole.

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6 RAZÕES QUE TE FAZEM ESTAR SEMPRE SEM DINHEIRO

A principal queixa de quem tem o sonho de empreender, mas não consegue é a falta de dinheiro. Que, por maior que seja o esforço, o salário não é o suficiente para custear as despesas mensais e ainda poupar para abrir o próprio negócio. No entanto, seus bolsos vazios podem não ser fruto do azar. A culpa pode ser sua.

A opinião é do empreendedor e especialista em finanças americano Grant Cardone. Ele afirma que, em muitos casos, a falta de conhecimento, um pouco de preguiça e crenças equivocadas podem fazer com que você não consiga ter dinheiro. Em artigo, publicado originalmente no site da revista “Entrepreneur”, Cardone listou quais os fatores que podem estar corroendo as suas chances de sucesso financeiro.

Saiba quais:

1. Analfabetismo financeiro:
Cardone afirma que a esmagadora maioria das pessoas, e até dos empreendedores, não sabe nada sobre finanças. E ele nem está falando de fundamentos avançados que são ensinados apenas nas faculdades de ciências econômicas espalhadas pelo mundo. No caso, as pessoas não costumam nem ter planilhas de despesas, recurso simples para ver que gastos podem ser cortados.

Falta também conhecimento para investir as economias em fundos que rendam mais que a poupança e nem são tão arriscados assim. É importante não gastar em coisas desnecessárias e fazer o possível para o seu dinheiro render.

2. A casa da mamãe:
Jovens que ficam na casa dos pais normalmente o fazem para não arcar com custos extras de quem mora sozinho. No entanto, segundo Cardone, sair de casa vai fazer você ter mais dinheiro. Isso acontece porque se obriga a trabalhar mais para pagar o aluguel, o supermercado e as contas. Ao sair da zona de conforto para viver sozinho, fica mais fácil se esforçar para buscar a renda extra que pode, por exemplo, ser usada para abrir o seu negócio.

3. A crença no governo:
Para Cardone, ninguém deve esperar que o governo melhore sua vida, porque o mais provável é que nada acontecerá. Ele diz que você não deve esperar que a situação melhore. O que deve ser feito, segundo ele, é trabalhar para não depender de nenhuma benesse governamental.

4. Não botar a mão na massa:
Dica especial para quem já empreende: você não vai ter sucesso se quiser só coordenar o trabalho de sua equipe. É preciso estar disposto a fazer todos os trabalhos da empresa, ainda mais se você não tiver muita gente trabalhando com você.

Você tem que administrar o negócio, mas também saber vender, gerir pessoas e até fazer o cafezinho, se necessário. Assim, fica mais fácil ajudar sua equipe em momentos de emergência, como quando alguém falta, e ainda inspirar quem trabalha contigo.

5. Comparar-se a quem está pior:
Muita gente tenta se consolar dizendo que “não está tão mal assim”, porque há pessoas que nem emprego têm. De fato, você não está tão mal assim. Mas se você quiser crescer, o importante é se espelhar em quem está melhor com você. O conformismo impede a saída da zona de conforto, de acordo com Cardone.

6. Trabalhar oito horas por dia
Cardone afirma que oportunidades de sucesso não aparecem apenas das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira. Por isso, você não deve trabalhar somente oito horas por dia. Esteja disposto a buscar uma renda extra, ou a resolver os problemas de seus clientes, sempre que possível.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Conheça uma forma de trabalho que está posicionando muitas pessoas no mercado de trabalho como empreendedores independentes. CLIQUE AQUI  e saiba mais.

 

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THE MONEY IS FAKE

A frase “The Money is fake” (O dinheiro é falso) dito por um dos maiores empresários e investidores do mundo e autor da obra prima “Pai Rico e Pai Pobre” Um dos livros mais vendidos do mundo, Robert Kiyosaki, em um congresso em São Paulo nos dias 23 e 24 de Setembro ele palestrou para mais de 5000 pessoas passando a atual situação econômica Mundial. As previsões segundo ele não são animadoras para o mundo, pois o que vemos é um ciclo vicioso dos países emitir moedas no mercado sem um controle das Políticas monetárias. Isso acontece quando a moeda perde seu valor de compra e consequentemente gera inflação e o empobrecimento das pessoas.

O maior problema foi quando o Presidente Americano em 1971 Richard Nixon desvinculou o dólar Americano do Lastre de Ouro. Isso gerou um “descontrole” monetário pelo mundo onde todos os países também fizeram parte da corrida de emissão de suas moedas no mercado. Segundo Robert Kiyosaki teremos um colapso Global devido a essa forma como o mercado cambial está se comportando. Ou seja, o dólar pode perder seu valor de um dia para noite afetando todas as outras moedas mundiais. E quando isso acontecer poderemos ter uma crise igual dimensão ou pior vivida na “Depressão em 1929″. Os maiores afetados serão os países pobres e as classe sociais mais pobres do mundo. Por isso o nome: ” The Money is fake” – (O dinheiro é falso).  O que chama atenção desse cenário é que a maioria das pessoas economicamente ativas não estão preparadas para essa realidade. Muitos especialistas já dizem que trabalhar para terceiros é mais arriscado do que ter seu próprio negócio.

Esse quadrante acima feito por Robert Kiyosaki mostra onde as pessoas estão no mercado. Você provávelmente deve estar em algum quadrante, já sabe onde está ? Pois é, você notou a diferença? A boa notícia que você pode estar no quadrante “D” ou “I” Mas nem todos estarão preparados para isso por causa do “Mindset” (Mentalidade), ou seja, a educação financeira. Por que você acha que nas escolas ou Universidades não é ensinado sobre educação financeira? Muito simples a resposta, porque somos criados pelo “sistema” a trabalhar para alguém e dar dinheiro para o banco. Agora eu pergunto, por que as pessoas não criam sua própria economia? Se você criar sua própria economia poderá migrar para o quadrante “D” ou “I”. Para os empresários e grandes investidores a melhor forma de proteger seus ativos é investir em metais preciosos como o ouro e a prata, pois esse metais não perdem valor tanto como o papel moeda. “Os Ricos não trabalham por dinheiro, é o dinheiro que trabalha para eles”

  (Robert Kiyosaki).

Meu nome é Manuel D Oliveira Filho, trabalho com Marketing de Rede e se quiser ter seu próprio negócio, sem chefes, com liberdade de horário, liberdade Geográfica e mais tempo para você e sua família e conquistar Independência Financeira com Qualidade de Vida. Entre em contato e SAIBA MAIS.

 

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