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DINHEIRO TRAZ FELICIDADE, SIM, APONTA PESQUISA

Dinheiro traz felicidade sim. A máxima contrária (de que não traz) está equivocada, segundo pesquisa da Sondagem do Bem-Estar apurados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast. Quanto mais alta a renda do brasileiro, maior a pontuação no ranking de satisfação.

Os entrevistados que recebiam até R$ 1,2 mil por mês – a faixa de renda mais baixa da pesquisa – tiveram a menor média de felicidade, 7,58 pontos. Na faixa de renda mais alta, com pessoas que recebiam R$ 10 mil ou mais mensais, o nível de satisfação subiu para 8,22 pontos.

“Quando você pensa em satisfação com a vida, você leva em conta vários aspectos, subjetivos e objetivos. A questão da renda é muito importante, é bastante tocada nas pesquisas de bem-estar no mundo inteiro. Quanto maior a renda, a média de felicidade é mais alta”, confirmou Viviane Seda, coordenadora da sondagem no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Na pesquisa da FGV, a média de felicidade foi crescendo conforme a média de renda se ampliava: de R$ 1.200 a R$ 2.600 mensais, 7,77 pontos; de R$ 2.600 a R$ 5.250, 7,94 pontos; e de R$ 5.250 a R$ 10.000, 8,09 pontos.

Exemplos de vida

O vendedor ambulante Jorge Luís, de 61 anos, tem saudade da época em que ganhava dinheiro de forma considerável – três salários mínimos mensais – como auxiliar de serviços gerais, numa empresa prestadora de serviços para a Petrobrás. A perda do emprego e, consequentemente, da carteira assinada levou dele também direitos trabalhistas, benefícios e boa parte da renda familiar.

Hoje, vendendo picolés nas ruas do centro do Rio de Janeiro, ele ganha o suficiente para suas necessidades primárias, mas precisa da ajuda de parentes para o sustento da casa onde vive em Belford Roxo, na Baixada Fluminense.

“Naquela época nós éramos felizes e não sabíamos. Eu era mil vezes mais feliz do que hoje. Eu só consigo tirar meu sustento porque, graças a Deus, não pago aluguel e minha família me ajuda, todo mundo trabalha”, contou Luís.

Diego Nicheli Chagas viu sua satisfação pessoal aumentar conforme ascendia profissionalmente e em termos de dinheiro. Em menos de oito anos, o jovem passou de trainee a coordenador na área financeira do Grupo Estácio. Há apenas seis meses veio a última promoção, virou gerente de Operações Financeiras no conglomerado de educação.

“O salário foi ficando mais elevado, a vida começou a mudar. Eu, que era noivo, consegui me casar. Hoje minha mulher e eu temos a nossa casa. Depois de sete anos, além de ter me estabilizado financeiramente, estou estabilizado profissionalmente, estou muito mais feliz”, disse ele.

Conquistas

Com a evolução da renda de Diego Nicheli Chagas, surgiram novas oportunidades, descobertas, experiências para toda a família. “Venho de uma família um pouco mais humilde. Tive uma ascensão profissional rápida e consegui conquistar muitas coisas que não imaginava. Com certeza estamos mais satisfeitos agora. Com um salário maior você tem acesso a coisas novas, restaurantes melhores, viagens internacionais. Conseguimos proporcionar até para as nossas famílias algumas dessas viagens”, disse Diego.

Se por um lado a evolução da renda afeta positivamente a felicidade, o desemprego e a desigualdade impactam negativamente, mostrou a pesquisa da FGV.

“O Brasil é um País em desenvolvimento, tem muito a evoluir, tem que focar principalmente na redução da desigualdade. Não adianta aumentar a renda para uma faixa apenas. A renda tem que ser mais bem distribuída”, afirmou Viviane Seda.

Homens e paulistas mais felizes

Homens são mais felizes que as mulheres. Paulistas estão mais satisfeitos do que os cariocas. A diferença pode ser também explicada pela renda. Os homens tiveram 7,98 pontos no ranking de felicidade, ante 7,90 pontos das mulheres, numa escala de 0 a 10. Em São Paulo, o nível de satisfação alcançou 7,96 pontos. No Rio, o resultado foi de 7,91 pontos.

“Provavelmente essa média maior de felicidade em São Paulo do que no Rio tem a ver com a renda mesmo”, contou a coordenadora da pesquisa.

Apesar das diferenças, na média geral, os países da América Latina têm pontuação alta em relação a outros lugares do mundo, lembrou Viviane Seda: “Isso acontece por conta da questão do convívio social maior, mais interação entre as pessoas, isso ajuda na sensação de bem-estar”.

A Sondagem do Bem-Estar ouviu 2.594 moradores das cidades do Rio e São Paulo. A primeira fase de coleta ocorreu entre os dias 1.º de junho e 4 de agosto de 2016, enquanto a segunda etapa foi a campo de 5 de setembro a 31 de outubro do mesmo ano.

Fonte: https://acrediteounao.com/

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

O FIM DO EMPREGO E A ASCENSÃO DAS MÁQUINAS INTELIGENTES

O Fórum Econômico Mundial (WEF), em Davos, que tem como tema  “A Quarta Revolução Industrial”  projetou que com a expansão das tecnologias emergentes no setor produtivo estima-se uma perda líquida de 5 milhões de empregos em 2020, em quinze economias que correspondem 67% da força de trabalho global. Os setores administrativos e de escritório serão os mais afetados.

O relatório do WEF sobre o futuro do trabalho ainda destaca que todas as indústrias terão algumas funções automatizadas, sendo que algumas terão mais impacto do que outras:

Setores da Medicina impactados pelo avanço da telemedicina, seguidos pelos setores de energia e indústria, construção e extração, entretenimento, e ainda, o setor jurídico.

Haverá uma maior demanda por especialistas em big data, desenvolvedores de Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias emergentes e, também, por vendedores especializados.

As mulheres poderão ser as mais afetadas com o declínio dos setores administrativos, escritórios e vendas.

A matemática segundo o relatório de Davos será: a mulher irá perder cinco empregos para ganhar um, enquanto os homens ganham um emprego perdendo três.

Projeções como do WEF provocam um mix de sentimentos. Alguns céticos e protegidos na sua “zona de conforto” provavelmente irão ignorar e continuar com o pensamento “take for granted” (dar como certo) que tudo vai continuar como antes, enquanto outros ligarão o sinal de alerta, e tentarão ao máximo modificar a realidade em sua volta para construir o seu próprio futuro.

Sabemos que o mundo segue uma lógica de informação abundante e crescimento exponencial da tecnologia, a qual torna-se mais convidativa para as organizações do que a mão-de-obra humana.

Hoje, a tecnologia é a grande catalizadora das mudanças na economia mundial e vai expandir para um nível sem precedentes nos próximos anos.

A tecnologia já foi motivo de revoltas dos trabalhadores. Mas, também impulsionou a produtividade nas empresas. Embora possa causar o desemprego, ela serve também como um estimulante para o renascimento de um novo sistema.

A tecnologia ameaça assumir o protagonismo no setor produtivo transcendendo a sua utilidade apenas como “meio” para uma autonomia quase total em algumas tarefas.

A automatização vai abranger tanto máquinas inteligentes como também a computarização de tarefas complexas nas organizações. A sua adesão pelas empresas trará vantagens em função da incapacidade dos trabalhadores humanos em algumas tarefas, como também redução de custos e direitos trabalhistas (a maquina não recebe salário). Para estes trabalhadores será necessário o surgimento de novas formas de trabalhos para evitar uma catástrofe.

Enfim, tudo que estamos vendo hoje no cenário econômico está interligado ao avanço da tecnologia e a diminuição drástica do emprego com carteira assinada.

Hoje vivemos na Nova Economia o que vai fazer a diferença na vida das pessoas é serem produtivas, ou seja, para encontrar um emprego com carteira assinada o trabalhador terá que ter uma especialização cada vez mais avançada para atender as necessidades do mercado e nem sempre terão o salário desejado a medida que a tecnologia evoluir. Pois tudo será informatizado e robotizado.

Teremos no futuro pessoas ansiosas procurando emprego e talvez não vão conseguir encontrar a vaga desejada devido o fechamento do posto de trabalho. Na década de 70 foi a expansão do agricultor, na década de 80 foi a expansão do emprego com carteira assinada, hoje vivemos era do empreendedorismo, devido o crescimento exponencial da substituição do trabalho braçal por máquinas e equipamentos.

Na contrapartida temos outras opções para trabalho que está posicionando muitas pessoas desempregadas para o mercado de trabalho mas com enfoque no trabalho empreendedor, onde milhares de pessoas conquistam uma renda muito mais significativa do que como empregados.

Quer saber mais sobre essa nova opção de trabalho, clique AQUI e saiba mais.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

MARKETING MULTINÍVEL É UM BOM NEGÓCIO ?

Quase 13 milhões de pessoas estão desempregadas no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Sem expectativas de conseguir carteira assinada, muitos trabalhadores apostam em nichos de mercado como alternativa de renda.

Um deles é o marketing multinível, modelo de venda direta que trabalha com a criação de uma rede. No ano passado, ele registrou R$ 40,4 bilhões em negócios, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Esse tipo de venda consiste em oferecer produtos ou serviços diretamente ao consumidor, presencialmente ou pela internet. Entre suas vantagens, está o menor número de intermediários entre quem produz e quem consome, com base nos relacionamentos pessoais.

“Funciona como uma rede. Família, amigos e conhecidos tornam-se clientes, tanto para comprar quanto para convidar outras pessoas. Nesse caso, a rede ganha uma comissão em cada venda feita pelos ‘distribuidores independentes’ que consegue recrutar”, explica a analista do Sebrae Minas Andreza Capelo.

Outro ponto positivo desse tipo de negócio é o investimento mínimo na compra de produtos, o que facilita o início das operações. O “distribuidor independente” não precisa investir em infraestrutura, não assume o pagamento de salários dos empregados que participam das tarefas administrativas da empresa e nem arrisca seu capital montando um grande negócio.

Não confunda
Antes de aceitar o convite de uma empresa, pesquise se o negócio é marketing multinível ou um modelo de pirâmide (que é ilegal no Brasil).

Algumas diferenças importantes
O foco da pirâmide é o recrutamento de novos participantes. O marketing multinível visa vender produtos.

Na pirâmide, há casos em que os produtos ou serviços sequer existem ou têm valor muito acima dos similares presentes no mercado.

Em suas reuniões, o treinamento não é voltado para a venda, e sim para o recrutamento.
Além do resultado das vendas, o faturamento individual se baseia no número de pessoas recrutadas para a rede.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Conheça nossa Empresa, uma Gigante do Varejo brasileiro que atua no Modelo Multinível.

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TRANSFORMANDO VIDAS

TRANSFORMANDO VIDAS

Transformando vidas foi o grande Evento da Polishop na Cidade do Rio De Janeiro com a presença de mais de 15.000 pessoas praticamente lotando o Rio Centro.

O que significa “Transformando Vidas”, significa um modelo de negócio inovador que promove crescimento pessoal, social e financeiro para os empreendedores da Polishop. Esse encontro a nível nacional reúne milhares de pessoas  com o único objetivo, realizar seus sonhos. 

Sonhos é uma palavra abstrata, depende de cada pessoa, para uns pode ser ganhar mais dinheiro, para outros satisfazer alguma necessidade que o dinheiro traga para a sua vida, não importa. O que importa é sonhar grande ! Ter objetivos ! Ter Metas com sua vida e sua família. A pergunta é…. Qual casa gostaria de morar, qual carro gostaria de ter? Qual saldo da sua conta bancária que desejaria de possuir?

Enfim, são questões pessoais que movem pessoas em todo mundo a achar a oportunidade para conquistar tudo isso. Mas tem algo que o dinheiro não compra, a tão sonhada Liberdade Financeira Com Qualidade De Vida. 

Muitas vezes as pessoas esperam por toda vida que as coisas melhorem para elas esperando um milagre e nunca jamais perceberam que para suas vidas mudem elas precisam mudar a forma de pensar ! Como mudar se a maioria faz as mesmas coisas e esperam por resultados diferentes? 

Se questione… Você sabia que seus resultados atuais são decisões que você tomou nos últimos 5 anos ! Isso mesmo e se continuar fazendo as mesmas coisas que faz hoje certamente terá os mesmo resultados daqui a 5 anos. 

Gostaria de mudar sua realidade agora? Saiba que você pode, nos contate deixando seu Nome, Telefone / WhatsApp e E-mail. Eu entrarei em contato com você para conhecer seus anseios e seus sonhos.

Clique AQUI 

Forte abraço.

Manuel D Oliveira Filho – ID: MANUELDOLIVEIRAFILHO

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A EXPANSÃO DO MARKETING MULTINÍVEL NO BRASIL

Muito se ouve sobre o mercado de empresas que distribuem seus produtos por meio do marketing multinível, através de diversas denominações: Marketing de Rede, Marketing Multinível ou Marketing de Relacionamento.

O primeiro indício de uma empresa datam no ano de 1903 por Watkins Brothers com a distribuição dos produtos da sua empresa. Ele permitiu que os distribuidores comprassem diretamente da empresa e vendessem pro consumidor final. Com essa eliminação de etapas do processo que envolvem o atacado e varejo, é possível reduzir custos e fazer o produto chegar mais barato nas mãos do consumidor.

Mas o que é esse tal marketing de multinível??

O marketing de multinível esta atrelado a indústria de vendas diretas. O multinível permite pagar comissões em vários níveis de distribuição, diferente do mononível em que o distribuidor apenas recebe no valor da revenda dos produtos. O mercado de vendas diretas permite que os produtos cheguem ao consumidor final sem os atravessadores (centros de distribuição e atacados) direto para o consumidor final poupando toda a oneração causada por estes. Empresas tradicionais, que não atuam nessa modalidade, têm o processo baseado em:
produção de bens ou serviços > distribuição por meio de representantes ou centros de distribuição > venda aos atacados > revenda aos varejistas > consumidor final.

Legislação

Em alguns países o negócio já esta mais desenvolvido e com a legislação aprovada há alguns anos. Nos EUA por exemplo, foi regulamentado em 1979 pela Comissão Federal de Comércio.

Atualmente quem regulamenta as empresas de vendas diretas no país é a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), na qual adotou o código de conduta da World Federation Direct Selling Association (WFDSA) apoiando tanto a venda direta como o Marketing Multinível.

O Brasil ainda engatinha nessa questão, porém já existem dados e informações que o governo disponibiliza para consultas. No site da ABEVD é possível encontrar as empresas associadas aqui no país que tem o seguimento de vendas, tanto mononível, como Avon e Natura, quanto o multinível, como Mary Kay, Herbalife e MonaVie.

A legislação brasileira ainda tramita as leis especificas sobre a indústria de marketing multinível, porém com a crescente onda de empresas piramidal se dizendo empresa de marketing multinível levou o governo a se pronunciar e esclarecer aos cidadãos a diferença. Foi então elaborado um boletim informativo e publicado no site da Comissão dos Direitos Mobiliários (CVM) e nos principais meios de comunicação sobre vendas diretas.

O que Marketing Multinível representa na economia?

Diferente do Brasil, outros países já demonstram um grande crescimento econômico neste setor. Segundo a Direct Selling Association (DSA):

  • 27% do PIB americano são provenientes da indústria do Marketing Multinível;
  • 24% do PIB japonês é proveniente da indústria do Marketing Multinível;
  • 20% dos milionários americanos construíram sua fortuna com negócios baseados em Marketing Multinível;
  • O setor já representa 96,7% do faturamento do setor de Vendas Diretas.

Nos Estados Unidos, empresas como Coca-cola, Colgate Palmolive e Cit Bank, têm suas próprias divisões do Marketing Multinível ou utilizam da estrutura de empresas do setor para escoar alguma linha de produtos, com características relacionadas a esse sistema de vendas. Como podemos perceber, algumas empresas que atuam no Brasil com venda direta mononível perceberam a tendência de mercado e desenvolve suas atividades fora do país como marketing multinível.

No Brasil, esse modelo de negócio apenas começou a se formar. Em 2013 foi faturado UU$ 166 bilhões no mundo com vendas diretas onde, de acordo com a ABEVD, o Brasil é o 4º lugar com 38,8 bilhões. Para endossar as afirmações de que o Brasil crescerá nesse mercado, além do desenvolvimento incontestável das tradicionais empresas do setor, como Herbalife, Mary Kay e Amway Corporation, podemos apontar a entrada de algumas gigantes tradicionais como Unibanco, TAM Linhas Aéreas, Itaú, Banco do Brasil e Jequeti.

A comum confusão: Marketing Multinível X Pirâmide financeira

Há no mercado algumas empresas que se disfarçam de marketing multinível, porém são de esquema Ponzi ou mais conhecida como pirâmide financeira, tornando-se cada vez mais comum.

Um dos primeiros registros datam no ano de 1920 tendo como principal figura o ítalo-americano Charles Ponzi, o autor da maior fraude já registrada. O esquema Ponzi é baseado em pessoas e não em produtos e configurado como crime na maioria dos países. As principais características para recrutar novos distribuidores são:

  • Promessa de altíssimos rendimentos em curto prazo;
  • Obtenção de rendimentos financeiros que não estão bem documentados;
  • Geralmente dirigido a um público não financeiramente esclarecido;
  • Ausência de produtos, uso de produtos que são vendidos a um preço com alto valor referente ao preço real de mercado ou até mesmo produtos sem relevância alguma (ex. disquete, produtos sem permissão de venda ou ausência de regulamentação dos órgãos competentes – ANVISA, ANATEL, etc.). A venda dos produtos é considerada atividade secundária, já que o mais importante é recrutar novas pessoas;
  • Movimentação apenas de dinheiro;
  • Nenhum vínculo com leis e arrecadação de impostos federais. Em geral, os participantes acabam “pagando para trabalhar”.

Quem recomenda trabalhar com o marketing multinível?

Algumas personalidades e autores renomados e reconhecidos internacionalmente recomendam o marketing multinível. Cientificam que é possível começar com um baixo investimento, possibilitando ter uma renda extra ou até mesmo estimulam criar um negócio próprio, dependendo do objetivo do interessado. Indicam também pelo desenvolvimento pessoal e profissional onde muitas vezes é visto como uma escola de negócios onde é possível desenvolver inúmeras habilidades tais como: liderança, oratória, resiliência, capacidade de trabalhar e desenvolver equipes dinâmicas.

Os autores que mais indicam esse mercado são: Robert Kiyosaki, Donald Trump, Max Gehringer, Roberto Shiniashik, entre outros. Além disso, o marketing multinível ganhou espaço nas grades curriculares em muitas universidades.

O marketing multinível cresce a cada dia no país e traz a proposta de desenvolver o empreendedorismo, sem necessidade de um alto investimento inicial. Apesar do Brasil ainda estar no início da expansão desse mercado, é visível a tendência desse modelo de negócio no exterior, onde também é desenvolvido em busca de uma aposentadoria digna e independente, como mostra um artigo da Forbes, recentemente publicado.

Além da possibilidade de abrir o próprio negócio, o marketing multinível possibilita mudança de estilo de vida através de seus produtos – normalmente de alta qualidade – e um moderno modelo de negócio. É uma ótima oportunidade para quem busca complementar sua renda, construir riqueza e sair do tradicional modelo industrial de trabalho: das 8h às 18h. E sim, você não será pago como empresário se o encarar como um hobby.

Saiba mais…

Fonte: Portal Do Administrador.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

FUNDO DE GARANTIA INATIVO

O que fazer com o dinheiro que ficou parado anos que foi depositado por um empregador? Muitos vão usar este dinheiro para pagar contas, pagar dívidas, ou simplesmente guardar na Poupança ou Investir.  Na maioria dos casos o dinheiro será usado para cobrir alguma necessidade financeira. Não importa o valor, R$400,00, R$1000,00, R$2000,00 ou mais. Mas já parou para pensar o que nos garante no emprego? Você acredita em estabilidade?  Perspectivas para aposentar? Salário?  Qual seria a maneira mais sábia de fazer com o dinheiro se no caso sobrar 10 % do valor a restituir além de saudar dívidas ou contas. Diante do cenário econômico eu sugeria a você iniciar um negócio próprio ! mas como? Simples. O que tenho para te oferecer é um Negócio que já existe a mais 50 anos no mundo e poucas pessoas conhecem ou já ouviram falar.

Já ouviu falar de MARKETING DE REDE ou MARKETING MULTINÍVEL?

Você deve estar imaginando aquele “esquema” de colocar pessoas ou “pirâmides”, certo? ERRADO!

Marketing de Rede é uma forma de bonificação em Rede onde se movimenta através de venda  de produtos ou serviços. Já o esquema “pirâmide” apenas recruta pessoas ao máximo sem produtos e serviços envolvidos.

MARKETING MULTINÍVEL (MMN) é a forma mais viável economicamente falando para iniciar seu próprio negócio, onde seus ganhos estão diretamente ligados a sua dedicação e trabalho. Assista o VÍDEO e entenda melhor.

Conheça a ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE VENDA DIRETA (ABEVD) e entenda um pouca mais sobre as diferenças.

Bem… Agora que você já sabe as diferenças entre um sistema criminoso para um trabalho digno de distribuição de renda em rede vou falar sobre a nossa proposta de trabalho.

Você deve estar se perguntando, mas qual é a empresa que eu faço parceria e desenvolvo esse trabalho?

Você sabe quanto custa para iniciar um negócio mais simples que todos conhecem? Sim !!! Sabe o que estou me referindo? Um carrinho de pipoca, exato ! Sabe quando custa para ter só o carrinho de pipoca, sem o milho de pipoca, sem o Gás, sem o sal e temperos???

 

 

Veja que o negócio mais básico que existe requer um investimento mínimo de R$6.000,00 ! E o que eu tenho para te oferecer custa apenas 10 x R$39,90. Exatamente… 10 x de R$39,90… Onde terá uma oportunidade de ser um empresário na Internet. Terá uma Loja Virtual com mais de 1000 produtos, logística, cobrança, garantia, treinamentos e suporte tudo por nossa conta. Além da possibilidade de expandir a sua própria rede de Lojas Virtuais.

Como então você pode conhecer essa proposta de negócio que lhe vai proporcionar uma mudança financeira com total qualidade de vida???

Conheça sem compromisso deixando seu telefone de contato com DDD e seu E-mail AQUI

Seus dados serão protegidos pelos nossos sistema de segurança. Assim que recebermos seu contato, um de nossos consultores entrará em contato no horário comercial para uma conversa inicial e a apresentação do nossa proposta de negócio.

Aguardamos seu contato !!!

 

Sucesso !!!

 

Manuel D Oliveira Filho – Consultor Empresarial.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Pra você a CRISE é um problema ou uma solução?

Para a maioria das pessoas, 95% dos brasileiros, a palavra crise é sinônimo de alerta, problema ou um verdadeiro bicho papão, segundo o catador de latinhas mais bem sucedido do Brasil, Geraldo Rufino, o empresário do setor de reciclagem de peças de caminhões da primeira e maior empresa do mercado.

Em pleno começo do ano, às vésperas do Carnaval, período no qual o país pára, Geraldo esteve presente na 6ª Feira do Empreendedor Sebrae para proferir uma palestra sobre como saiu de uma dívida de 16 milhões de reais para um faturamento de mais de 50 milhões de reais, quebrando 6 vezes como empresário.

“Percebo que existe um grande problema que precisamos enfrentar : aquele que mora dentro da nossa cabeça. Quando a situação socioeconômica do país não é a ideal, as pessoas começam a reclamar demais _ principalmente se não enxergam oportunidades o suficiente para sejam bem-sucedidas. Isso se torna uma forma especial de cegueira: a tal da falta de oportunidades torna cegos e os faz dormir no ponto.” – G. Rufino

Com todo seu bom humor e felicidade típicos, fala que sempre estivemos em crise em vários períodos políticos e econômicos em nosso país, e incentiva que não podemos nos deixar levar pela onda de pessimismo e reclamação , pois elas atrasam nossos sonhos e devemos seguir o exemplo de muitos brasileiros que mesmo na crise estão encontrando soluções para driblar a zona de conforto e se mexer pulando a onda pra não morrer afogado nela.

Me chamo Manuel

Sou empreendedor independente

Descobri assim como 5% dos brasileiros a enfrentar com sabedoria a crise.

Minha missão é ajudar pessoas como eu e como você a encontrar oportunidades para se preparar para revezes e espantar toda a onda de negatividade que estamos vivendo no país.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

A VIDA É COMO UM ESPELHO

Pai e filho caminhavam em silêncio por uma trilha na montanha.

De repente, o menino caiu, machucou-se e gritou:

-Ai!

Para sua surpresa, ouviu sua voz se repetir em algum lugar na cordilheira:

 -Aiaiaaaiaiiiii…

Curioso, perguntou:

-Quem é você?

Recebeu como resposta:

-Quem é vocÊÊEÊ!

Contrariado, gritou:

-Seu covarde!

E escutou:

-Seu covaaaarde!

Gritou mais uma vez:

-Seu perdedor!

Escutou:

-Seu perdedoooor!

Em seguida, olhou para o pai e perguntou, aflito:

-O que é isso?

O homem sorriu e disse:

-Meu filho, sente-se ali e preste atenção.

Então, o pai gritou em direção a montanha:

-Eu amo você!

-Eu admiro a sua garra!

A voz respondeu:

-Eu amo vocÊÊEÊ!

-Eu admiro a sua gaaaaarra!

De novo, o homem gritou:

-Você é um campeão!

A voz repetiu:

-Você é um campeãããããoo!

O menino ficou espantado e perguntou:

-Pai, o que é isso?

E homem explicou:

As pessoas chamam de eco, mas na verdade, isso é a vida.

Ela devolve o que você lhe dá.

Para mudar as palavras que ecoam ao vento, é preciso mudar as palavras que saem do seu coração.

Da mesma forma, a vida é também como um espelho. Não adianta quebrá-lo quando ele mostra um rosto de que você não gosta.

Mude seu rosto , suas atitudes e suas ações, para que sua vida seja do jeito que você gostaria.

Nossa vida é simplesmente o REFLEXO, ou o ECO, das nossas ações.

Fonte: Conto do Himalaia – R. Shinyashiki (Eu vou te ensinar a ser rico)

 

Gostou do Conto?
Meu nome é Manuel

Meu trabaho é desenvolver pessoas, criar competências de equipes, no plano profissional e pessoal.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Previdência Social

PREVIDÊNCIA SOCIAL

ATÉ QUANDO ???

 

Vemos nos últimos anos ocorrendo um grave problema envolvendo o INSS. Atualmente as coisas ficaram muito preocupantes, pois devido a crise econômica oriunda da crise política a oferta de empregos caiu drasticamente no Brasil. Vivemos na incerteza de um dia se aposentar com um benefício digno. As incertezas políticas causam graves consequências para o país. A geração de empregos normalmente advém de investimentos estrangeiros ou serviços. A cada ano novas regras estão sendo implantadas para amenizar a gravidade do problema. As pessoas estão vivendo cada vez mais, e isso é bom, mas pelo outro lado agrava-se no pagamento do benefício, pois onde tirar dinheiro para pagar tantos aposentados se a arrecadação caiu significativamente. Agora eu pergunto, você conseguiria viver da renda do INSS? A maioria das pessoas quando se aposentam continuam trabalhando pois sabem que se dependeram do INSS não conseguirão manter seu padrão de vida que conquistou a vida inteira de trabalho.

Gostaria que você refletisse e como está ou como estará sua vida nos próximos 10, 20 ou 30 anos? E quando se aposentar, conseguirá manter seu padrão de vida atual? O grande problema das pessoas é que elas procrastinam, ou seja, elas vivem do prazer imediato sem se importar com futuro financeiro delas próprias. Quando a idade chega o que sobra além da velhice? Se tiver sorte de viver e depender de cuidadores de idosos deverá morar num asilo e compartilhar da dor e do sofrimento de outros idosos por serem “rejeitados” pelos próprios familiares devido a falta de condições de cuidar de você. Mas se tiver condições econômicas adequadas certamente terá um tratamento melhor e até poder permanecer junto dos seus entes queridos. Dinheiro nos traz conforto nos momentos em que mais precisamos, por isso pensar no futuro garante seu conforto e terá uma velhice mais feliz do que a maioria que não pensa e vive somente do presente e esquece do próprio futuro.

Já que você leu essa matéria e está se perguntado, o que fazer então?

Tenho uma proposta para mudar o rumo do seu destino. Uma oportunidade de negócio que lhe trará segurança financeira com qualidade de vida para você e sua família. Acesse agora AQUI que entrarei em contato e teremos uma conversa inicial e posteriormente  apresentarei a proposta que pode mudar o rumo da sua vida.

Manuel D Oliveira Filho – Consultor de Negócios.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Síndrome do Impostor

A Síndrome do Impostor

A Síndrome do Impostor é um fenômeno que afeta as pessoas em sua autoestima e segurança e então estas pessoas não conseguem acreditar em sua própria capacidade e não se consideram merecedoras de sucesso.

Estas pessoas sabotam a si mesmas.

A expressão “Síndrome do Impostor” foi designada pela psicóloga Pauline Clarice, da Universidade de Geórgia em Atlanta, no final da década de 70.

A frase “eu não mereço ter sucesso” é dita mesmo quando estas pessoas recebem elogios e são reconhecidas pelo seu esforço. Mas estas pessoas carregam um grande medo de que sua farsa seja descoberta.

Isso mesmo! Estas pessoas duvidam tanto de si mesmas que acreditam que quando são elogiadas e reconhecidas por seu esforço, tal coisa acontece somente por simpatia alheia ou porque conseguiram enganar os outros e fizeram com que fossem equivocadamente vistas como pessoas capacitadas.

Quem tem a Síndrome do Impostor tem um grande medo de que sua farsa seja descoberta!

Quando estas pessoas dizem para si mesmos: “eu não mereço ter sucesso” estão, em sua opinião, fazendo a declaração de uma verdade incontestável.

Estas pessoas acreditam que a recompensa de seu esforço é fruto de bajulação, sorte ou por terem enganado o outro.

A Síndrome do Impostor, então, é um fenômeno que faz com que a pessoa apresente baixa autoestima e consequente complexo de inferioridade, muitas vezes mascarada por uma máscara de exagerada simpatia ou arrogância e tudo isso acompanhado por tendência depressiva e que com o passar do tempo pode realmente se confirmar como depressão.

A dor de dizer: “eu não mereço ter sucesso”

A frase: “eu não mereço ter sucesso” é uma declaração carregada de dor e equivocado reconhecimento de predestinação ao insucesso.

O outro lado deste complexo de inferioridade é a superestimação da capacidade do outro, o que acaba numa contabilidade em que o outro sempre merece os créditos e ela está sempre em débito.

Pesquisas apontam que a Síndrome do Impostor acomete mais mulheres e surge principalmente no início da época universitária e com mais frequência quando a pessoa começa a sua vida profissional.

Estas são fases em que a pessoa sofre maior pressão e exigência e, talvez, a ocorrência ser mais comum em mulheres se deve ao fato da mulher ter que enfrentar mais obstáculos que o homem para obter sucesso como consequência da cultura patriarcal que vivemos.

As pessoas acometidas pela “Síndrome do Impostor” podem adotar estratégias polarizadas para lidar com as situações em que precisam mostrar desempenho.

Por um lado podem exagerar na preparação para a situação e isto demandar longo tempo e grande esforço. São aquelas pessoas que estão sempre se especializando! E quando são finalmente reconhecidas acreditam que seu reconhecimento é injusto ou aconteceu por sorte.

Por outro lado existem aqueles que não se preparam e não aceitam ser ajudados, afinal, alguém que tem como lema de vida a frase: “eu não mereço ter sucesso” não se vê digna de ajuda e também não vê sentido em se esforçar porque de nada adiantará já que ela não se vê merecedora de sucesso.

O que fazer?

Romper um ciclo vicioso psíquico não é tarefa simples e na maioria das vezes é preciso a intervenção profissional de um psicólogo.

A ajuda do profissional de psicologia é, geralmente, necessária por se tratar de uma postura de vida que acontece inconscientemente e a frase de Daryl Sharp é plenamente cabível nesta situação: “o mundo está cheio de pessoas inconscientes – aquelas que não sabem por que fazem aquilo que fazem”.

O processo para lidar com a Síndrome do Impostor se caracteriza por auxiliar a pessoa a “suportar” ter sucesso.

É uma jornada em que serão trabalhados os seguintes pontos:

  • Fortalecimento da autoestima
  • Preparação para a pessoa lidar com mais responsabilidades que serão decorrentes do seu reconhecimento e promoção
  • Estruturação psíquica para suportar frustrações e insucessos, pois se acaso ocorressem seriam destrutíveis para a recém conquistada autoestima e constatariam para a pessoa que ela “realmente tinha razão” em dizer “eu não mereço ter sucesso”
  • Adequação da conta entre esforço e sucesso para encerrar os ciclos de exagerada preparação ou preparação nenhuma

Para os junguianos um caso de forte conflito persona x sombra.

Finalizando, a pessoa que diz: “eu não mereço ter sucesso” é alguém que carrega a grande dor de não enxergar quem realmente é.

A triste situação de ser uma farsa para si mesmo.

Se você que está lendo este artigo se identificar com aquele que tem a Síndrome do Impostor saiba que você realmente não se conhece ou pouco se conhece, mas que quando começar a se conhecer perceberá que o infinito mora em você e que suas infinitas possibilidades podem começar a acontecer a partir de agora.

Você estar lendo este artigo não é obra do acaso e sim, o primeiro passo para você começar a enxergar seu próprio brilho.

Paulo Rogério da Motta

MANUELDOLIVEIRAFILHO
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