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10 SINAIS DE QUE VOCÊ NUNCA SERÁ RICO

Ser muito certinho, não investir e trabalhar demais são alguns deles.

Ser milionário é um objetivo na sua vida, preste atenção nos hábitos listados a seguir. São sinais que podem indicar que você está longe de acumular muito dinheiro um dia.

1. Ser muito certinho e não arriscar;

Gostar de desafios e estar aberto a mudanças são pré-requisitos para se tornar milionário. Isso significa que se você recusa uma proposta de assumir uma nova função no trabalho ou de morar no exterior, sem nem avaliar direito, dificilmente sua conta bancária crescerá muito.

“Milionários são pessoas inquietas e questionadoras, se arriscam muito na vida”, aponta o professor Ricardo Rochman, coordenador do mestrado profissional em economia da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV/EESP).

2. Não investir no mercado financeiro;

A dica de se arriscar mais também vale para as aplicações no mercado financeiro, que aceleram o processo de enriquecimento. Dificilmente quem tem medo de aplicar em qualquer outro investimento além da poupança será milionário, segundo Rochman, da FGV. “Quem quer ser rico não necessariamente precisa aplicar em ações, mas tem que diversificar os investimentos e ficar ligado no que acontece no mercado”, sugere.

3.Trabalhar demais e viver sem tempo livre;

Boas ideias de como ganhar dinheiro surgem quando as pessoas saem da rotina com frequência. “Quem não tem tempo livre não vai ser rico”, diz Rochman, da FGV. Ele aconselha reservar brechas na agenda para ficar por dentro das inovações pelo mundo e procurar novos modelos de negócio e oportunidades no mercado financeiro.

Nos momentos de ócio, também é preciso observar o que acontece ao redor, já que grandes ideias de negócio surgem quando se percebe como resolver os problemas das pessoas no dia a dia.

4. Odiar o trabalho;

Até dá para não gostar do que se faz e mesmo assim acumular dinheiro, mas qual a graça de ser rico e não ser feliz? Além disso, Rochman, da FGV, lembra que é mais difícil trabalhar durante muito tempo com algo que se odeia, e que acumular dinheiro costuma demorar. “Jovens só enriquecem porque podem se arriscar à vontade, mas ninguém vira milionário da noite para o dia”, diz.

5. Não ter sonhos na vida;

Ricos sonham muito, além de ganhar milhões. “São aqueles objetivos que só de pensar nos causam arrepios”, diz o educador financeiro Silvio Bianchi, da DSOP Educação Financeira. Ele explica que ter dinheiro não deve ser um objetivo, mas um meio para atingi-lo. Assim, enriquecer vira só uma consequência.

Pessoas que têm sonhos agem como empreendedoras, mesmo que não abram um negócio próprio e permaneçam assalariadas.

6. Ser imediatista e querer tudo para ontem;

Pessoas ricas são pessoas prósperas, e a origem da palavra “prosperar” está ligada a ter esperança e a esperar, como explica Bianchi, da DSOP Educação Financeira. “Quem consegue resultados financeiros no futuro sabe aguardar o tempo necessário para comprar”, diz Bianchi. Poupar exige paciência e é essencial para enriquecer. 

7. Economizar demais;

Acredite, economizar em excesso pode ser ruim se você quer ser rico. Pessoas que pechincham demais e que sempre querem economizar ao máximo, às vezes, deixam de viver experiências que podem ser importantes, como uma viagem para um congresso ou um almoço com pessoas diferentes.

“Aquela pessoa que está sempre preocupada em economizar perde oportunidades na vida e tem dificuldades para entender a diferença entre gastar e investir”, diz o orientador financeiro Conrado Navarro, idealizador da Dinheirama.

O professor de finanças Gilberto Braga, do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais do Rio de Janeiro (Ibmec-RJ), concorda. “Quem vai no restaurante e escolhe o prato pelo preço, e não pela comida, dificilmente será rico”, diz Braga. Ele entende que é preciso equilibrar o preço e a satisfação pessoal na hora de fazer escolhas.

8. Pensar só em dinheiro;

Nem sempre o retorno financeiro imediato é o mais importante para se tornar milionário. Ao tomar decisões, quem pensa demais em dinheiro não enriquece. “As pessoas ficam tão preocupadas com o resultado financeiro que deixam oportunidades passar”, diz Navarro, da Dinheirama.

A ideia de abandonar o emprego para abrir o próprio negócio, por exemplo, pode não trazer mais retorno financeiro imediato, somente mais adiante, e nem por isso deixa de valer a pena. “Quando você pensa em excesso, dificilmente você alcança a riqueza”, orienta Navarro.

9. Achar que dinheiro não é importante;

No outro extremo, pessoas que não compreendem que o dinheiro pode transformar a vida também não enriquecem. “Achar que controlar dinheiro é coisa de rico torna as pessoas alienadas, inclusive para aprender como ganhar mais”, explica Navarro, da Dinheirama.

Ele aconselha que para aumentar o patrimônio é essencial fazer do dinheiro um assunto do dia a dia, que não surja apenas em momentos de dificuldade financeira.

10. Relacionar-se apenas com os amigos;

Frequentar ambientes onde os ricos estão pode ser um bom caminho para se tornar um deles, como sugere Braga, do Ibmec-RJ. “Você tem que se comportar como os ricos para desenvolver networking”, aconselha.

É preciso frequentar novos ambientes para criar relacionamentos com pessoas que podem apresentar oportunidades no futuro. “Ter um círculo de amizades além dos seus amigos do peito funciona mais do que mandar currículo”, recomenda. 

 

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Fonte: EXAME

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O QUE ESTUDAR PRA EMPREENDER?

O que estudar ou se graduar pra ser dono de seu próprio negócio?

Atualmente os jovens (geração millenials ou  geração Y), nascidos entre as décadas de 80 a 90,  e mais ainda os recém saídos das escolas, a geração Z (Centennials ou Generation) , nascidos em 90 a 2010, certamente não pensam como as gerações passadas, onde os nossos drives mentais foram formatados pelos nossos pais e avós (geração babyboomers e silenciosa), na qual a busca pela independência financeira estava estritamente relacionada a ser somente um empregado, estudar para ter um diploma, realizar pós gradações para aperfeiçoar seus currículos na corrida para um grande cargo e salário, a fim de alavancar sua carreira profissional e alcançar ótimas posições, e ao final da vida se aposentar com uma única renda após décadas de trabalho numa só empresa.

Isso tudo mudou radicalmente, pois uma geração nascida conectada ao mundo virtual w.w.w da internet das coisas, multifacetada, multifuncional, onde a velocidade e a interatividade são seus pontos fortes, fica difícil se fixarem a horários, rotinas e aos antigos hábitos e ambientes de trabalho.

Em época de preparação para vestibular, a grande dúvida é qual curso escolher para se preparar para ser um dono de empresa. Muitas alternativas embaralham a cabeça de nossos jovens, como também na virada do ano, muitos adultos já empregados e graduados, na busca de um futuro promissor e com mais independência na carreira e de vida, procuram novas possibilidades de profissões e mercados. Por isso o interesse em graduações com nível superior como bacharelado, ou tecnólogo (nível 3º grau superior sem bacharelado) ou até mesmo por cursos de curta duração em sistema EAD (à distância), tem crescido bastante nos últimos anos nas Universidades, Faculdades e redes de ensino.

Estudantes ou pós graduados de outras áreas que pretendem empreender num futuro próximo, mas que acham importante uma preparação mais completa ou até graduação com enfoque no empreendedorismo e gestão, que pretendem montar com mais confiança e credibilidade os seus próprios negócios, as opções de formação são os bacharelados (3º grau nível superior) nas áreas da Administração, Gestão Comercial, Processos Gerenciais, Comércio Exterior ou Negócios Internacionais, Gestão Financeira e outros.

Nos cursos de graduação bacharelado a duração é de 4anos e o curso de Administração é o mais popular e completo, uma vez que abrange os negócios, finanças, contabilidade, direito, estatística, logística, marketing e recursos humanos.

Hoje em dia justamente devido a geração Y e Z não gostarem de perder tempo e dinheiro com deslocamentos e trânsito, nem ficarem desconectados dentro de uma sala de aula ou distantes das interfaces digitais, para conciliar estudo e trabalho ou atividades do dia a dia tem preferido se inscrever nos cursos à distância (EAD).

Listamos abaixo algumas modalidades de graduações e cursos nas principais faculdades do Sudeste.

_Graduação

Administração

http://www2.espm.br/cursos/espm-sao-paulo/administracao

https://www.ibmec.br/sp/cursos/graduacao/gestao-e-negocios/administracao

http://vestibular.fgv.br/cursos/curso-de-administracao-de-empresas-sp

http://www.fecap.br/graduacao/

_Empreendedorismo

https://www.insper.edu.br/empreendedorismo/cursos_e_disciplinas/

_Graduação tecnológica/Tecnólogo (superior/3º grau/sem bacharelado)

1.Tecnólogo em Empreendedorismo

2anos/a distancia

http://anhanguera.com/graduacao/cursos/superior-de-tecnologia-em-empreendedorismo.php

http://www.unoparead.com.br/documentos/guia-percurso/empreendedorismo.pdf?v=3

2.Gestão Comercial

2anos/EAD

 http://www.unicid.edu.br/graduacao/curso/gestco-comercial

http://www.riobrancofac.edu.br/site/cursos/graduacao-tecnologica/gestao-comercial/gestao-comercial.aspx

3.Gestão Financeira

http://www.saintpaul.com.br/graduacao/vestibular.html

_Cursos de pequena duração

1.PUC 4 meses

http://www.pucsp.br/pos-graduacao/especializacao-e-mba/empreendedorismo-e-gestao

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O FIM DO EMPREGO E A ASCENSÃO DAS MÁQUINAS INTELIGENTES

O Fórum Econômico Mundial (WEF), em Davos, que tem como tema  “A Quarta Revolução Industrial”  projetou que com a expansão das tecnologias emergentes no setor produtivo estima-se uma perda líquida de 5 milhões de empregos em 2020, em quinze economias que correspondem 67% da força de trabalho global. Os setores administrativos e de escritório serão os mais afetados.

O relatório do WEF sobre o futuro do trabalho ainda destaca que todas as indústrias terão algumas funções automatizadas, sendo que algumas terão mais impacto do que outras:

Setores da Medicina impactados pelo avanço da telemedicina, seguidos pelos setores de energia e indústria, construção e extração, entretenimento, e ainda, o setor jurídico.

Haverá uma maior demanda por especialistas em big data, desenvolvedores de Inteligência Artificial (IA) e outras tecnologias emergentes e, também, por vendedores especializados.

As mulheres poderão ser as mais afetadas com o declínio dos setores administrativos, escritórios e vendas.

A matemática segundo o relatório de Davos será: a mulher irá perder cinco empregos para ganhar um, enquanto os homens ganham um emprego perdendo três.

Projeções como do WEF provocam um mix de sentimentos. Alguns céticos e protegidos na sua “zona de conforto” provavelmente irão ignorar e continuar com o pensamento “take for granted” (dar como certo) que tudo vai continuar como antes, enquanto outros ligarão o sinal de alerta, e tentarão ao máximo modificar a realidade em sua volta para construir o seu próprio futuro.

Sabemos que o mundo segue uma lógica de informação abundante e crescimento exponencial da tecnologia, a qual torna-se mais convidativa para as organizações do que a mão-de-obra humana.

Hoje, a tecnologia é a grande catalizadora das mudanças na economia mundial e vai expandir para um nível sem precedentes nos próximos anos.

A tecnologia já foi motivo de revoltas dos trabalhadores. Mas, também impulsionou a produtividade nas empresas. Embora possa causar o desemprego, ela serve também como um estimulante para o renascimento de um novo sistema.

A tecnologia ameaça assumir o protagonismo no setor produtivo transcendendo a sua utilidade apenas como “meio” para uma autonomia quase total em algumas tarefas.

A automatização vai abranger tanto máquinas inteligentes como também a computarização de tarefas complexas nas organizações. A sua adesão pelas empresas trará vantagens em função da incapacidade dos trabalhadores humanos em algumas tarefas, como também redução de custos e direitos trabalhistas (a maquina não recebe salário). Para estes trabalhadores será necessário o surgimento de novas formas de trabalhos para evitar uma catástrofe.

Enfim, tudo que estamos vendo hoje no cenário econômico está interligado ao avanço da tecnologia e a diminuição drástica do emprego com carteira assinada.

Hoje vivemos na Nova Economia o que vai fazer a diferença na vida das pessoas é serem produtivas, ou seja, para encontrar um emprego com carteira assinada o trabalhador terá que ter uma especialização cada vez mais avançada para atender as necessidades do mercado e nem sempre terão o salário desejado a medida que a tecnologia evoluir. Pois tudo será informatizado e robotizado.

Teremos no futuro pessoas ansiosas procurando emprego e talvez não vão conseguir encontrar a vaga desejada devido o fechamento do posto de trabalho. Na década de 70 foi a expansão do agricultor, na década de 80 foi a expansão do emprego com carteira assinada, hoje vivemos era do empreendedorismo, devido o crescimento exponencial da substituição do trabalho braçal por máquinas e equipamentos.

Na contrapartida temos outras opções para trabalho que está posicionando muitas pessoas desempregadas para o mercado de trabalho mas com enfoque no trabalho empreendedor, onde milhares de pessoas conquistam uma renda muito mais significativa do que como empregados.

Quer saber mais sobre essa nova opção de trabalho, clique AQUI e saiba mais.

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A NOVA ERA DA ECONOMIA

Você deve ter percebido!

Mas não imagina o quão perto estamos!

Você pode não ter sentido na sua rotina, na sua empresa e no seu espaço social por estar acostumado no modelo tradicional e não tem observado está acontecendo e será o futuro.

Para alguns será difícil a aceitação da nova economia em muitos espaços organizacionais, pois ela vem quebrar paradigmas a que fomos educados por muitas e muitas gerações.

Há anos trocamos, melhor vendemos, nossas horas de trabalho por um salário fixo e determinado.

A nova economia não é regida por empregos, não é firmada por salários, entretanto por produtividade e meritocracia.

Para as próximas gerações e em muitos países desenvolvidos este novo modelo de trabalho estará cada vez mais presente no nosso dia a dia.

Os princípios da nova economia estão centrados na capacidade, intensidade e na quantidade de resoluções de problemas, geração oportunidades e conexão entre as pessoas.

A economia colaborativa e criativa entre pessoas e empresas cada vez mais nos levarão a consumir e produzir diferentemente para a construção de um impacto social positivo no mundo.

Fazendo parte desse movimento novas plataformas de projetos inovadores com modelos de negócios da nova economia evoluirão de forma simbiótica através do benefício mútuo entre as pessoas e empresas que promoverão de forma compartilhada e não competidora uma forma democratizadora de acesso ao conhecimento e às oportunidades através de uma nova moeda, o tempo e o valor, recursos não materiais de modo global.

Iniciativas horizontais e de empoderamento estão distribuindo através da confiança entre os pares o conceito de responsabilidade social empresarial difundindo os limites de consumo e produção, facilitando a aproximação e interação na sociedade através do coworking e networking de forma mais justa.

Meu nome é Manuel

Trabalho e desenvolvo na Nova Economia um novo modelo de negócio.

Vamos conhecer!?

 (011) 99241-3934 WhatsApp

 

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