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NOVA LEI PARA A VENDA DIRETA E MARKETING MULTINÍVEL SERÁ ENTREGUE AO CONGRESSO NACIONAL

Dia 27 de Fevereiro, será realizado uma audiência e debate Público, na Câmara dos Deputados, cumprindo o regulamento eletivo, antes da entrega oficial do Projeto Lei, que irá regulamentar a Venda Direta no Brasil.

Criada pela Abranetwork, com apoio de alguns dos maiores líderes e especialistas do país, o Projeto de Lei, já conta com apoio de importantes Partidos Políticos do país, além claro de Deputados Federais.

Conforme Claudio Di Lucca Presidente da Abranetwork e principal criador da lei, “em função do poder financeiro, comercial, logístico, empresarial, comercial, tributário, político, social e trabalhista, não dá mais para não profissionalizar e legitimar essa fantástica indústria.

A Lei irá resolver em caráter definitivo, as questões que envolvem a legitimidade do negócio de MMN. Isso irá acabar com as dúvidas que pairam na cabeça de muitas pessoas por desinformação ou mesmo ignorância sobre o tema.

A lei americana e colombiana serviram de base para o projeto de lei, com adaptações que nosso mercado exige.

Será considerada empresa de risco, aquela que obtiver 60% de seu faturamento e receita, oriundo de adesões de pessoas e as que não oferecerem de forma transparente, balanço anual.

Pela Projeto de Lei, todas as empresas deverão seguir o Código de Defesa do Consumidor e o Código de Defesa do Empreendedor.

Não será mais possível, empresas cancelarem contratos de forma unilateral e herdarem a posição do empreendedor excluído. Existem regras próprias e bem detalhadas no Código citado acima.

Os problemas fiscais, por transporte interestadual não existirá mais. Impostos, Tributações e Bitributações terão clareza no regimento de definição.

Questões trabalhistas serão de fácil entendimento para as partes e empresas não poderão exigir exclusividade por parte do empreendedor.

A lei fundamenta as empresas de MMN legítimas de empresas fraudulentas, para que a punição aos criadores e participantes seja mais efetiva.

Iremos divulgar oportunamente, a data e hora do Debate Público.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

POR QUE AS PESSOAS DESISTEM?

Qual a razão de as pessoas não realizar seus projetos? Há algum fator comum, ou fatores comuns, que fomentam essa acomodação e desistências?

As pessoas desistem das coisas por uma série de motivos. Medo, insegurança, acomodação, erros do passado, crenças erradas, por que querem os resultados rápido demais, por não darem valor ao que já possuem, dentre outras coisas.

Mas, o que mais preocupa é quando começam a justificar a falta de vontade em buscar o que querem, sonham e merecem, por que têm estes ou aqueles problemas. Afinal, quem não tem algum tipo de problema?

Percebo que um ponto em comum das pessoas que desistem, é o fato de terem uma visão deturpada da vida, dos acontecimentos, o que as faz entrar num ciclo de arranjar desculpas e não soluções.

Não ousam mais, não se arriscam, e criam justificativas para toda vez que alguma coisa dá errada. A maioria não assume a culpa por nada, e acaba atribuindo essa culpa a alguém, a algum setor da economia, à política, e até a Deus.

Elas entram numa rotina de conformismo que as impede de mudar até um armário de lugar. Se conformam em sofrer, em apanhar, em brigar todos os dias, em receber pouco, sem notarem que tudo aquilo com o que se conformam, acaba virando a realidade de todos os dias, levando-as a um dia desistirem de lutar pelo que querem, sonham, precisam e merecem.

Elas enraízam as verdades erradas que aprenderam como se fossem indiscutíveis, imutáveis. Sempre encontram uma explicação para o que dá errado, em vez de procurarem uma para fazer dar certo.

Outra questão comum é que as pessoas que desistem, o fazem por remoerem demais o passado. Os erros se cristalizam de uma forma impressionante, e elas se tornam inflexíveis quando alguém diz que um erro pode ser visto como uma lição, e que se deu errado uma ou duas vezes, não significa que dará errado novamente.

Em vez de se tornarem fortes para seguir em frente, preferem se fechar para as novas oportunidades em razão dos velhos erros. Quem quer vencer na vida tem de ter a consciência de que nunca erra. Afinal, só há erros quando não existem lições e aprendizado.

Também noto que as pessoas que param com seus projetos e engavetam seus sonhos, fazem isso porque não sabem aproveitar o que já conquistaram. Elas estão sempre de olho no peixe que o pescador do lado pegou.

Dizem que fariam mais se a vida lhes desse mais antes, sem se dar conta de que o sucesso e a felicidade estão no avesso disso: em fazer mais antes de ganhar mais.
Elas casam-se uma, duas, três vezes, porém, sempre estão de olho no marido ou na mulher de alguém, alegando que aquela é sua alma gêmea. Possuem um carrinho velho, porém, ficam furiosas quando o vizinho ou um colega de trabalho aparece de carro novo, e dizem que se tivessem um carro melhor aí sim seriam felizes.

Pulam de galho em galho profissionalmente, sem perceber que o problema não é o galho em que se penduram, mas a falta de dar resultados consistentes para a empresa, e de valorizarem o cargo, o salário que têm, para então, no dia em que pularem, que seja para um galho mais alto, e não para quebrar o galho no qual estavam.

Quando não se sabe agradecer pelo que já se tem, corre-se o risco de tornar-se uma pessoa extremamente ingrata, e o mundo, e as outras pessoas detestam ingratidão. A ingratidão deixa as pessoas amargas, cuja companhia frequentemente é dispensada.
Quem é ingrato, além de se tornar uma companhia indesejada, afasta também as pessoas que poderiam ser peças chaves no sucesso delas, tanto pessoal quanto profissional, pois bons relacionamentos encurtam o caminho para sucesso e para a felicidade.

Por fim, com esse ciclo vicioso de desculpas, medos, convicções erradas, ingratidão, a pessoa acaba retroalimentando todo o processo, e sentindo-se cada vez mais sozinha e impotente. E então o ciclo de desistência se completa, e sempre recomeça.
É profundamente triste, mas funciona dessa maneira, como uma engrenagem que impulsiona para o insucesso e para a infelicidade, embora seja o que as pessoas menos desejam para a vida delas.

E você, quer saber como não desistir, como não parar com seus projetos, mas sim, fazer com que suas metas e objetivos deem certo?

Assista esse palestra do Médico Dr. Roberto Shinyashiki

 

MANUELDOLIVEIRAFILHO

Em Abril sairá a lista das 100 maiores Empresas do Mundo de Vendas Diretas e Marketing Multinível

As empresas de vendas diretas e marketing multinível de todo o mundo já podem se inscrever e fornecer as informações necessárias para participarem do Ranking das 100 maiores empresas do mundo.

Este ranking, organizado pela Direct Salles, é a classificação mais importante do mundo, por divulgar faturamentos e dados reais, contribuindo para a formação de um Ranking confiável.

O evento de divulgação dos resultados, se dará dia 25 de Abril de 2018, no RENAISSANCE DALLAS, no LEGACY WEST HOTEL no TEXAS, EUA.

A data de envio das informações, se encerra dia 17 de Março de 2018.

A MISSÃO EMPREENDEDORA estará informando a cobertura jornalística com as entrevistas dos principais CEOS, Presidentes e executivos do mundo.

Abranetwork concederá Certificado e Selo a empresas Legais e Éticas

 

A Abranetwork irá entregar em Fevereiro de 2018, um certificado e um selo as empresas de MMN e Vendas Diretas que trabalham de forma ética, legal e moral.

O selo será concedido, após avaliações técnicas cujas regras serão divulgadas na próxima semana.

As empresas que desejarem o certificado e o selo, deverão se manifestar solicitando o mesmo a entidade.

As empresas receberão um formulário que serão devidamente analisados.

Algumas empresas serão convidadas a receberem o Certificado que oferecerá mais segurança ao empreendedor e ao mercado.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

POLISHOP FAZ BALANÇO DO ANO DE 2017

A Polishop se consolidou em 2017 como a maior anunciante da TV Brasileira. Foram mais de 8.640 horas de mídia no ar, nos próprios canais da empresa, em emissoras de TV abertas e fechadas.

Foram mais de 2 milhões de pessoas assistindo ao vivo as transmissões da empresa via Facebook.

Abriu 24 lojas exclusivas para o canal de MMN.

As vendas do produto Air Fryer em 2017, equivale a 5x a altura do Everest, a maior montanha do mundo.

Vendeu mais de 20 milhões de energéticos da linha Viva.

Cerca de 400 mil pessoas baixaram o APP da empresa.

A empresa já possui 270 lojas em shopping centers e a meta é chegar a 300 em 2018, dois anos antes da meta quer era 2020. Vale a pena ressaltar que as lojas são próprias pois a Polishop não trabalha com o modelo de Franquia e centros de distribuição nas mãos de lojistas.

Possui cerca de 1.000 produtos exclusivos de diversos segmentos, como:

  • Perfumes
  • Cosméticos
  • Nutracêuticos
  • Higiene Oral
  • Smart Drinks
  • Snacks
  • Moda
  • Utensílios Domésticos
  • Eletroeletrônicos
  • Eletrodomésticos
  • Equipamentos Fitness
  • Entre diversos outros segmentos

A empresa também triplicou a fábrica que possui em Manaus, para aumentar a capacidade de produção dos próprios produtos.

O ano de 2017 foi recorde de faturamento da empresa; recorde de venda de produtos; de bônus pagos a rede e de cadastros no negócio.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

AUSÊNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA E O ALTO ESTRESSE CAUSADO PELAS DÍVIDAS

O estresse causado pelas dívidas muitas vezes gera impacto tanto na vida profissional como na vida pessoal que pode ser evitado pela prática e conhecimento da educação financeira

Uma pessoa endividada muitas vezes não tem consciência de como a falta de planejamento financeiro e a ausência de uma vida financeira equilibrada poderá influenciar em sua vida.

O primeiro sintoma do excesso de dívida é o alto estresse causado pelas dívidas que, aos poucos, vão se materializando no corpo da pessoa. Segundo pesquisas do Employee Financial Education realizada em dezembro/2011 o alto estresse causado pelas dívidas causa impactos como:   

29% sofreram de ansiedade; 44% relataram fortes dores cabeça; 23% relataram depressão severa; 6% reportaram ataques cardíacos; 27% sofreram problemas digestivos; 51% relataram tensão muscular, como por exemplo, dores lombares.

Nesse contexto, tem-se uma piora do nível da saúde global do empregado, que reflete, por exemplo, no ambiente de trabalho e vida pessoal.

No ambiente de trabalho, um profissional com alto nível de estresse, não consegue se concentrar na execução do seu trabalho e tão pouco relacionar-se de forma cordial com os colegas de trabalho e clientes, gerando assim, o chamado presenteísmo.

Presenteísmo é o nome dado ao profissional que está presente fisicamente no ambiente de trabalho, mas não tem produtividade enquanto absenteísmo é a ausência do empregado no trabalho.

Por outro lado, a somatização das doenças ocasionadas pelo alto estresse causadas por dívida, é responsável pelo absenteísmo do empregado no trabalho e o excessivo gasto com saúde como consultas médica, exames e outros procedimentos necessários decorrentes do estresse.

Na vida pessoal, para o portador do alto índice de estresse por dívidas, muitas vezes, uma simples conversa sobre economizar dinheiro com os seus familiares é o estopim para um desentendimento severo.

Em alguns casos, o grau de endividamento é tão alto que, familiares optam por distanciar-se dos envidados.

Frente a esse cenário, a solução é educar-se financeiramente.

Nas escolas, às crianças, uma gama de conhecimentos é apresentada, porém, raras são as escolas que ensinam como cuidar do dinheiro.

Nesse sentido, erroneamente, muitos, acham que a educação financeira envolve apenas números e a privação das “coisas boas da vida”.

Entretanto, a educação financeira baseia-se em comportamento, ou seja, como as pessoas se comportam em relação ao dinheiro, ou seja, é preciso entender que o dinheiro é um meio de conquista e que uma relação conturbada com ele é o pilar de vários desgastes que prejudicam uma vida saudável.

Se a pessoa opta por uma vida desregrada financeiramente, compras por impulso, consumismo desenfreado, um padrão de vida maior que o seu, logo, estará quebrada financeiramente.

O primeiro passo, para uma vida financeira equilibrada é identificar em qual padrão de vida a pessoa se encaixa e de posse dessa informação, adequar todo o seu consumo.

Note que é adequar o consumo e não se privar dele.

É necessário adotar uma postura de consumo consciente e para isso, antes de adquirir um produto ou serviço, questionar-se:

• Eu realmente preciso desse produto/serviço?
• Estou consumindo porque eu quero ou por que isso vai me dar status?
• Eu consigo adquirir esse produto/serviço à vista ou precisarei me endividar?

Reflita sempre antes de consumir.

Outro ponto importante é descobrir para onde vai o dinheiro, ou seja, por 30 dias recomenda-se anotar todas as despesas, desde o cafezinho até o pagamento do financiamento. De posse desses dados, descobrir-se-á em quais itens há desperdício de dinheiro ou excesso de consumo.

No caso de excesso de consumo, o objetivo não é a privação e sim a diminuição da frequência de consumo da despesa.

Com o orçamento em mãos, o conhecimento e vivência do padrão de vida correto, o caminho para uma vida financeira equilibrada e feliz começará a ser trilhado.

Gostaria de fazer um 2018 diferente, aprendendo fazer o dinheiro trabalhar para você?

Entre em CONTATO  conosco e saiba como.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

FELIZ 2018 !!!

Nós da equipe Missão Empreendedora, desejamos a todos um Feliz 2018 repleto de realizações, saúde, e grandes resultados em sua vida. Pois o mais importante é estar em paz com Deus. Nós estamos nessa planeta para uma missão, todos nós, cada um com seu destino traçado pelo o Mestre do Universo. Essa época devemos fazer uma reflexão e analisar tudo que fizemos no ano que passou, será que demos tudo de nós para termos uma vida próspera, ter uma vida épica? Pense se você poderia dar um pouco mais de sí e para os outros… Nunca perca a humildade, seja positivo, proativo, não dependa de ninguém para realizar seus sonhos, confie em você e em Deus. Não foque somente no dinheiro ou bens materiais, pois se você ajudar as pessoas o dinheiro virá até você por consequência. Quem foca somente no dinheiro nunca chega a lugar nenhum. Divirta-se, viaje, brinque, sonhe e principalmente realize seus sonhos !!! Pois quando a morte chegar só leve seu corpo e não os seus sonhos.

 

FELIZ 2018 !!!

 

MANUELDOLIVEIRAFILHO

FINANCIAMENTO PARA QUEM NÃO TEM COMO PAGAR KIT DE ADESÃO

O crescimento do segmento de MMN está diretamente atrelado aos seguintes fatores:

1. Cada vez mais empresas aderem ao Multinível;

2. Cada vez mais as pessoas entendem o potencial de ganhos e aderem a empresas;

3. Cada vez mais os empreendedores estão se profissionalizando e obtendo melhores resultados;

4. Cada vez mais empreendedores estão vendendo mais produtos de empresas do trade.

Tudo isso faz o mercado movimentar pessoas e bilhões de reais, todo ano.

Por este motivo, grandes financeiras e bancos, estão atentas ao boom do segmento, nascendo aí uma grande oportunidade das taxas de adesão serem financiadas para quem está sem capital e sem crédito.

Os bancos Bradesco e Itaú tendem a sair na frente. Algumas financeiras e empresas de factoring também estão estudando o mercado. Muitas delas estão em contato com a Abranetwork (Associação Brasileira de Network Marketing) afim de se aprofundarem no entendimento das motivações e fatores de escolha das empresas por parte dos empreendedores.

Existe um programa do Governo Federal, muito pouco divulgado, que subsidia até R$ 1.800,00 em 24 meses, com juros de 0,48% ao mês para quem deseja empreender e não possui crédito.

Se a pessoa tiver com nome sujo, poderá ter um fiador que possua renda superior ao valor solicitado.

O programa é uma lei de incentivo ao empreendedorismo, para quem possui uma micro empresa individual.

Para maiores informações, entre em contato com o Sebrae.

Mas todo cuidado é pouco, porque empresas podem cobrar taxas e juros abusivos. A idéia é ajudar as pessoas a terem uma renda extra ou extraordinária e não já começarem a empreender pagando juros altos e com dívida.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

POLIEXPO 2017

Um dos maiores eventos da Polishop realizado em São Paulo no São Paulo EXPO na Rodovia dos imigrantes, reuniu mais de 25 Mil pessoas de todos País para conhecer os novos produtos e também para conhecer o novo Plano de Negócios OPPORTUNY 10.0.

Com o novo Plano oferece mais condições de crescimento para os novos empreendedores, como mais opções de Kit de cadastro e produtos e aumento das porcentagens de vendas diretas e na construção de rede.

Além do plano, novos produtos foram lançados na linha VIVA e BIOEMOTION.

 

 

Muitos reconhecimentos para os novos Rubis, Esmeraldas e Diamantes. Foram distribuídas duas Mercedes Benz. 

A nossa indústria de Multinível está cada vez mais se solidificando no Brasil e muitas pessoas, empresários, profissionais Liberais estão se associando nas Empresas De marketing De Rede e Mudando suas vidas com um simples trabalho de ajudar as pessoas.

A Polishop não poderia estar de fora desse Mercado Fantástico e já somos mais de 50 Mil Empreendedores em todo Brasil. Em 2020 a Marca será reconhecida Internacionalmente pelo Marketing Multinível.

 

Junte-se a nós !!! Não seja mais um no meio da multidão reclamando da crise, do Governo ou do País. Seja um Empreendedor Polishop com vc e mude de vida como eu e milhares de pessoas pelo Brasil a fora… Mais informações clique AQUI.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

JOÃO APPOLINÁRIO E O IMPÉRIO CHAMADO POLISHOP

A Polishop começou com a venda de uma dieta pela TV e se tornou uma gigante do mercado de infocomerciais – com mais de 600 produtos à venda pela TV, web, telefone e até em mais de 200 lojas em shoppings, com planos de abrir uma loja por semana até o fim do ano. Seu idealizador, João Appolinário, entra na linha para explicar o fenômeno.

 

Quem gosta de zapear pelos canais de TV ou passear pelos shopping centers da vida certamente conhece a marca Polishop – a loja que oferece “produtos revolucionários, inovadores”, que se
propõem a facilitar ou transformar sua vida. São equipamentos de ginástica domésticos que fazem você perder dezenas de quilos com pouco esforço, fritadeiras que não usam óleo, grills elétricos que fazem cortes de churrascaria, ferros de passar que não queimam a roupa e por aí vai.
Longe de ser um “1406” – aqueles Infocomerciais de TV na década de 1990 que durante cinco minutos vendiam um produto meio maluco, como meias que não desfiavam ou facas que cortavam até latas de cerveja –, a Polishop conseguiu aperfeiçoar o formato e hoje é um verdadeiro case de marketing brasileiro, que deveria ser estudado por PhDs ao redor do mundo. Fundada em
1991, atualmente a empresa vende 600 produtos, 90% deles exclusivos. Mantém 3 mil funcionários que põem para funcionar desde seu moderno Call Center – que funciona 24 horas por dia, sete dias por semana – até estúdios de TV próprios, onde são produzidos filmes e programas com qualidade digital, alta definição e até em tecnologia 3D. A Polishop é a maior anunciante da TV brasileira, com mais de 150 horas diárias de infocomerciais.

Fora isso, a empresa produz mensalmente mais de 1,5 milhão de revistas que funcionam como um catálogo dos produtos oferecidos, além de manter uma rede com 211 lojas (próprias) e 10 quiosques espalhados pelos principais shopping centers do Brasil. E está em curso a meta de abrir 50 lojas até o fim do ano, ou seja, quase uma por semana. Isso sem falar de uma eficiente estrutura de logística para atender pedidos de qualquer domicílio brasileiro ao alcance das lojas.

No comando desse império está não um grupo e sim um único empresário: João Appolinário, um paulista de 55 anos, falante, simpático, inteligente e muito seguro. Qualidades que o fizeram chegar onde chegou.

O começo

Todo empresário de sucesso tem em sua história um momento em que apostou, tomou uma decisão ousada que mudou totalmente a sua vida. João Appolinário não foge à regra. Sua escola no mundo dos negócios foram as concessionárias de veículos Ford e Honda da família, no ABC paulista. “Lá aprendi, sem me dar conta, o conceito de multicanal. Uma concessionária oferece produtos novos a cada ano, além de acessórios, serviços, oficina, seguros, enfim, atende a diversas demandas dos clientes”, afirma João Appolinário, no começo do bate-papo na sede da empresa, em São Paulo.

Ele poderia ter seguido a carreira nas empresas da família, mas, inquieto, aventurou-se em voos solos. Tentou o ramo de confecção, depois uma rede de fast-food chinesa até que emplacou uma sociedade de sucesso na rede de academias de ginástica Runner. Tudo estava indo bem até que, em 1994, o amigo Gugu da Cruz, genro de Emerson Fittipaldi, convidou João Appolinário para trazer ao Brasil um produto que fazia o maior sucesso nos Estados Unidos: o Seven Day Diet, revolucionária dieta sob a forma de shake criada pelo nutricionista Gary Smith. Fittipaldi topou entrar de sócio, só emprestando sua imagem, sem colocar um tostão. Capital inicial previsto: US$ 1 milhão. João Appolinário enxergou a oportunidade. Vendeu sua participação na Runner para o sócio e entrou no negócio que se transformaria na Polishop. A operação começou em 1999 e, em apenas seis meses, com estratégia maciça de anúncios na TV e em revistas, suportadas por um call center 24h, recuperou o investimento com um lucro tão absurdo que a empresa só tinha um caminho: trazer novos produtos com o mesmo perfil. “Todo bom negócio tem que dar certo no primeiro dia. E o que dá resultado não falta capital para se investir”, diz.

Produtos de sucesso

A receita do “Seven Day Diet” foi emblemática. Os produtos exclusivos que a Polishop vende desde então precisam “agregar valor”, serem absolutamente “revolucionários” e trazerem melhoria para a vida de seus consumidores. Se eles enxergam esses benefícios no produto, dispõem-se a pagar por ele muito mais do que os similares do mercado. Outra característica Polishop são produtos inovadores, muitos deles desenvolvidos por marcas famosas e tradicionais da indústria que enxergam na empresa o canal perfeito para lançarem suas novidades.
Antes de chegar às telas de TV, às lojas e revistas, cada produto Polishop é avaliado em seu potencial de consumo e seus diferenciais. Um comitê da empresa testa vários deles e seleciona alguns que são testados pelo próprio Appolinário, uma vez que são lançados de dois a três novos produtos a cada semana. “Os que emplacam ou mostram aceitação permanecem, os demais são descartados. Mantemos uma média de 600 produtos no nosso portfólio de vendas. A ideia é trazer sempre inovações e novidades para os nossos consumidores”, explica Appolinário.

Ele adora bater na tecla de que seu negócio é lançar tendências, soluções para se viver melhor. Por isso, além da criteriosa escolha dos produtos, ele promove e incentiva que os consumidores os experimentem nas lojas. “As pessoas não sabem se o produto funciona ou não. A gente precisa demonstrar o produto. Muitas vezes elas nem se davam conta de que tinham um problema até que a gente mostra a solução”, explica.

Como explicar que um produto Polishop pode custar até cinco vezes mais que um produto similar? Exemplo? Um ferro de passar Philips/Walita comum custa R$ 265. O modelo da Polishop, R$ 1.200. “O benefício tem valor. Facilitamos em dez vezes no cartão porque o benefício tem de caber no bolso”, explica Appolinário, com outra de suas frases de efeito.

Apesar de mais cara, os números mostram que o consumidor aprova a marca. O Grill George Foreman estreou no Brasil via Polishop em 2004. Dois anos depois, a empresa vendia um milhão de unidades do grill por ano. “Hoje, grill virou uma categoria de produto nas lojas”, comemora Appolinário. Segundo ele, o juicer foi pelo mesmo caminho, com vendas de um milhão de unidades/ano. Mas, atualmente, o campeão é a fritadeira  Air Frier, que dispensa óleo, com vendas de dois milhões de exemplares por ano. O sucesso é tamanho que fabricantes de outras marcas estão produzindo versões. Vai virar categoria.

“A Polishop é uma grande aliada da indústria porque lançamos inovação. Por isso temos parceiros como a Philips Walita. Se a concorrência fabrica uma cópia, e quebra a patente, o problema não é nosso, mas da indústria fabricante”, ressalta.

Nada de franquia

Appolinário é um empresário diferente. Para conseguir gerir o império que criou, trabalha 12 horas por dia. E se arrepia só de ouvir falar em franquias. Segundo ele, o modelo de negócios da
Polishop só é o que é pela integração dos diversos canais geridos de maneira exclusiva. E exemplifica: “Digamos que o cliente viu o produto na TV e se encantou. Pode ligar e comprar na hora. Mas se ele ficou meio indeciso, pode ir ao shopping assistir a uma demonstração e experimentar. Se ele não quiser comprar ali, pode levar a revista para casa e ficar namorando o produto. Até que ele liga para o Call Center para comprar. Ele pode esperar a entrega ou, se desejar, retirar o produto na loja mais próxima.

É tudo integrado. Como é que eu faria isso em um modelo de franquias? Não poderíamos concorrer com os nossos próprios franqueados. Não tenho nada contra as franquias, mas para nós não daria certo”, explica Appolinário. Ele destaca o pioneirismo da Polishop em atender o perfil do cliente moderno. “Somos uma empresa omini channel. Ou seja, atendemos o cliente do jeito que ele quiser, quando ele quiser, a hora que ele quiser, através de todos os pontos de contato: site próprio, loja física, aplicativos para celulares e rede social, call center e representantes de vendas 24 horas por dia sete dias por semana. É o cliente quem decide. O modelo do comerciante linear que fica esperando o cliente entrar na loja está com os dias contados”, defende.

O modelo implantado nas lojas de shopping também merece destaque. O cliente pode experimentar tudo, sentar na cadeira, andar na esteira, frisar o cabelo sem o compromisso de comprar. “Eu quero que o nosso cliente se sinta em casa, num ambiente gostoso. Certa vez, uma cliente entrou na loja e perguntou se podia experimentar a fritadeira Airfryer, que não usa óleo. Ela abriu a bolsa, tirou um saco plástico cheio de camarão temperado e colocou para fritar.

Resultado: comprou duas, uma para ela e outra para a filha fritar camarão sem que a casa ficasse cheirando”, conta, orgulhoso. É por essas e outras que a Polishop também comemora outro feito: tem clientes fiéis. “Depois que eles entendem o nosso conceito e o tipo de produto que oferecemos, eles não vão embora”, comemora João Appolinário.

A combinação entre uma boa carteira de clientes e as vendas de impulso fazem a Polishop crescer dois dígitos por ano, mesmo em anos difíceis. Appolinário considera que seu modelo omini
channel é o que mais se aproxima do consumidor de hoje e do futuro. Em vista disso, a Polishop está lançando um aplicativo para celular para que o cliente possa captar o key code do produto
anunciado na TV ou na revista e comprar pelo celular. “Eu gosto de inovar. Por outro lado, também adoro ficar do lado de fora de uma loja vendo os clientes experimentarem os produtos.
Me sinto feliz porque gosto do que faço”.

 

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

PIRÂMIDE. NÃO VAI CAIR NESSE GOLPE !

Aprenda de uma vez por todas a diferença entre marketing multinível e pirâmides e nunca caia nesse golpe.

Marketing Multinível é um negócio legal, sério, ético, aprovado pelo governo brasileiro e por mais de 150 países do mundo.

Pirâmide é um crime, um golpe, 100% ilegal, que rende lucro para pouquíssimos, prejuízo para muitos e em breve cadeia para todos.

Sempre que alguém oferecer possibilidade de ganhos sem trabalho, sem produto, sem contrato, pra você aportar dinheiro, desconfie porque você pode ser a próxima vítima.

Para enganar os desavisados e ludibriar os mais espertos e inteligentes, há mais de 100 anos as pirâmides chegam com discursos de lucros, histórias bem contadas e artifícios muito bem fundamentados para lesar você, sua família e seus amigos.

João Carlos Amaral, acreditou na promessa de lucro rápida e na possibilidade de ficar milionário investindo 5 mil reais numa Financeira. Pra isso, além do valor pago a quem o apresentou o negócio, teria que conseguir mais seis pessoas que fariam o mesmo investimento e também convidariam seis pessoas.  Bastou um ou alguns não aportarem dinheiro que a pirâmide veio abaixo.

Marcela Albuquerque perdeu 180 mil reais, depois de investir no golpe das viagens. Comprou o primeiro pacote e viajou. Comprou o segundo e viajou. Motivada e creditando no negócio, vendeu carro da mãe, do pai, o seu próprio, raspou a poupança e perdeu todo o dinheiro.

Tem pirâmide de tudo

As pirâmides chegam disfarçadas e com propostas tentadoras. De biscoitinhos da sorte a serviços de Internet. E todas possuem o mesmo objetivo: tomar seu dinheiro.

Pela legislação brasileira, a prática de pirâmide se configura crime contra a economia popular. Lei n° 1.521, de 26 de dezembro de 1951 e estabelece cadeia para quem lesar terceiros.

De tempos em tempos elas surgem, reinventando o velho golpe de forma muito competente e criativa. Chegam com vídeos, fotos, sites e materiais bem desenvolvidos para não levantar suspeitas.

É muito comum os pirâmideiros não darem respostas concretas a perguntas sensatas; os escritórios sempre em países longínquos ou de difícil acesso e difícil contato com a empresa.

 Esquema Ponzi e as pirâmides

Charles Ponzi em 1929, foi o criador da fraude do selo postal que levou milhares de americanos a derrocada.

Se nas pirâmides, você precisa colocar pessoas, construindo uma corrente para ganhar, no esquema de Ponzi não. Você paga diretamente a uma empresa de fachada ou fake por serviços ou produtos enganosos.

Nesse esquema, os criadores autorizam a entrada de cada integrante, recebem o dinheiro e distribuem o resultado entre os integrantes. Com balanços falsos, os integrantes reinvestem no esquema, que dura mais tempo. Enquanto na pirâmide, os integrantes só fazem contato com quem está nos níveis acima e abaixo e o lucro vem do ingresso de novos integrantes.

O sistema desmorona quando não houver estímulo para se reinvestir dinheiro e novos integrantes não entrarem.

 Casos recentes

Os dois últimos grandes golpes foram aplicados pela BBOM, que teve bloqueio judicial de R$ 500 milhões em contas bancárias e cerca de 100 veículos de luxo como Ferrari e Lamborghinis apreendidos. A BBOM oferecia lucros de 24.000%. Faturou R$ 4 bilhões e arregimentou um milhão de pessoas em seis meses, oferecendo revenda de assinatura de serviços de rastreamento de veículos.

E a TelexFree que oferecia ligações telefônicas através da Internet (VOIP) e colocação de anúncios na web vendendo os serviços da empresa. Cada anúncio rendia US$ 20 ao vendedor.

Logo se percebe dois furos evidentes: O fato de que anúncios em Internet custam muito menos do que US$ 20,00 e o total descasamento entre o faturamento da empresa de VOIP e o volume de vendas de anúncios.

Teoricamente, o faturamento das novas assinaturas de VOIP deveria bancar o lucro dos vendedores. Acontece que hoje em dia, o VOIP é oferecido por gigantes, como o Skype (da Microsoft), Google e Face book por menos de R$ 15,00 ao mês. Já a assinatura da TelexFree custava mais de R$ 130,00. Ou seja, a empresa tem um produto que jamais conseguiria competir no mercado.

 Algumas pirâmides famosas

Nos anos 60, houve uma corrente famosa com LPs de Johnny Mathis. E outra com sapatos Samello.

Em 2009, veio abaixo o esquema Bernard Madoff, tido como a pirâmide mais sofisticada que atraia somente milionários. Sua empresa oferecia oportunidade de investimentos que rendiam 1% ao mês – alto para os padrões internacionais e não tão alto para não despertar suspeitas de golpe. Os fundos de Madoff não pagavam rendimentos todo mês. Os investidores acompanhavam o saldo através de extratos e só tinham acesso ao saldo completo quando resgatassem o dinheiro e saíssem do fundo.

Com os recursos que ia recebendo de novos clientes, Madoff ia pagando clientes que saíam da corrente.

A venda do fundo de Madoff cabia ao Banco Safra e Santander.

A Fazenda Reunida Boi Gordo prometia a engorda de bois e oferecia aos investidores a possibilidade de ganhos de 38% ao ano.

Usando fazendas e rebanhos para dar garantia, o valor dos mesmos eram insignificantes perto do rombo que deixou no mercado. O prejuízo atingiu 30 mil clientes e R$ 2,5 bilhões.

Conclusão:

Cuidado com as pirâmides. Mesmo que você ganhe (temporariamente) você vai fazer parte de uma fraude para lesar terceiros e estará sujeito a problemas judiciais; problemas de consciência e a vingança de quem saiu prejudicado no crime.

Não seja ou se sinta um idiota, embora até possa ser. Consulte a ABEVD e veja se a empresa está associada a instituição oficial no Brasil. (www.abevd.org.br)

E se tiver certeza que trata-se de pirâmide, denuncie. Faça sua parte.

Ilusão financeira

Veja o funcionamento de uma pirâmide:

  1. Uma pessoa promete um ganho excepcional num curto espaço de tempo, sem necessidade de trabalho;
  2. Você terá que fazer um aporte financeiro e indicar por exemplo, seis pessoas que façam o mesmo;
  3. Em seguida, um novo round e seis pessoas indicam mais seis;
  4. O ganho dos mais antigos é oriundo dos aportes pagos pelos mais novos, que serão os últimos do esquema. Ou seja, parte do dinheiro fica com quem atraiu o investidor e parte com quem entrou antes dele;
  5. Ao passar do tempo, os investidores vão se multiplicando e vai ficando difícil atrair novo;
  6. No terceiro round, serão necessários 216 novos investidores. No quarto, 1.296. No décimo primeiro 362, 8 milhões. O esquema desmorona. Os primeiros da lista embolsam lucro e os últimos saem no prejuízo.

ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE MMN x PIRÂMIDES

MARKETING MULTINIVEL (MMN)

  • Qualquer pessoa pode ganhar mais dinheiro que o seu patrocinador.
  • Totalmente legal
  • Controlado por uma empresa jurídica – CNPJ, devidamente registrada nos órgãos competentes
  • Possui produto ou serviços ou ambos
  • Investimento – Normalmente baixos
  • Paga impostos municipais, estaduais e federais
  • As pessoas ganham de acordo com a produtividade
  • Retorno a curto, médio e longo prazos dependendo da dedicação

PIRÂMIDE

  • Quem entrou nunca ganha mais do que quem o colocou
  • Ilegais desde sua origem
  • Controlado por pessoas físicas
  • Não possui produtos algum
  • Investimento – Normalmente altos
  • Não pagam impostos
  • Todos irão ganhar grandes fortunas. Mas na verdade, alguns poucos ganham e a maioria não ganha nada e perde.

 

 

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