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Recém-formados optam por empreender em vez de lutar por emprego estável

Dois de cada três entrevistados na mais recente pesquisa da Firjan sobre o perfil dos jovens empreendedores brasileiros, divulgada no fim de 2016, revelaram o desejo de abrir um negócio nos próximos anos.O interesse em empreender é sustentado por motivações como realização de um sonho (76,4%), qualidade de vida (75,6%) e expectativa de altos ganhos financeiros (70%). O fato de não ter chefe, o que implica uma liberdade maior, também foi citado por 64,5% deles.Outro dado que chama atenção é que, mesmo na crise, 66,1% afirmam que veem no empreendedorismo um segmento promissor. Também naquele ano, um estudo da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizado pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostrou que a maioria dos empreendedores iniciais no Brasil tem de 25 a 34 anos (30,3%).

Já a Confederação Nacional dos Jovens Empreendedores constatou que a maioria é de rapazes de 26 a 30 anos.

Na região, muitos jovens refletem na prática os números das pesquisas. Carteira assinada já faz a cabeça de muitos recém-formados. Com seus 20 e pouquíssimos anos, eles optam por montar seus próprios negócios logo depois de concluir a graduação, sem passar por grandes empresas que asseguram direitos como férias remuneradas de 30 dias e seguro de saúde.

A vida de empreendedor e, muitas vezes também de empregador, é difícil, dizem eles, mas representa um passo (largo) na escalada para a realização de seus sonhos.

Os amigos Pedro Henrique Nunes, de 25 anos, morador de Vargem Grande; Bruno Santana, de 26, que vive em Jacarepaguá, e Luiz Felipe Pondé, de 25, da Barra, se conheceram durante a faculdade de Engenharia Civil na UFRJ.Todos eles estagiaram em grandes empresas do ramo, como Odebrecht e Cyrela, e tiveram oportunidade de efetivação, mas optaram por montar a Artium Engenharia cerca de seis meses antes de se formar.Quando colaram grau, em junho de 2016, já tinham tudo pronto para iniciar os trabalhos na empresa, especializada em reformas, manutenção e construção.— Nós nos formamos em um momento crítico; as perspectivas não eram animadoras. Olhávamos a longo prazo, para os cargos mais altos, e não era animador. Não por conta do salário, mas da instabilidade. Muitos profissionais têm cargos que os obrigam a se mudarem de país de dois em dois anos, por exemplo. Quando se é jovem, o.k., mas essa mobilidade excessiva por muito tempo dá desânimo para quem quer constituir família, ter uma casa — opina Nunes.Dos três, apenas Pondé tem parentes no ramo da construção civil. Eles contam que as primeiras obras e reformas que fizeram surgiram graças a indicações de conhecidos. Aos poucos, no boca a boca, conseguiram mais trabalhos.Hoje, eles têm clientes como grandes condomínios, nos quais terminam obras deixadas incompletas ou com erros pelas construtoras. No condomínio Viva Penha, na Zona Norte, eles refizeram todo o parquinho infantil, que havia sido mal projetado, bem como a portaria. Futuramente, o trio pretende, também, realizar incorporações imobiliárias.

ATUALIZAÇÃO É NECESSÁRIA

A Artium funciona em um cômodo da casa de Luiz Felipe Pondé, mas na prática os sócios se reúnem todos os dias por Skype para alinhar as metas. Eles também se encontram nas obras.Como não precisaram alugar ou comprar uma sala para o escritório, o custo para abrir a empresa foi baixo, cerca de R$ 5 mil. Embora não tenham aprendido durante a faculdade todos os trâmites burocráticos para criá-la, os sócios concordam que tanto a graduação quanto os estágios foram essenciais para que pudessem, hoje, administrar o próprio negócio.— Começamos a estagiar desde muito cedo, e isso nos deu muita bagagem para montar a empresa. Foi essencial. Estamos no momento de fazer o nosso nome no mercado; estamos colocando em prática tudo o que aprendemos — afirma Bruno Santana, o único dos três que já mora sozinho.Os sócios contam que, para realizar o sonho, foi preciso abrir mão de muita coisa. Eles tentam tirar o mínimo possível de recursos da empresa, o suficiente para não se “apertarem financeiramente”, em suas palavras. Férias de 30 dias? Nem pensar.No fim do ano, Nunes e Santana gozaram de um pequeno recesso, e Pondé tocou a empresa sozinho. Quando a entrevista para O GLOBO-Barra foi realizada, na semana passada, era Pondé quem estava viajando.Trabalhar com funcionários mais velhos que eles e mais experientes também é um desafio, contornado com muita dedicação, conversa e presença nas obras. Há dias que eles trabalham mais de 14 horas. E o celular fica ligado em tempo integral.

— Estamos com muito gás e motivação, montando um portfólio. Temos que ter muita energia, e este é um bom momento de vida para isso. Tudo que fizermos vai servir como base para podermos subir — acredita Nunes.

Coach e proprietário da empresa Mind Factory, que ajuda jovens na carreira profissional, Daniel Lustig aconselha seus clientes a fazerem um plano de negócios completo, junto com um profissional experiente no ramo, com a finalidade de minimizar os riscos.Ter certeza do caminho escolhido é algo fundamental, segundo ele, antes de abrir a empresa. A experiência adquirida com os estágios será a base para entender as relações entre empregado e empregador.

Uma vez que o projeto esteja indo de vento em popa, lembra Lustig, é de extrema importância que o proprietário se atualize e adquira mais conhecimentos, fazendo cursos e pós-graduações.

— O mercado atual não dá muita segurança. O melhor conselho é ter pessoas que possam apoiá-lo, mostrar ao empreendedor um caminho para minimizar os riscos. Alguém que saiba do assunto e tenha bagagem para fazer com que essa jornada seja menos difícil. O jovem precisa ter certeza de que quer colocar muito empenho no negócio. Ele não vai receber um contracheque no fim do mês ou tirar férias. Mas, quando a pessoa está segura do que quer, normalmente ela nem se preocupa com essas coisas, quer mais é que o negócio dê certo — diz Lutig.

Luiz Eduardo Pedroza, de 26 anos, é um desses exemplos de obstinação. Desde que entrou para a faculdade de Administração, na Universidade de Brasília, já sabia que gostaria de abrir uma franquia voltada para o ramo alimentício.

Ao longo dos anos de graduação, ele foi juntando o dinheiro que ganhava com os estágios, e, assim que concluiu o curso, no segundo semestre de 2014, voltou para o Rio e começou a pesquisar sobre o setor. Paralelamente, fez cursos de especialização.

Quando decidiu montar um franquia da Megamatte, a empresa lhe sugeriu que o fizesse no Rio Shopping, em Jacarepaguá. Seu quiosque, inaugurado em novembro de 2016, fica entre dois juizados, que realizam cerca de 400 audiências por dia.

— Não ia sossegar enquanto não abrisse uma franquia. Queria esse formato porque não depende tanto de mim, é mais seguro. Por exemplo, eu não tenho que pensar em desenvolvimento de produto; isso é com a Megamatte— conta ele, que gastou cerca de R$ 150 mil e também recorreu a empréstimos.

Pedroza afirma que a faculdade foi essencial para que aprendesse conceitos de recursos humanos, de gestão de equipe e de liderança que aplica hoje em seu negócio. Além da franquia, ele montou uma startup junto com a irmã na Zona Sul.

Os dois desenvolveram uma ferramenta de acessibilidade para sites, que converte texto em áudio. Atualmente, a Audima já tem mais de 200 clientes. Pedroza se diz realizado com os dois empreendimentos.

Caio Gonzales, de 26 anos, também já cursou a faculdade pensando em empreender. Quando ainda era estudante de Publicidade e Propaganda, passou a acompanhar a mãe, que tem uma empresa de contabilidade para projetos culturais na Taquara, em reuniões com clientes.

Foi quando notou que muitos não tinham uma identidade visual alinhada com seu propósito. Gonzales começou a dar sugestões que eram prontamente aceitas, o que despertou nele a vontade de ir além.

— Os clientes da minha mãe gostavam muito do que eu falava e viram que o marketing poderia fazer com que eles otimizassem as suas finanças. Eles começaram a me pedir projetos — relembra ele, que montou a TRIB3 Digital no meio de 2016 e se formou no fim daquele ano.

Sem ajuda de sócios, ele conta que sentiu muita dificuldade em tocar tudo sozinho e conseguir viver apenas com a renda do próprio negócio. Por isso, optou por também trabalhar na empresa da família.

Ao mesmo tempo, começou a cursar MBA em Gestão, Empreendedorismo e Marketing na PUC. Nos próximos dois anos e meio, ele vai interromper a carreira de empresário para estudar no Canadá. Pretende voltar de lá com bagagem necessária para retomar a TRIB 3 Digital:

— O mercado aqui é bom, mas difícil. Graças ao que ganhei com a empresa, vou estudar fora. Quero me aprofundar para voltar e dar continuidade à empresa.

FONTE: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

5 frases que pessoas fracassadas dizem para se iludir

O fracasso é um medo permanente em nossas vidas. É um fantasma que destrói sonhos e torna a trajetória rumo ao sucesso mais difícil. Algumas pessoas enxergam a falha como uma oportunidade para aprender mais e não cometer os mesmos erros novamente.

Mas outras não. Encaram o fracasso como o fim de um sonho. E acreditam que não têm culpa pelos seus erros.

Por isso, têm um discurso pessimista, usado por eles para que acreditem que o insucesso existiu por causa de fatores externos.

Para o empreendedor digital americano Larry Kim, essa autoilusão é refletida em algumas frases, normalmente ditas por quem fracassou. Ele afirma que essas sentenças desestimulam os empreendedores, pois mostram que o sucesso é praticamente impossível.

Em reportagem do site da revista “Inc.“, Kim lista as frases. Saiba quais são elas e as evite:

1. “Agora meu dia está arruinado”
De fato, é ruim começar o dia com o pé esquerdo. Mas, segundo Kim, proferir essa frase incentiva as pessoas a pensar que nada mais dará certo e, consequentemente, faz com que elas não se esforcem mais nas horas seguintes. Por mais que seu dia tenha começado mal, há chances importantes de algo bem legal acontecer. Seja otimista.

2. “Essa pessoa só serve para me atrapalhar”
A frase é bastante egocêntrica, de acordo com Kim, e muito provavelmente não corresponde à realidade por uma razão simples: é bem difícil que alguém tenha tempo especialmente para te prejudicar. Caso realmente haja uma perseguição, faça o possível para ignorá-la. Quanto maior for a sua reação, mais fortes serão as provocações.

3. “Não há chance disso funcionar”
Outra vez, este é mais um recurso de quem desiste antes mesmo de tentar buscar uma solução. Vale dizer que, naturalmente, nenhum empreendedor deve insistir algo que não dará certo. Ou seja: essa frase até pode ser dita. Mas só após algumas tentativas.

4. “É impossível”
É usada nos mesmos contextos em que a sentença anterior costuma surgir. E também só pode ser dita por quem pelo menos tentou algo.

5. “Eu sou péssimo fazendo isso”
Todos têm pontos fortes e fracos. Mas, assim como na primeira sentença, esta também pode levar quem a diz a não dar tudo de si em um determinado trabalho. É como se a pessoa fosse tão ruim em alguma coisa que nem tentasse fazê-la.

Kim diz que empreendedores, até por não terem muitos funcionários, não podem ter essa postura. Devem estar dispostos a trabalhar em áreas que não dominam e  sempre aprender.

 

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Entrevista exclusiva com Pablo Paucar, um dos maiores treinadores de MMN do Mundo

 

 

Pablo Paucar é uma das maiores referencias mundiais em treinamento, qualificação e formação de pessoas e empreendedores de sucesso.

Com vasta experiência, Pablo é o guru de alguns dos maiores líderes de MMN do Brasil e do  mundo.

Leia essa entrevista maravilhosa com um dos mais respeitados mestres do empreendedorismo mundial.

– Como você conheceu o MMN?                                                                                 

Eu conheci o marketing de rede em 1993, quando não existia nenhuma  companhia deste tipo no Equador. Na época, eu procurava oportunidades e eram utilizados muitos anúncios nos jornais.

Peguei um jornal e lá tinha um anúncio sobre uma empresa americana que estava chegando ao país e buscava por pessoas, mas sem explicar muito bem qual expertise eles precisavam.

Eu compareci por curiosidade e foi lá que eu conheci o meu mentor Dr. Eduardo Salazar, um médico mexicano que abriria um negócio no Equador. Mais tarde, ele se tornou meu amigo.

Esta foi a primeira vez que ouvi falar sobre o marketing de rede, que comissionava em diversos níveis e que tinha uma perspectiva de crescimento muito grande, por causa da rede, dando muita escala ao negócio.

– Você foi empreendedor?     

Eu considero que me tornei empreendedor aos 15 anos de idade, quando precisava de dinheiro para ir à praia e pegava papelão, jornais e revistas dos meus vizinhos e vendia por pesos. Era pouco, mas na época era o suficiente para ir num ônibus caindo aos pedaços numa praia próxima a minha cidade.

Depois, comecei a trabalhar vendendo queijos para os mesmos vizinhos, aos 17 anos de idade. Perguntei onde compravam e disse que eu poderia entregar queijos frescos por duas ou três vezes na semana invés de irem enfrentar filar nos supermercados. Consegui muitos clientes no meu bairro.

Além disso, levava iogurte para a escola e vendia aos meus amigos que estavam jogando futebol, dizendo que era mais saudável e prático do que entrar na fila da cantina para comprar refrigerante.

Meu pai tinha negócio próprio e eu tinha essa visão empreendedora desde cedo. Aos 15 anos, meus pais se separaram e minha mãe não conseguiu manter nosso padrão de vida. Por isso, comecei a pensar em opções para ganhar dinheiro.

– Você já prestou consultorias para algumas empresas? Quais?

Sim, já prestei consultorias para algumas empresas, mas não posso informar nomes e dar detalhes em razão de sigilo contratual pedido pelas mesmas.

– Quantas pessoas já assistiram os seus treinamentos e quantas mentorias já realizou?

Mais de 1 milhão de pessoas já escutaram meus áudios de mentalidade nos últimos 17 anos. Eu já subi em palcos que totalizam 17 mil pessoas e meus eventos próprios já treinaram mais de 5 mil pessoas nos últimos três anos.

 

– Como você vê o MMN no Brasil?

Eu vejo o marketing multinível no Brasil ainda muito imaturo e amador. Isso ocorre em razão de líderes que vendem o discurso do ‘Fique rico fácil e rápido’ e isso prejudica a nossa indústria, pois tira a credibilidade.

Quando eu decidi fazer este trabalho de treinamento neutro, eu quis justamente aumentar o nível de entendimento e maturidade do negócio. Se compararmos o mercado brasileiro com o americano, existe mais de uma década de distância em evolução.

Nos países desenvolvidos, Europa e Estados Unidos, as empresas de MMN focam no consumo e venda do produto, já no Brasil o foco é o recrutamento. Isso também é muito importante, mas não pode ser a base do negócio.

O recrutamento tem uma curva, onde muita gente entra, mas se não tiver treinamento, conscientização, filosofia, identidade, um modelo sustentável de consumo/venda a rede começa a cair.

O que ainda falta no Brasil é uma maior promoção da venda do produto, da pessoa ser um fiel embaixador da marca. Não basta cadastrar mais gente, é necessário entender o produto que se tem na mão.

– Muitas empresas brasileiras possuem gestão familiar. Qual a sua visão ou experiência com elas?

Não vejo problemas com a gestão familiar das empresas. Elas costumam ter mais identidade, mais cultura, tem uma história por trás. E o marketing de rede, muitas vezes, é fundamentado na história do fundador e o motivo pelo qual a empresa surgiu.

Isso gera uma conexão com as pessoas que estão chegando e conhecendo seu presidente, suas origens, para onde estão caminhando e qual a sua visão. É muito bom quando as empresas possuem histórias para contas.

– Como vê os empreendedores brasileiros?

Eu vejo os empreendedores brasileiros com muitos desafios, pois está passando por diversas transições. Fazer negócio no Brasil não é considerado fácil por muitos deles, sendo preciso ter um nível de preparo, atitude, postura, controle emocional muito bons.

É necessário ter uma mentalidade correta, pois tudo o que acontece a nossa volta é tão desafiador que os fracos desistem fácil e ficam somente os fortes.

No marketing de rede, o maior desafio é a rejeição, o medo de não saber o que falar para as pessoas na abordagem e sofrem preconceito.

Essas são as coisas que precisam ser trabalhadas nas cabeças das pessoas e uma vez que esses obstáculos são superados tudo fica mais fácil: com script semanal, trabalho de vendas, sem medo à rejeição, fazendo um bom fechamento e acompanhando os novos profissionais que estão ingressando na rede.

– O que pensa sobre os sistemas de treinamentos que são praticados no Brasil?

Os sistemas de treinamentos que são praticados no Brasil deixam alguns vácuos. Um exemplo são as pessoas do corporativo das empresas, que não integram estes treinamentos e não entendem qual é o trabalho de quem está na linha frente.

Talvez, a maioria nunca tenha cadastrado uma pessoa ou vendido um produto, dificultando a criação do conteúdo destes treinamentos. Além disso, os consultores devem ganhar dinheiro somente com a rede e não com treinamentos.

É como se fossem dois negócios diferentes.  Há regras para os treinamentos, valores a serem cobrados nas reuniões e determinadas características para ser sustentável. Já a rede deve dar as informações básicas para todos que nela entram.

Quando um líder recebe dinheiro pela rede e ainda quer receber pelo treinamento é como um pai que cobra do filho pela educação que lhe dá. Um dos acordos possíveis é que a empresa contrate profissionais para treinar as equipes de consultores e líderes.

 

– Na sua opinião, os treinamentos devem ser responsabilidade dos líderes ou das empresas?

Os treinamentos devem ser responsabilidade dos líderes, e de terceiros, com dinheiro administrado pela empresa.

– No seu dia a dia, qual a maior dificuldade que os empreendedores enfrentam?

Eu vejo que a maior dificuldade que os empreendedores enfrentam é eles saberem exatamente o que fazer, pois acredito que o empreendedor se forma de três maneiras: pela animação, pela inspiração e pela informação.

Animação é quando um consultor viaja para ir num evento regado a animação, mas quando voltam para casa desistem por não saber o que fazer. A inspiração ocorre pelas histórias de quem saiu da pobreza e hoje está rico, fazendo com que os consultores resistam por um tempo, mas depois desistem por não deslancharem.

Assim como em outras profissões, a pessoa precisa receber as informações necessárias, a direção, na teoria e na pratica, para ter sucesso em uma verdadeira duplicação de líderes. Não é fácil, mas eu acredito muito no poder da educação e da motivação.

– Claro que você gosta de todas as suas palestras e treinamentos, mas qual é a que mais te deixa feliz?

Sim, eu gosto de todas as palestras e treinamentos que eu faço, até porque falam de diversos assuntos, como vendas, recrutamento, liderança, comunicação, persuasão, promoção, finanças etc.

Mas a que eu mais gosto é a de Mentalidade, mesmo nome do meu livro. A diferença que vemos numa pessoa que não tinha a mentalidade certa e faz os ajustes necessários, muda o seu modelo mental, é impressionante.

A vida se transforma de um jeito inspirador, pois esta pessoa adota uma nova disciplina, um novo olhar sobre o seu mundo, e isso faz toda a diferença. Quando você muda o seu mundo interior, automaticamente, tudo ao seu redor se transforma também.

– Os brasileiros possuem muitas crenças limitantes. Como podem superar essas crenças?

Não somente os brasileiros, mas na América Latina como um todo, as pessoas possuem crenças limitantes quanto ao sucesso, riqueza, prosperidade, autoestima baixa, em relação ao país. Preferem culpar os preços, os impostos, o dólar e possuem essa mentalidade de vítima, que a sua vida não progride porque tudo a sua volta conspira para ele se dar mal.

Esse tipo de pensamento é como um espiral que só te leva para baixo, nunca para o sucesso. Quando você quebra as crenças limitantes, também começa a enxergar a vida de outro jeito e se liberta destes padrões mentais ruins.

É necessário passar por um processo de autoconhecimento, questionar, frequentar ambientes diferentes, fazer coisas novas, fazer o que as pessoas a sua volta não fizeram e por isso não começaram a pensar de modo otimista.

– É possível alterar o padrão mental das pessoas? Como?

Sim, é possível alterar o padrão mental das pessoas. O primeiro passo é limpar o que foi inserido anteriormente, substituir os arquivos que estão defasados. Para isso é necessário encontrar informações novas e boas, com embasamento, de boa fonte como em livros, cursos, eventos, e até mesmo com o contato com pessoas que já chegaram ao sucesso.

Um bom exemplo é uma pessoa que deseja emagrecer: ela deve andar com pessoas magras para entender os hábitos alimentares e um estilo de vida saudável permanente. O padrão mental mostra de maneira automática o que as pessoas pensam.

– Como é possível mudar a realidade individual que as pessoas possuem?

É possível mudar a realidade individual de uma pessoa, porque isso está relacionado a realidade mental. Tudo aquilo que a mente é capaz de imaginar, ela também é capaz de conquistar.

Todos os dias, as pessoas colocam uma ideia na cabeça e isso possui uma vibração. É esta mesma vibração que se conecta com a realidade, materializando seus pensamentos, sendo esta vibração positiva ou negativa.

O que não podemos é achar que primeiro vem a promoção no trabalho para depois vir a felicidade e o dinheiro. Resultados bons partem de boas ações diárias. Não dá para modificar o fruto quando já está no galho da árvore, é necessário plantar uma nova semente.

Tudo o que colhemos são resultados dos frutos que plantamos, e dessa maneira podemos mudar a realidade individual.

– Quais as principais habilidades que o empreendedor deve ter para obter o sucesso desejado?

A primeira habilidade que o empreendedor deve ter para obter sucesso, principalmente, na nossa indústria é a de vendas. Isso porque a venda tem a ver com a desenvoltura de você colocar na mente do outro quais os benefícios do seu produto ou serviço.

Depois, vem a capacidade de saber se comunicar, que não engloba somente palavras, mas possui uma série de itens. O bom comunicador tem controle sobre a sua postura corporal, a velocidade da sua fala, seu entusiasmo, seu conteúdo e seu vocabulário.

A terceira principal habilidade é a liderança. Hoje em dia, o mundo precisa de mais pessoas que inspirem, que saibam influenciar e persuadir. Quem consegue se tornar um líder com estas características chegam ao sucesso desejado.

– Por que desenvolver o curso “As 7 atitudes para emagrecer”? Foi para a Herbalife?

Eu não possuo este curso. Eu apenas falo sobre estilo de vida saudável, porque acredito que saúde tem a ver com sucesso. Para mim, não adianta ser um homem bem-sucedido e rico com a saúde debilitada e baixa expectativa de vida.

 

– Para quem está começando no MMN, poderia dar 10 dias exclusivas?

  1. Mude a sua mentalidade;
  2. Seja disciplinado;
  3. Tenha metas claras;
  4. Aprenda a vender;
  5. Seja persistente;
  6. Seja corajoso;
  7. Nunca pare de melhorar;
  8. Encontre motivos para ser grato todos os dias;
  9. Seja exemplo para a sua rede; e
  10. Se aconselhe com bons mentores.

– Você já é tido como um dos melhores treinadores do país. O que mais deseja?

Hoje, eu busco apenas continuar divulgando os princípios que fizeram a diferença na minha vida e podem fazer na vida das pessoas que entram nesta indústria.  Busco uma “plataforma” que expanda minha mensagem.

Empresas sérias que repliquem esses conteúdos de treinamento nas suas redes para formar uma geração madura e forte de novos líderes para o Brasil.

Que nossa indústria seja respeitada e que possamos aumentar a credibilidade do nosso modelo de negócios. Busco ser esse instrumento de mudança e evolução nos seres-humanos que têm contato com minhas mensagens.

– Fale um pouco sobre seus treinamentos…

Eu tenho conteúdo de treinamento na forma de uma esteira de profundidade, proximidade comigo e preço. Sendo:

Livro Mentalidade; Áudios Semana da Mentalidade; Áudios Mentalidade 2.0; Vídeos Semana da Mentalidade; Vídeos Mestrado do Sucesso (12 módulos); Eventos ao vivo: Summit, Nextlevel, Mentoria e Imersão.

O livro Mentalidade pode ser lido por qualquer pessoa, é de fácil entendimento e prende o leitor.

Considero o áudio uma ferramenta poderosa para treinamentos, porque a repetição é uma ótima maneira de aprendizagem e auxilia na mudança de comportamento.

Os vídeos proporcionam um contato mais próximo, com conteúdo mais abrangente e relevante, além dos elementos visuais que facilitam a compreensão.

Os eventos ao vivo dão a oportunidade de network, além da energia poderosa dos contatos.

Já a mentoria e a imersão são grupos pequenos, onde trabalhamos com a exclusividade, que recebem acompanhamento personalizado, instruções e direcionamentos estratégicos para grupos mais seletos.

– Mande uma mensagem para os leitores da Revista Sucesso

Minha mensagem para os leitores da Revista Sucesso é que não percam nenhum exemplar publicado, pois a revista traz conteúdo relevante, atual, poderosos, e que fazem parte da indústria do MMN.

Costumo dizer que é necessário ler os três livros mais importantes da sua indústria, ir aos três eventos mais importantes, e ter três mentores para seguir.

Se eu pudesse dar dicas de conteúdo relevante, um deles seria a Revista Sucesso, especializada em MMN.

Fonte: Revista Sucesso

 

 

Pablo Paucar

MANUELDOLIVEIRAFILHO

POLISHOP SURPREENDE EMPREENDEDORES COM NOVA VIAGEM ANUAL E FACILIDADE EM SE QUALIFICAR

A Polishop é uma referência em paparicar seus empreendedores em viagens.

A empresa possui uma cultura de “encantar” com mimos, surpresas não prometidas e riqueza, sofisticação e um atendimento e cuidado que apaixonam seus empreendedores.

Exemplo de surpresa, foi a viagem que os Diamantes farão para Grécia daqui a uma semana, que teve seu roteiro ampliado para Turquia.

Mas a novidade do momento na Polishop, é a facilidade de qualificação para as viagens a partir de agora.

Em seu plano a empresa realizava 4 viagens por ano.

RUBIS (Movimentam 20 mil pontos que é igual a R$ 20 Mil Reais por mês) ganham viagem para um resort ou um cruzeiro no Brasil.

Pois bem: a partir de agora, a empresa acabou com travas e gatilhos para qualificação.
Para se ganhar a viagem de Rubi, com direito a acompanhante, basta ser pago como Rubi por 3 meses consecutivos, sem nenhuma outra necessidade.

A partir de agora, a empresa promoverá duas viagens por ano. Uma por semestre, com destinos diferentes.

ESMERALDAS (Movimentam 80 mil pontos que é igual a R$ 80 Mil Reais) ganham uma viagem para Resort na América Latina.

Para se qualificar a Viagem de Esmeraldas, basta serem pagos como Esmeraldas por 3 meses seguintes para viajarem com um acompanhante.

DIAMANTES (Movimentam 240 mil pontos que é igual a R$ 240 mil Reais) ganham viagem para um país de primeiro mundo.

Para se qualificar, basta serem pagos como Diamantes para viajarem com acompanhante. Ano passado a viagem dos Diamantes foi par Dubai.

DIAMANTES TRIPLOS ACIMA (Movimentam 600 mil pontos que é igual a R$ 600 Mil Reais) e ganham uma viagem par destinos ainda mais tops, com acompanhante. Este ano, irão para Paris.

Por conta desta mudança, os empreendedores estão maravilhados pela facilidade de acesso as viagens.

Todo Esmeralda terá uma meta básica para que também viaje com os rubis. os Diamantes terão uma meta básica para irem na viagem dos Esmeraldas. Os triplos terão uma meta básica para irem na viagem dos Diamantes.

Dessa forma, um Diamante triplo ganha 5 viagens por ano. (Duas no Brasil e 3 internacionas).
Um diamante, ganha 4 (duas nacionais e duas internacionais).
Um Esmeralda ( três viagens, duas nacionais e outra internacional).
E os Rubis, duas viagens nacionais.

MANUELDOLIVEIRAFILHO

CONSTRUA SEU NEGÓCIO

 

Diante de uma situação de desemprego o que você faria para pagar sua contas e sobreviver? Muito provavelmente a maioria das pessoas claro, iriam procurar um outro emprego urgentemente. Mas se o posto de trabalho que você atuava fechou? E agora? Muitos vão ter resistência para encarar uma nova profissão ou recolocação no mercado de trabalho devido as habilidades desenvolvidas durante anos trabalhando numa determina área e naturalmente o desconforto é inevitável, e pior, o salário será em muitos casos menor do que ganhava no antigo emprego. As crises existem para arrancar as pessoas da sua zona de conforto, logo diante de um cenário de desespero e de risco nossa mente começa a trabalhar rapidamente para sairmos dessa situação. Muitas pessoas empreendem por necessidade, outras por terem um sonho com metas. E você? Teria vontade de empreender? 95% da população brasileira diria que não, preferem buscar um emprego com “estabilidade” para o resto da vida do que ter uma vida com prosperidade tendo seu próprio “emprego”(empreendimento). Faculdade não garante empregabilidade se você não souber vender suas competências corretamente. Se todos que estudassem e se formassem fosse garantia de sucesso, todos seriam ricos e bem sucedidos. Claro que estudar é importante pois te dará conhecimento técnico, mas só isso não adianta. Hoje em dia vivemos num mundo globalizado onde o que domina é a tecnologia e cada vez  mais o mercado está seletivo e concorrido. 

Vamos resolver isso? Tenho uma proposta de negócio que lhe trará definitivamente a você e sua família independência financeira com qualidade de vida. Mas antes quero frisar que, não existe milagre econômico e muito menos sucesso sem trabalho, então se você acredita que ganhar dinheiro é através de trabalho sério então seja bem vindo ao meu time. Clique AQUI que eu entrarei em contato com você para oferecer nossa proposta de trabalho. Conto com sua honestidade e sinceridade.

Sucesso !!!

Manuel D Oliveira Filho – MISSÃO EMPREENDEDORA

 

MANUELDOLIVEIRAFILHO

AS 5 CARACTERÍSTICAS DE BASE PARA SER UM EMPREENDEDOR

 

O empreendedor deve ser um visionário: é necessário treinar a visão para vislumbrar seu negócio e sua vida nos próximos 10, 15, 20 anos

Dentre algumas características do empreendedor vou citar as cinco principais que norteiam o empreendedor e necessário é a sua estrita observância e desenvolvimento para ter um negócio de sucesso, vejamos:

Visionário: É quem vê o que a maioria não veem, e nesta visão aguçada voltada a negócios o empreendedor encontra oportunidades nas coisas mais diferentes e estranhas, mas que podem transformarem-se em novos modelos de negócios. É necessário treinar a visão para vislumbrar seu negócio e sua vida nos próximos 10, 15, 20 anos, e para persistir mesmo quando todos ao seu redor o acharem um lunático. E, além de ter, também saber compartilhar essa visão com sócios, fornecedores, colaboradores, investidores e clientes.

Assumir Riscos: Quebrar barreiras do medo e a capacidade de administrar riscos é intrínseca ao perfil do empreendedor, mas, diferentemente daquele tipo de risco inconsequente, o risco assumido nos negócios deve ser baseado em pesquisa, análise, planejamento e objetivos claramente definidos. Sem risco, nem há chance de sucesso. O empreendedor precisa ter o poder de decisão para fazer escolhas, traçar estratégias, calcular os riscos na medida certa – nem muito e nem pouco, e lançar-se nas ações humanas coerentes rumo a grandes possibilidades do sucesso. Assumir Riscos Calculados é diferente de prazer por “riscos ao leo” -e isso é inconsequência que o levará ao fracasso.

Relacionamentos: É fundamental para o empreendedor e futuro líder do negócio a capacidade de estabelecer bons relacionamentos. Isso significa manter uma rede de contatos produtiva e genuína, pois informações relevantes, mentoria entre amigos empreendedores é necessário para o crescimento. Também significa saber relacionar-se de forma adequada com seus colaboradores e comunidade onde atua, gerando um ambiente de cooperação e resultados positivos.

Persistência: O empreendedor deve ter uma dose altíssima e praticar a persistência para enfrentar os desafios do negócio, para vencer de forma inovadora a concorrência, para lidar com clientes problemáticos, aquele colaborador “meio perdido no mundo da lua” e para enfrentar crises e sobreviver no médio e longo prazo. E, lembre-se de jamais confundir persistência com teimosia, pois persistir reforma inteligente é necessário e produz-se muito.

Planejamento: Planejar para o futuro e antever-se aos fatos é primordial para o negócio dar certo, a capacidade para definir metas e objetivos com clareza, criar planos de ação, definir indicadores, manter registros financeiros para tomada de decisões e gerenciar o tempo nessa jornada é necessário.

Existem outras características para o empreendedor desenvolver incessantemente, porém, estas cinco são necessárias para ter empreendedorismo no seu negócio. Todas estas características podem serem desenvolvidas no dia a dia, em treinamentos, observando empreendedores ou mentores, sendo o que não pode ser replicado e deve nascer de dentro de você é a paixão pelo negócio, pois se você nem gosta do que faz dificilmente entrará no ciclo da prosperidade. O empreendedor ama tanto o que faz, que no domingo por volta das 23 horas, está todo feliz por poder ir para a empresa no dia seguinte promovendo e orquestrando seu negócio para crescer. Essa automotivação o ajuda a ser melhor a cada dia, a persistir, a ter mais visão e a assumir riscos calculados com maestria.

PRIMEIROS PASSOS DE UM EMPREENDEDOR – FLÁVIO AUGUSTO – GV

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NOVA LEI PARA A VENDA DIRETA E MARKETING MULTINÍVEL SERÁ ENTREGUE AO CONGRESSO NACIONAL

Dia 27 de Fevereiro, será realizado uma audiência e debate Público, na Câmara dos Deputados, cumprindo o regulamento eletivo, antes da entrega oficial do Projeto Lei, que irá regulamentar a Venda Direta no Brasil.

Criada pela Abranetwork, com apoio de alguns dos maiores líderes e especialistas do país, o Projeto de Lei, já conta com apoio de importantes Partidos Políticos do país, além claro de Deputados Federais.

Conforme Claudio Di Lucca Presidente da Abranetwork e principal criador da lei, “em função do poder financeiro, comercial, logístico, empresarial, comercial, tributário, político, social e trabalhista, não dá mais para não profissionalizar e legitimar essa fantástica indústria.

A Lei irá resolver em caráter definitivo, as questões que envolvem a legitimidade do negócio de MMN. Isso irá acabar com as dúvidas que pairam na cabeça de muitas pessoas por desinformação ou mesmo ignorância sobre o tema.

A lei americana e colombiana serviram de base para o projeto de lei, com adaptações que nosso mercado exige.

Será considerada empresa de risco, aquela que obtiver 60% de seu faturamento e receita, oriundo de adesões de pessoas e as que não oferecerem de forma transparente, balanço anual.

Pela Projeto de Lei, todas as empresas deverão seguir o Código de Defesa do Consumidor e o Código de Defesa do Empreendedor.

Não será mais possível, empresas cancelarem contratos de forma unilateral e herdarem a posição do empreendedor excluído. Existem regras próprias e bem detalhadas no Código citado acima.

Os problemas fiscais, por transporte interestadual não existirá mais. Impostos, Tributações e Bitributações terão clareza no regimento de definição.

Questões trabalhistas serão de fácil entendimento para as partes e empresas não poderão exigir exclusividade por parte do empreendedor.

A lei fundamenta as empresas de MMN legítimas de empresas fraudulentas, para que a punição aos criadores e participantes seja mais efetiva.

Iremos divulgar oportunamente, a data e hora do Debate Público.

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POR QUE AS PESSOAS DESISTEM?

Qual a razão de as pessoas não realizar seus projetos? Há algum fator comum, ou fatores comuns, que fomentam essa acomodação e desistências?

As pessoas desistem das coisas por uma série de motivos. Medo, insegurança, acomodação, erros do passado, crenças erradas, por que querem os resultados rápido demais, por não darem valor ao que já possuem, dentre outras coisas.

Mas, o que mais preocupa é quando começam a justificar a falta de vontade em buscar o que querem, sonham e merecem, por que têm estes ou aqueles problemas. Afinal, quem não tem algum tipo de problema?

Percebo que um ponto em comum das pessoas que desistem, é o fato de terem uma visão deturpada da vida, dos acontecimentos, o que as faz entrar num ciclo de arranjar desculpas e não soluções.

Não ousam mais, não se arriscam, e criam justificativas para toda vez que alguma coisa dá errada. A maioria não assume a culpa por nada, e acaba atribuindo essa culpa a alguém, a algum setor da economia, à política, e até a Deus.

Elas entram numa rotina de conformismo que as impede de mudar até um armário de lugar. Se conformam em sofrer, em apanhar, em brigar todos os dias, em receber pouco, sem notarem que tudo aquilo com o que se conformam, acaba virando a realidade de todos os dias, levando-as a um dia desistirem de lutar pelo que querem, sonham, precisam e merecem.

Elas enraízam as verdades erradas que aprenderam como se fossem indiscutíveis, imutáveis. Sempre encontram uma explicação para o que dá errado, em vez de procurarem uma para fazer dar certo.

Outra questão comum é que as pessoas que desistem, o fazem por remoerem demais o passado. Os erros se cristalizam de uma forma impressionante, e elas se tornam inflexíveis quando alguém diz que um erro pode ser visto como uma lição, e que se deu errado uma ou duas vezes, não significa que dará errado novamente.

Em vez de se tornarem fortes para seguir em frente, preferem se fechar para as novas oportunidades em razão dos velhos erros. Quem quer vencer na vida tem de ter a consciência de que nunca erra. Afinal, só há erros quando não existem lições e aprendizado.

Também noto que as pessoas que param com seus projetos e engavetam seus sonhos, fazem isso porque não sabem aproveitar o que já conquistaram. Elas estão sempre de olho no peixe que o pescador do lado pegou.

Dizem que fariam mais se a vida lhes desse mais antes, sem se dar conta de que o sucesso e a felicidade estão no avesso disso: em fazer mais antes de ganhar mais.
Elas casam-se uma, duas, três vezes, porém, sempre estão de olho no marido ou na mulher de alguém, alegando que aquela é sua alma gêmea. Possuem um carrinho velho, porém, ficam furiosas quando o vizinho ou um colega de trabalho aparece de carro novo, e dizem que se tivessem um carro melhor aí sim seriam felizes.

Pulam de galho em galho profissionalmente, sem perceber que o problema não é o galho em que se penduram, mas a falta de dar resultados consistentes para a empresa, e de valorizarem o cargo, o salário que têm, para então, no dia em que pularem, que seja para um galho mais alto, e não para quebrar o galho no qual estavam.

Quando não se sabe agradecer pelo que já se tem, corre-se o risco de tornar-se uma pessoa extremamente ingrata, e o mundo, e as outras pessoas detestam ingratidão. A ingratidão deixa as pessoas amargas, cuja companhia frequentemente é dispensada.
Quem é ingrato, além de se tornar uma companhia indesejada, afasta também as pessoas que poderiam ser peças chaves no sucesso delas, tanto pessoal quanto profissional, pois bons relacionamentos encurtam o caminho para sucesso e para a felicidade.

Por fim, com esse ciclo vicioso de desculpas, medos, convicções erradas, ingratidão, a pessoa acaba retroalimentando todo o processo, e sentindo-se cada vez mais sozinha e impotente. E então o ciclo de desistência se completa, e sempre recomeça.
É profundamente triste, mas funciona dessa maneira, como uma engrenagem que impulsiona para o insucesso e para a infelicidade, embora seja o que as pessoas menos desejam para a vida delas.

E você, quer saber como não desistir, como não parar com seus projetos, mas sim, fazer com que suas metas e objetivos deem certo?

Assista esse palestra do Médico Dr. Roberto Shinyashiki

 

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Em Abril sairá a lista das 100 maiores Empresas do Mundo de Vendas Diretas e Marketing Multinível

As empresas de vendas diretas e marketing multinível de todo o mundo já podem se inscrever e fornecer as informações necessárias para participarem do Ranking das 100 maiores empresas do mundo.

Este ranking, organizado pela Direct Salles, é a classificação mais importante do mundo, por divulgar faturamentos e dados reais, contribuindo para a formação de um Ranking confiável.

O evento de divulgação dos resultados, se dará dia 25 de Abril de 2018, no RENAISSANCE DALLAS, no LEGACY WEST HOTEL no TEXAS, EUA.

A data de envio das informações, se encerra dia 17 de Março de 2018.

A MISSÃO EMPREENDEDORA estará informando a cobertura jornalística com as entrevistas dos principais CEOS, Presidentes e executivos do mundo.

Abranetwork concederá Certificado e Selo a empresas Legais e Éticas

 

A Abranetwork irá entregar em Fevereiro de 2018, um certificado e um selo as empresas de MMN e Vendas Diretas que trabalham de forma ética, legal e moral.

O selo será concedido, após avaliações técnicas cujas regras serão divulgadas na próxima semana.

As empresas que desejarem o certificado e o selo, deverão se manifestar solicitando o mesmo a entidade.

As empresas receberão um formulário que serão devidamente analisados.

Algumas empresas serão convidadas a receberem o Certificado que oferecerá mais segurança ao empreendedor e ao mercado.

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FATOS RELEVANTES SOBRE O MERCADO DE MULTINÍVEL

A ostentação atrai o tolo e repele o sábio.

A ostentação é barata. Por isso vende mais.

O problema começa depois que você compra e descobre o que comprou.

O marketing multinível no Brasil não possui uma reputação à altura desta excepcional atividade, como ocorre em outros países, não por causa das empresas, ou dos produtos, nem somente da ignorância, mas por causa dos próprios distribuidores.

Distribuidores que ao invés de venderem a autenticidade preferem vender a ostentação.

Ao invés de oferecerem a oportunidade de trabalho, oferecem o oportunismo desmedido.

Ao invés de promoverem o desenvolvimento, o empreendedorismo, a superação, promovem ganhos exorbitantes quase em um modelo de loteria premiada, como se sorte fosse.

A sociedade está cansada das fantasias, dos discursos feitos, da desconfiança do “bom demais para ser verdade”.

O multinível passará a ser respeitado como deve ser quando seus próprios “profissionais” saírem do amadorismo e, de uma vez por todas, enxergarem o poder e, com isso, a responsabilidade que têm em mãos.

Vender as conquistas, sem a coexistência de trabalho duro, é utopia, alienação e beira o estelionato.

Vender o trabalho duro, sem apresentar as potenciais conquistas, por sua vez é vender algo que ninguém quer comprar.

Encontrar o equilíbrio é necessário e é fácil de encontrá-lo, desde que a verdade e a honestidade sejam as únicas armas dos profissionais de multinível.

Suba com consistência, sem pular etapas, para quando atingir o topo, consiga manter-se lá.

Acredite ou não, a indústria do Marketing de Rede formou muitos Milionários pelo mundo, um deles foi Donald Trump, atual Presidente dos Estados Unidos. Infelizmente no Brasil nossa cultura do Imediatismo faz com que distribuidores trabalhem de forma amadora, prometendo ganhos fáceis sem requerer trabalho e empenho. E isso põe em cheque a credibilidade do MMN fazendo com que as pessoas tenham desconfiança do negócio.  Se você recebeu algum convite para trabalhar com Marketing de Rede (MMN) analise a proposta da empresa e seus produtos. Verifique se a Empresa está associada na ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE VENDA DIRETA – ABEVD órgão que fiscaliza as empresas de vendas direta atuando no MMN. Enfim existem muitos subsídios para você estar pesquisando e se informando para ter certeza que esse trabalho é ético, legal e moral, muito diferente de esquemas de Pirâmides Financeiras. Onde nesse modelo não existe produtos ou serviços envolvidos, somente recrutamento. Se quiser trabalhar nesse mercado será um prazer tê-lo(a) conosco, mais informações entre em CONTATO !

 

Manuel D Oliveira Filho – Empreendedor de Marketing de Rede 

 

 

 

 

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