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Daily Archives:15 de setembro de 2018

Polishop muda os Kits de adesão e promete grandes lançamentos

O Diretor Geral do canal Polishop.Com.VcGilberto Guitti esteve sábado no Rio de Janeiro,  para realizar um Treinamento de imersão para os Diamantes da Rede do Imperial Márcio Lucas.

Esta imersão, acontece uma vez por ano, para os Diamantes de todos os grandes Top Líderes da empresa, sempre de forma personalizada, respeitando as redes e as estratégias de cada equipe.

No domingo, Gilberto deu um show no seminário que ocorreu na Barra da Tijuca (RJ), com informações valiosas, técnicas e motivacionais para construção do negócio Polishop.

A grande novidade, é a mudança nos kits de adesão da empresa. Até então, os novos empreendedores tinham opção de escolher o kit Bronze (R$ 300,00), Silver (R$ 1.000,00) e Gold (R$ 2.200,00).

Os kits são fechados, de modo que o novo empreendedor não escolhe os produtos.

Este mês de Fevereiro, os kits mudaram e passou a ser possível escolher dentro dos kits acima, pacotes de produtos de limpeza, maquiagem, da linha viva, entre outros, que oferece pontuação dobrada.

Isso que dizer que, ao entrar no negócio Polishop, o novo empreendedor ganha o dobro de pontos do valor que pagou.

O Kit Gold por exemplo, está saindo a R$ 2.160,00 e pontua 4.320 pontos.

Esta campanha de Fevereiro pode ser estendida para outros meses, mas o fato é que os empreendedores estão a mil por hora, gerando novos cadastros, que irão impactar positivamente nas qualificações da empresa na Convenção Transformando Vidas que acontecerá em Março próximo.

A empresa irá lançar mais de 20 novos produtos na Convenção.

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Polishop inova no destino de viagem para Diamantes acima

Está acontecendo agora, a Viagem para África do Sul, dos Diamantes acima, qualificados para esta premiação.

Seguindo seu propósito de inovar sempre, a empresa que foi a primeira no Brasil a oferecer viagem para Bahamas, Dubai, Grécia, entre outras, está impactando seus grandes lideres numa viagem que eles estão descrevendo como surreal.

Dia 02 de Fevereiro, ocorrerá um encontro no Rio de Janeiro, numa reunião que irá durar o dia inteiro, para todos os Diamantes acima, sob o comando do Diretor Geral, Gilberto Guitti.

No dia seguinte, Gilberto Guitti será o convidado especial para o evento que tb acontecerá no Rio de Janeiro.

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Polishop comemora venda de 1 bilhão de Reais no ano

Gilberto Guitti, Diretor Geral do canal Polishop.com.vc, canal de MMN da empresa está vibrando com o faturamento alcançado.

O canal multinível obteve mais de 1 bilhão de venda liquida em 2018. Um grande marco para a gigante Polishop, do tubarão João Apolinnário.

Gilberto, é um dos raros executivos deste mercado, que prefere ser honesto na divulgação de números, sem fantasiar, exagerar e mentir.

Venda líquida, é o faturamento das NFs (valor pago pelo empreendedor já com os descontos) ou seja se o valor de um produto Be Emotion custa R$ 50,00 e o empreendedor paga R$ 35,00 )-30% então o valor da NF foi de R$ 35,00. Nesta caso,  ainda excluímos os impostos que representa cerca de 25% das NF, esclarece Gilberto.

“Temos comprometimento com o mercado e não precisamos passar informações apenas marketeiras. Ou seja, que diferença faz se anunciamos vendas R$ 1 bilhão ou R$ 1,6 bilhões?! O importante é que pagamos bônus em dia, emitimos NF de tudo que vendemos pelo preço que a pessoa pagou e temos solidez em nossa administração. Todas as lojas e Offices são próprios e não incentivamos ninguém a fazer estoque ou comprar Pin! Acredito que esta atitude é duradoura e é isto que pessoas sérias e comprometidas realmente desejam.

As empresas normalmente divulgam vendas brutas ou seja se venderam 100 milhões e dão 50% de desconto, então dizem que venderam 200 milhões. Isto não é correto mas como são empresas “Ltda” fazem o que querem com os números.”

Para começar bem o ano, a Polishop lançou uma campanha promocional agressiva.

Compras realizadas no Offices, acima de R$ 600,00 geram 300 pontos extras.

Compras das ofertas Todo dia com Você, geram pontuação dobrada.

Compras acima de R$ 600,00 + oferta Todo dia com você são CUMULATIVAS, ou seja, contam pontos extras para os 2 pedidos. Logo, o empreendedor que comprar (nos Offices) R$ 600,00 em ofertas Todo dia com Você,  receberá 240 VQP (Volume de Qualificação Pessoal) de cada oferta + 300 VQP Extras!

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AS PROPOSTAS DE JAIR BOLSONARO PARA OS EMPREENDEDORES

Com 55% dos votos válidos, Jair Bolsonaro, do PSL, foi eleito o novo presidente do Brasil. 

A partir do programa de governo registrado no TSE, PEGN destacou as principais propostas de Jair Bolsonaro para a comunidade empreendedora.

O plano de governo ressalta a importância de “que o jovem saia da faculdade pensando em abrir uma empresa”. O documento também cita como exemplos Japão e Coreia do Sul, países em que o empreendedorismo foi importante para o crescimento econômico.

“Nossa intenção é criar um ambiente favorável ao empreendedorismo no Brasil. Assim, valorizaremos talentos nacionais e atrairemos outros do exterior para gerar novas tecnologias, emprego e renda”, afirma no documento.

No programa, Bolsonaro promete implementar o estudo do empreendedorismo nas universidades, “em todos os cursos”. “O jovem precisa sair da faculdade pensando em como transformar o conhecimento obtido em enfermagem, engenharia, nutrição, odontologia, agronomia, etc, em produtos, negócios, riqueza e oportunidades. Deixar de ter uma visão passiva sobre seu futuro.”

No front econômico, seu trabalho e o de sua equipe a partir de 1º de janeiro não será fácil. Apesar de a recessão ter ficado para trás há mais de um ano, a retomada da economia é lenta e a taxa de desemprego segue elevada. Cerca de 13 milhões de pessoas estão à procura de trabalho e outras 4,8 milhões desistiram de ir atrás de um novo emprego.

“Caminho da Prosperidade”, como é chamado o programa de governo (também apelidado “Projeto Fênix”), coloca como principais prioridades econômicas “gerar crescimento, oportunidades e emprego, retirando enormes contingentes da população da situação precária na qual se encontra”. Para isso, diz que irá fazer “ajustes necessários para garantir crescimento com inflação baixa e geração de empregos”.

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Universidades irão começar a ensinar a Marketing Multinível

CEO da Sucesso e Presidente da AbranetworkClaudio Di Lucca, tem feito muitas palestras em Instituições de Ensino Superior, ensinando empresários, executivos, e alunos de MBA, a entender o Marketing Multinível, sua aplicação, benefícios e vantagens, desmistificando entendimentos distorcidos e pré-julgamentos.

Estas palestras estão fomentando grande burburinho no mercado, tanto nas próprias instituições que estão estruturando cursos de formação, gradação e pós-graduação, quanto entre empresas que já começam a avaliar o MMN como uma alternativa de crescimento e de negócios.

UNIP, Universidade Estácio de Sá, Fundação Getúlio Vargas, Uniara, IBMEC, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Veiga de Almeida, entre tantas outras outras instituições, estão saindo na frente, lançando seus cursos online e presenciais.

ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing– realizará por exemplo, o primeiro curso de Férias sobre MMN, em São Paulo nos dias 10 e 11 de janeiro de 2019, com o Prof. Acácio Ventura. 

Com mais de 15 anos de experiência no segmento, atuou em empresas como a americana Nu Skin, a chinesa Tiens e a brasileira PHD NutriPremium. Também é escritor, com três livros publicados.

“Em 2018, realizei 17 palestras para quase dois mil executivos, defendendo, ensinando, e promovendo o Marketing Multinível. O impacto dessas palestras foi muito grande e não tenho dúvida, que muitas empresas brasileiras irão adotar o MMN. E o papel das Instituições de Ensino é fundamental para fornecer todo o conteúdo técnico necessário para a formação e qualificação para uma gestão profissional, inteligente e altamente eficaz. Não paro de receber convites para ministrar aulas, palestras e de estruturar cursos, Graduação e MBAs para instituições.” declarou Claudio Di Lucca.

Fonte: REVISTA SUCESSO

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Estas profissões irão acabar

Pense no seu futuro. Não trabalhe com profissões que tendem a acabar.

Nos tempos atuais, onde a tecnologia evolui de forma avassaladora; onde os robôs são cada vez mais autônomos e substituem os humanos; onde equipamentos que facilitam nossas vidas são inventados, é fundamental escolher uma profissão que tenha futuro.

Segundo Arthur Igreja, especialista em Inteligência Artificial, “com as redes neurais e a inteligência artificial, mesmo o conhecimento e o processo decisório podem sim serem incorporados por uma máquina”, diz.

Já Thiago Fonseca, alerta para as “profissões burras”, que são aquelas onde você é facilmente substituído por máquinas ou pessoas. Por exemplo, pessoas que trabalham apertando parafuso, podem ser facilmente substituídos.

Ou seja, é fundamental que a profissão escolhida, exija um conhecimento específico que te valorize e te torne não substituível. No entanto, este conhecimento específico, não pode ser executável por uma máquina ou software.

Conheça agora algumas profissões que irão sumir do mapa mundial:

  • Atendente de Telemarketing
  • Torneiro repuxador
  • Torneiro mecânico
  • Analista de Investimento
  • Contadores e Auditores
  • Headhunter e recrutador
  • Assistente Jurídico
  • Piloto de Avião
  • Repórteres e jornalistas
  • Corretores de seguro e analistas de risco
  • Condutor de Trem e de Metrô
  • Taxista
  • Arquivista
  • Carteiro
  • Gráficos
  • Anestesista
  • Relojoeiro
  • Agente de Crédito
  • Trabalhadores Rurais
  • Operador de Caixa
  • Agente de Viagens
  • Comissária de Bordo
  • Estoquista
  • Caixa de Banco
  • Cobrador de ônibus
  • Frentista
  • Trader da Bolsa de Valores
  • Corretor de Imóveis

Vamos aumentar esta lista? Que profissão você acha que irá acabar. Deixe seu comentário…

Fonte: Revista Sucesso

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No futuro haverá trabalho, mas não necessariamente emprego

O conceito de precariado aponta que a informalidade é a tendência mundial do mercado de trabalho

A vida de empregos temporários, freelancers e “bicos” não é um traço passageiro das economias, tampouco uma expressão particular de suas crises. As ocupações instáveis e flexíveis, segundo estudiosos, já formam o novo rosto do mercado de trabalho. Se novas maneiras de ganhar a vida estão se sobrepondo, algo está, obrigatoriamente, morrendo. Para o economista britânico Guy Standing, o colapso acontece com a forma de emprego clássica. “As pessoas estão sendo forçadas a aceitar uma vida de empregos instáveis, sem uma identidade ocupacional”.

Standing é Ph.D pela Universidade de Cambrigde e pesquisa há décadas como as mudanças estruturais no mercado de trabalho, atreladas à globalização e à revolução tecnológica, constróem um novo grupo social e econômico, o qual ele chama de precariado. O termo, surgido na década de 1980 entre as mudanças do modelo de produção em massa, foi ressignificado em 2011, quando Standing lançou “O Precariado – A nova classe perigosa” – que ganhou edição brasileira pela editora Grupo Autêntica, em 2013. Leia mais sobre na entrevista completa com o economista britânico.

O precariado do século 20

O conceito sociológico de precariado surgiu na década de 80, na Itália, a partir do movimento social autonomista, explica o sociólogo Ruy Braga. O grupo estava preocupado em fazer uma análise do trabalho e entender porque as novas gerações, quando entram no mercado, não experimentam as mesmas políticas de bem-estar que as gerações anteriores.

No livro, o professor da Universidade de Londres afirma que a população mundial experimenta cada vez menos o emprego, no sentido formal, para ocupar vários trabalhos durante a vida. Afinal, construir a carreira dentro de um único tipo de profissão ou passar anos na mesma empresa, exercendo as mesmas atividades, estão se mostrando opções gradativamente inviáveis na economia, seja no Brasil ou no resto do mundo.

Se o envelhecimento da população está afetando o mercado de trabalho, o contrário também acontece: as novas tecnologias,economia disruptiva e a Quarta Revolução Industrial estão conferindo uma cara velha ao emprego tradicional. O economista Octavio de Barros, uma das vozes brasileiras do debate, explica que esta extinção da ocupação “clássica” cria espaços para o aumento do precariado. “O trabalho se torna cada vez mais ‘on demand’ [sob demanda] porque essa é a flexibilidade que o mundo digital impõe”, explica Barros, que foi economista-chefe do Banco Bradesco por 15 anos e hoje dirige o Instituto República, a que se refere como um “think tank” de onde estuda e acompanha temas econômicos e políticos.

A Quarta Revolução Industrial deve implicar na perda de mais de 5 milhões de empregos em até cinco anos, diz o Fórum Econômico Mundial no relatório “Futuro do Trabalho”, publicado em 2016. As mudanças, segundo o documento, vão chegar na corrente da robótica avançada, transporte autônomo, inteligência artificial, aprendizagem automática, além do desenvolvimento acelerado da biotecnologia, de 2015 a 2020. Por outro lado, o cenário tecnológico dá força para áreas como computação, matemática, arquitetura e engenharia, onde haverá um ganho de 2 milhões de empregos.

Standing traça o mesmo desenho. “Mais e mais empregos vão ser eletrônicos, ultrapassando qualquer relação trabalhista envolvendo empregador-empregado”. Sem vínculos duradouros com o empregador, as ocupações flexíveis mudam a maneira que o trabalhador recebe seu pagamento, sem férias remuneradas e outros benefícios. É a lógica da gratificação instantânea. “O precariado precisa confiar inteiramente nos salários nominais”, pontua Standing. Sem horários e espaços de trabalho fixos e pouca previsibilidade sobre os rendimentos financeiros, essa classe corre sempre o risco de estar endividada. “Eles normalmente estão com dívidas e com medo de perder suas rendas subitamente”, acrescenta o economista britânico.

Autor do livro “A Política do Precariado: do populismo à hegemonia” (2013, editoria Boitempo) o sociólogo brasileiro Ruy Braga diz que a característica de trabalho intermitente deste grupo converte-se em um gerador de dívidas. “Porque as necessidades são mais ou menos constantes ao longo do ano, você precisa comer, beber, se vestir e se alimentar”, afirma.

Standing ressalta o forte papel da globalização no nascimento do precariado. Na visão dele, a progressiva revolução tecnológica e a facilidade de empresas alocarem empregos e produção onde a mão de obra é mais barata estão agravando a distribuição de renda. Ele diz que há um grupo, o dos “rentistas”, que lucraria com o endividamento da população. “Eu não acredito que os robôs vão tornar quase todos os trabalhadores redundantes. Mas, sem dúvidas, a progressiva revolução tecnológica está agravando a distribuição de renda”, diz o especialista.

A perda de direitos, não só trabalhistas, mas civis, culturais, sociais, econômicos e políticos é uma das características definidoras do precariado, segundo Standing. Quem faz uma leitura parecida é Ruy Braga. O chefe de departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP) entende que as mudanças da estrutura do mercado global aliadas ao aprofundamento da flexibilização estimulam a extinção de direitos clássicos do mundo do trabalho, intensificando a insegurança e instabilidade das atividades. “É uma maneira muito dura de trabalhar, muito crua, sem nenhum tipo de direito ou baixíssima intensidade de direitos, proteção social, previdenciária e trabalhista”.

Octavio de Barros pontua que estas grandes mudanças nas formas de produção e consumo criam a necessidade de sociedades e governos encontrarem uma nova fórmula de assegurar proteção social ao trabalhador precariado. “Emprego no sentido clássico, que pressupõe alguma proteção social subjacente, seria uma espécie em extinção.” E completa: “Entendo que os impactos estão sendo subestimados”. O economista frisa que não enxerga o precariado como uma subclasse ou como um fenômeno anticapitalista. “Muito pelo contrário, é um fenômeno inerente ao próprio capitalismo”.

Quem é o precariado

Não é só um perfil de trabalhador que vem acumulando as transformações. Para Standing, o precariado está dividido em três grupos: a geração que saiu da classe trabalhadora típica do capitalismo industrial; etnias minoritárias e imigrantes que se sentem desligados da sociedade convencional; e, por último, jovens qualificados que não estão satisfeitos com o mercado de trabalho.

Barros fala da qualificação ao contextualizar que o precariado é composto por cidadãos que não têm senso de ocupação clássico e aceitam que a vida seja naturalmente instável. “São trabalhadores com muita insegurança existencial, mesmo com nível de educação bastante razoável”.

Então, qual seria o sentido da população jovem se preocupar com especializações e formações de alto nível, se o precariado ganha a vida através de diferentes ocupações ao longo da vida? Para o economista, a resposta está na educação unida à criatividade. “Só sobreviverão, no médio e longo prazos, os empregos que dependam de criatividade, inteligência emocional e habilidades sociais”. “Em outras palavras, a educação de todas as gerações deverá se basear no incentivo à inventividade”, Octavio de Barros. (Leia aqui a entrevista na íntegra com o economista)

Na visão de Braga, a formação qualificada e sofisticada deve continuar como incentivo para a população procurar o ensino, mas ele reconhece que o cenário tem atritos com essas buscas individuais. “O problema não é do indivíduo, mas da estrutura, tanto a do sócio ocupacional como a estrutura econômica do país”, observa. Nesta mesma linha, Standing expõe a contradição entre o grande futuro prometido ao jovem que entra na universidade e o que ele realmente encontra no mercado de trabalho. “Eles perceberam que, na verdade, (a entrada no ensino superior) foi uma aposta na loteria”.

Ter idade mais avançada torna a situação ainda mais difícil, na visão do professor da USP. Mesmo qualificada, a pessoa mais velha que fica desempregada por um tempo não consegue voltar ao trabalho exercendo as mesmas funções de antes, com os antigos benefícios. “Você só volta para o mercado como consultor, que tem um contrato ali outro aqui”, explica Braga.

Mesmo que Standing entenda as novas exigências de flexibilidade como não tão justas, se elas significam que “milhões de pessoas devem aceitar uma vida contínua de insegurança social e econômica”, o britânico consegue enxergar uma compatibilidade entre o que o precariado e os empregadores querem. “Se formos sensatos, como a maioria das pessoas na parte educada do precariado entende, não queremos uma vida inteira com um único emprego”, diz o britânico, que define a maioria dos trabalhos como chata, estressante ou limitada. “Isso não vai mudar para a maioria dos trabalhadores. Precisamos ser honestos sobre isso”, pondera, acrescentando que o desafio é garantir que mais pessoas tenham segurança básica de renda. “Então todos podem suportar um emprego instável”.

Por enquanto, Standing guarda críticas mais duras sobre as respostas que a instabilidade do precariado recebe. “Para o antigo proletariado, o principal antagonista era o empregador, o capital e o ‘chefe’. Para o precariado, o principal inimigo é o estado”. Segundo o economista britânico, isto acontece porque a instituição estatal dá forma a políticas sociais que forçam o precariado a se comportar de certas maneiras, bloqueando determinadas atividades. “É o governo que aplica as ‘condicionalidades’ nos benefícios, ou dá prioridade para certos subsídios para os ricos ou para as corporações, e não para o precariado”.

Diante do desaparecimento gradual dos trabalhos clássicos, Barros declara que a estrutura social em torno do emprego está “perdendo importância relativa, de forma inequívoca”. Para ele, o fato de o trabalhador ficar responsável por uma atividade específica do sistema produtivo está deixando de ser uma realidade, e níveis hierárquicos cairão ainda mais.

Apesar dessas mudanças nas narrativas trabalhistas, há pesquisadores que acreditam que o trabalho deve permanecer no centro da vida social. Para Ruy Braga, mesmo que na perspectiva da economia informal o trabalho assalariado possa perder o foco, a narrativa se mantém porque “ainda assim as pessoas continuam trabalhando, pode ser trabalhando em casa, pode ser trabalhando na informalidade, no pequeno negócio”. (Leia aqui entrevista completa com o sociólogo)

Outro tópico que divide os pesquisadores é sobre se o precariado realmente constitui uma nova classe social. Diferente do que acredita Standing, que vê o precariado como uma classe em formação, Braga defende que, na realidade, eles são parte da classe trabalhadora e vêm crescendo.

Enquanto na Europa o regime de produção em massa predominava, com acesso amplo aos regimes de bem-estar, direitos trabalhistas e aposentadoria, os trabalhadores brasileiros viviam uma realidade diferente, aponta Ruy Braga. “O que na Europa, por conta da institucionalização de direitos, de garantias, conquistas, lutas sociais, era regra, ou foi grande durante muito tempo e se enfraqueceu, no caso brasileiro sempre foi a exceção”.

Ainda segundo o sociólogo, na realidade do país o que marca o surgimento desse novo tipo de trabalhador precário é a transição de uma economia industrializada para um modelo econômico apoiado no setor de serviços. Nesse novo contexto, as características dos trabalhadores são diferentes das encontradas na economia industrial. “É um tipo de emprego com características muito diferentes, mais feminizadas, subalternas, com uma flagrante dificuldade de organização sindical”.

Como responder ao precariado?

As mudanças nas relações trabalhistas que levam ao surgimento de um trabalhador precarizado demandam adaptações por parte das instituições, afirmam os estudiosos. Elas podem ser de iniciativa do governo, através de políticas públicas, e também das empresas, que podem influenciar na reorganização do mercado de trabalho.

Mas as respostas e soluções para essa realidade não são consenso entre estes pesquisadores. Guy Standing defende a renda universal básica como uma reação viável a precarização do trabalho. “A renda básica poderia dar para aqueles se cansaram ou demandam empregos a oportunidade de flexibilizar em seus próprios termos ou de aproveitar um descanso”.

Ruy Braga apresenta ressalvas quanto à eficácia da política de renda básica. Ele acredita que um aumento em gastos sociais desse tipo pode, na realidade brasileira, diminuir investimentos em políticas públicas relacionadas à saúde, habitação, transporte e educação. A renda básica só seria uma solução, na visão do sociólogo, se a política estiver acompanhada pela redução da conta da taxa de juros. “Você vai colocar mais renda na base da pirâmide e eliminar aquilo que é a regra hoje em dia. A taxa de juros do governo é uma maneira de você tirar dinheiro do pobre e dar para o rico”.

Para Octavio de Barros, entre as instituições sociais que precisam de uma atualização está a organização sindical dos trabalhadores. “Os próprios sindicatos, em países como a Alemanha, já se deram conta de que precisam se envolver mais nessas transformações que eliminam as fronteiras entre indústria e serviços.”

A crítica sobre o modelo de sindicato também é ecoada por Braga. Segundo o sociólogo, eles são muitas vezes hostis ao trabalhador e não tem capacidade de representar o empregado precarizado. “A forma sindical não tem condições de negociar com as empresas em nome deles, ou os que negociam são sindicatos muito frágeis, por exemplo terceirizados.”

Na visão de Braga, as reformas que estão em tramitação no Congresso Nacional brasileiro formam uma agenda oposta às proteções ideais ao precariado. “Você tem que apostar em uma previdência social mais inclusiva, tem de cortar a taxa de juros, baratear a dívida pública, apostar na proteção do trabalhador porque isso diminui a desigualdade e consequentemente gera emprego”, lista o pesquisador, que também defende uma redução da jornada de trabalho, para obrigar empresas a contratarem mais gente.

Fonte: ESTADÃO

Ruy Braga – O que é o precariado…

 

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Marketing de Rede chega as Universidades

2019 promete. Será o ano da entrada do Network Marketing em Universidades brasileiras.

Várias Universidades estão programando o curso de Network Marketing que ajudará tanto empreendedores a atuarem de forma profissional, quando formará executivos em gestão.

Estudantes poderão se dedicar por dois anos, com aulas diárias, presenciais, ao aprendizado do Marketing de Rede.

Várias Universidades estão programando o curso que ajudará tanto empreendedores a atuarem de forma profissional, quando formará executivos em gestão.

Essa qualificação do empreendedor, aliada a capacitação de executivos fará muito diferença na indústria de Marketing Multinível brasileira.

O mercado que não para de crescer e que tem atraído grandes players para o segmento, remunera bem, promove o empreendedorismo qualificado e a transformação pessoal, cultural e financeira das pessoas.

A partir daí, os cursos de Pós Graduação e MBA, serão ainda melhores, com cadeiras e técnicas que irão revolucionar o mercado.

A Uniara (Universidade de Araraquara, acabou de lançar um curso de formação em Marketing de Rede, através do ensino a distância.

Com custo acessível e liberdade de horário para se fazer as aulas, conciliando com as atribuições do dia a dia da rede, já é possível, se profissionalizar, se formar e ter diploma universitário.

Com certeza, o diploma da liberdade financeira, vai chegar em seguir, para aqueles que estão investindo em si mesmos.

Tim Sales Entrevista Dr Charles King da Harvard…

 

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Feliz Natal e um Próspero 2019

Nós da equipe Missão Empreendedora desejamos a todos nossos seguidores, clientes, e parceiros de negócios um Feliz Natal e um 2019 repleto de realizações e que 2019 seja o ano da renovação que nosso País precisa para que haja possibilidade de novos empreendedores surgirem e faça a diferença no futuro de todos os brasileiros.  2018 foi  um ano de muito trabalho e incertezas, mas acreditamos que Deus está no controle de nossas vidas e sabe a hora que cada um de nós teremos o que merecemos.

Sucesso a todos !!!

 

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As duas principais causas do medo do sucesso, por Randy Gage

Então, por que você não alcança níveis mais altos de sucesso? Muitas pessoas pensam que é porque têm medo do fracasso. Mas com muito mais frequência, é o medo do sucesso. Isto vem em duas formas …

1) Programação negativa sobre o sucesso

Às vezes, esse medo é porque eles são programados com crenças limitantes. (Dinheiro é ruim, pessoas ricas são ruins, nobre é pobre, etc.)

Em casos como este, inconscientemente auto-sabotando o seu sucesso, para que possam continuar a acreditar que porque eles são mansos, pobres ou vítimas, são boas pessoas. Então, eles vivem suas vidas de uma maneira que garante que eles nunca tenham sucesso.

2) Problemas de dignidade

A outra causa freqüente também está enraizada no medo do sucesso. O que é enganoso, porque essa não é a causa real. Eles têm medo do sucesso. Mas a razão pela qual eles têm medo do sucesso é porque eles não acreditam que são dignos desse sucesso.

Em algum momento, eles compraram uma história. Muitas vezes é porque um pai, professor, treinador ou outra presença influente em suas vidas os abusa ou degrada em uma idade jovem: alguém lhes disse que eles não tinham talento.

Seu pai manteve o amor e sempre fez exigências irrealistas. Então, em algum momento, eles começaram a acreditar na história. Agora eles são indivíduos feridos que passam pela vida acreditando que não merecem saúde, felicidade ou prosperidade.

Toda vez que eles tentam o sucesso, eles aparecem para uma promoção, ou as coisas na vida começam a dar certo, elas se sentem culpadas. Honestamente, eles não acreditam que merecem o bem que está acontecendo.

E ficam ansiosos, temendo que alguém descubra que são impostores. E assim como no primeiro modo, eles provavelmente não têm idéia de que estão inconscientemente sabotando a si mesmos.

Randy Paul Gage é um autor americano e palestrante motivacional que escreve livros de auto-ajuda e palestras sobre os temas de sucesso e prosperidade.

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