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Monthly Archives:novembro 2017

Estas profissões irão acabar

Pense no seu futuro. Não trabalhe com profissões que tendem a acabar.

Nos tempos atuais, onde a tecnologia evolui de forma avassaladora; onde os robôs são cada vez mais autônomos e substituem os humanos; onde equipamentos que facilitam nossas vidas são inventados, é fundamental escolher uma profissão que tenha futuro.

Segundo Arthur Igreja, especialista em Inteligência Artificial, “com as redes neurais e a inteligência artificial, mesmo o conhecimento e o processo decisório podem sim serem incorporados por uma máquina”, diz.

Já Thiago Fonseca, alerta para as “profissões burras”, que são aquelas onde você é facilmente substituído por máquinas ou pessoas. Por exemplo, pessoas que trabalham apertando parafuso, podem ser facilmente substituídos.

Ou seja, é fundamental que a profissão escolhida, exija um conhecimento específico que te valorize e te torne não substituível. No entanto, este conhecimento específico, não pode ser executável por uma máquina ou software.

Conheça agora algumas profissões que irão sumir do mapa mundial:

  • Atendente de Telemarketing
  • Torneiro repuxador
  • Torneiro mecânico
  • Analista de Investimento
  • Contadores e Auditores
  • Headhunter e recrutador
  • Assistente Jurídico
  • Piloto de Avião
  • Repórteres e jornalistas
  • Corretores de seguro e analistas de risco
  • Condutor de Trem e de Metrô
  • Taxista
  • Arquivista
  • Carteiro
  • Gráficos
  • Anestesista
  • Relojoeiro
  • Agente de Crédito
  • Trabalhadores Rurais
  • Operador de Caixa
  • Agente de Viagens
  • Comissária de Bordo
  • Estoquista
  • Caixa de Banco
  • Cobrador de ônibus
  • Frentista
  • Trader da Bolsa de Valores
  • Corretor de Imóveis

Vamos aumentar esta lista? Que profissão você acha que irá acabar. Deixe seu comentário…

Fonte: Revista Sucesso

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

No futuro haverá trabalho, mas não necessariamente emprego

O conceito de precariado aponta que a informalidade é a tendência mundial do mercado de trabalho

A vida de empregos temporários, freelancers e “bicos” não é um traço passageiro das economias, tampouco uma expressão particular de suas crises. As ocupações instáveis e flexíveis, segundo estudiosos, já formam o novo rosto do mercado de trabalho. Se novas maneiras de ganhar a vida estão se sobrepondo, algo está, obrigatoriamente, morrendo. Para o economista britânico Guy Standing, o colapso acontece com a forma de emprego clássica. “As pessoas estão sendo forçadas a aceitar uma vida de empregos instáveis, sem uma identidade ocupacional”.

Standing é Ph.D pela Universidade de Cambrigde e pesquisa há décadas como as mudanças estruturais no mercado de trabalho, atreladas à globalização e à revolução tecnológica, constróem um novo grupo social e econômico, o qual ele chama de precariado. O termo, surgido na década de 1980 entre as mudanças do modelo de produção em massa, foi ressignificado em 2011, quando Standing lançou “O Precariado – A nova classe perigosa” – que ganhou edição brasileira pela editora Grupo Autêntica, em 2013. Leia mais sobre na entrevista completa com o economista britânico.

O precariado do século 20

O conceito sociológico de precariado surgiu na década de 80, na Itália, a partir do movimento social autonomista, explica o sociólogo Ruy Braga. O grupo estava preocupado em fazer uma análise do trabalho e entender porque as novas gerações, quando entram no mercado, não experimentam as mesmas políticas de bem-estar que as gerações anteriores.

No livro, o professor da Universidade de Londres afirma que a população mundial experimenta cada vez menos o emprego, no sentido formal, para ocupar vários trabalhos durante a vida. Afinal, construir a carreira dentro de um único tipo de profissão ou passar anos na mesma empresa, exercendo as mesmas atividades, estão se mostrando opções gradativamente inviáveis na economia, seja no Brasil ou no resto do mundo.

Se o envelhecimento da população está afetando o mercado de trabalho, o contrário também acontece: as novas tecnologias,economia disruptiva e a Quarta Revolução Industrial estão conferindo uma cara velha ao emprego tradicional. O economista Octavio de Barros, uma das vozes brasileiras do debate, explica que esta extinção da ocupação “clássica” cria espaços para o aumento do precariado. “O trabalho se torna cada vez mais ‘on demand’ [sob demanda] porque essa é a flexibilidade que o mundo digital impõe”, explica Barros, que foi economista-chefe do Banco Bradesco por 15 anos e hoje dirige o Instituto República, a que se refere como um “think tank” de onde estuda e acompanha temas econômicos e políticos.

A Quarta Revolução Industrial deve implicar na perda de mais de 5 milhões de empregos em até cinco anos, diz o Fórum Econômico Mundial no relatório “Futuro do Trabalho”, publicado em 2016. As mudanças, segundo o documento, vão chegar na corrente da robótica avançada, transporte autônomo, inteligência artificial, aprendizagem automática, além do desenvolvimento acelerado da biotecnologia, de 2015 a 2020. Por outro lado, o cenário tecnológico dá força para áreas como computação, matemática, arquitetura e engenharia, onde haverá um ganho de 2 milhões de empregos.

Standing traça o mesmo desenho. “Mais e mais empregos vão ser eletrônicos, ultrapassando qualquer relação trabalhista envolvendo empregador-empregado”. Sem vínculos duradouros com o empregador, as ocupações flexíveis mudam a maneira que o trabalhador recebe seu pagamento, sem férias remuneradas e outros benefícios. É a lógica da gratificação instantânea. “O precariado precisa confiar inteiramente nos salários nominais”, pontua Standing. Sem horários e espaços de trabalho fixos e pouca previsibilidade sobre os rendimentos financeiros, essa classe corre sempre o risco de estar endividada. “Eles normalmente estão com dívidas e com medo de perder suas rendas subitamente”, acrescenta o economista britânico.

Autor do livro “A Política do Precariado: do populismo à hegemonia” (2013, editoria Boitempo) o sociólogo brasileiro Ruy Braga diz que a característica de trabalho intermitente deste grupo converte-se em um gerador de dívidas. “Porque as necessidades são mais ou menos constantes ao longo do ano, você precisa comer, beber, se vestir e se alimentar”, afirma.

Standing ressalta o forte papel da globalização no nascimento do precariado. Na visão dele, a progressiva revolução tecnológica e a facilidade de empresas alocarem empregos e produção onde a mão de obra é mais barata estão agravando a distribuição de renda. Ele diz que há um grupo, o dos “rentistas”, que lucraria com o endividamento da população. “Eu não acredito que os robôs vão tornar quase todos os trabalhadores redundantes. Mas, sem dúvidas, a progressiva revolução tecnológica está agravando a distribuição de renda”, diz o especialista.

A perda de direitos, não só trabalhistas, mas civis, culturais, sociais, econômicos e políticos é uma das características definidoras do precariado, segundo Standing. Quem faz uma leitura parecida é Ruy Braga. O chefe de departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP) entende que as mudanças da estrutura do mercado global aliadas ao aprofundamento da flexibilização estimulam a extinção de direitos clássicos do mundo do trabalho, intensificando a insegurança e instabilidade das atividades. “É uma maneira muito dura de trabalhar, muito crua, sem nenhum tipo de direito ou baixíssima intensidade de direitos, proteção social, previdenciária e trabalhista”.

Octavio de Barros pontua que estas grandes mudanças nas formas de produção e consumo criam a necessidade de sociedades e governos encontrarem uma nova fórmula de assegurar proteção social ao trabalhador precariado. “Emprego no sentido clássico, que pressupõe alguma proteção social subjacente, seria uma espécie em extinção.” E completa: “Entendo que os impactos estão sendo subestimados”. O economista frisa que não enxerga o precariado como uma subclasse ou como um fenômeno anticapitalista. “Muito pelo contrário, é um fenômeno inerente ao próprio capitalismo”.

Quem é o precariado

Não é só um perfil de trabalhador que vem acumulando as transformações. Para Standing, o precariado está dividido em três grupos: a geração que saiu da classe trabalhadora típica do capitalismo industrial; etnias minoritárias e imigrantes que se sentem desligados da sociedade convencional; e, por último, jovens qualificados que não estão satisfeitos com o mercado de trabalho.

Barros fala da qualificação ao contextualizar que o precariado é composto por cidadãos que não têm senso de ocupação clássico e aceitam que a vida seja naturalmente instável. “São trabalhadores com muita insegurança existencial, mesmo com nível de educação bastante razoável”.

Então, qual seria o sentido da população jovem se preocupar com especializações e formações de alto nível, se o precariado ganha a vida através de diferentes ocupações ao longo da vida? Para o economista, a resposta está na educação unida à criatividade. “Só sobreviverão, no médio e longo prazos, os empregos que dependam de criatividade, inteligência emocional e habilidades sociais”. “Em outras palavras, a educação de todas as gerações deverá se basear no incentivo à inventividade”, Octavio de Barros. (Leia aqui a entrevista na íntegra com o economista)

Na visão de Braga, a formação qualificada e sofisticada deve continuar como incentivo para a população procurar o ensino, mas ele reconhece que o cenário tem atritos com essas buscas individuais. “O problema não é do indivíduo, mas da estrutura, tanto a do sócio ocupacional como a estrutura econômica do país”, observa. Nesta mesma linha, Standing expõe a contradição entre o grande futuro prometido ao jovem que entra na universidade e o que ele realmente encontra no mercado de trabalho. “Eles perceberam que, na verdade, (a entrada no ensino superior) foi uma aposta na loteria”.

Ter idade mais avançada torna a situação ainda mais difícil, na visão do professor da USP. Mesmo qualificada, a pessoa mais velha que fica desempregada por um tempo não consegue voltar ao trabalho exercendo as mesmas funções de antes, com os antigos benefícios. “Você só volta para o mercado como consultor, que tem um contrato ali outro aqui”, explica Braga.

Mesmo que Standing entenda as novas exigências de flexibilidade como não tão justas, se elas significam que “milhões de pessoas devem aceitar uma vida contínua de insegurança social e econômica”, o britânico consegue enxergar uma compatibilidade entre o que o precariado e os empregadores querem. “Se formos sensatos, como a maioria das pessoas na parte educada do precariado entende, não queremos uma vida inteira com um único emprego”, diz o britânico, que define a maioria dos trabalhos como chata, estressante ou limitada. “Isso não vai mudar para a maioria dos trabalhadores. Precisamos ser honestos sobre isso”, pondera, acrescentando que o desafio é garantir que mais pessoas tenham segurança básica de renda. “Então todos podem suportar um emprego instável”.

Por enquanto, Standing guarda críticas mais duras sobre as respostas que a instabilidade do precariado recebe. “Para o antigo proletariado, o principal antagonista era o empregador, o capital e o ‘chefe’. Para o precariado, o principal inimigo é o estado”. Segundo o economista britânico, isto acontece porque a instituição estatal dá forma a políticas sociais que forçam o precariado a se comportar de certas maneiras, bloqueando determinadas atividades. “É o governo que aplica as ‘condicionalidades’ nos benefícios, ou dá prioridade para certos subsídios para os ricos ou para as corporações, e não para o precariado”.

Diante do desaparecimento gradual dos trabalhos clássicos, Barros declara que a estrutura social em torno do emprego está “perdendo importância relativa, de forma inequívoca”. Para ele, o fato de o trabalhador ficar responsável por uma atividade específica do sistema produtivo está deixando de ser uma realidade, e níveis hierárquicos cairão ainda mais.

Apesar dessas mudanças nas narrativas trabalhistas, há pesquisadores que acreditam que o trabalho deve permanecer no centro da vida social. Para Ruy Braga, mesmo que na perspectiva da economia informal o trabalho assalariado possa perder o foco, a narrativa se mantém porque “ainda assim as pessoas continuam trabalhando, pode ser trabalhando em casa, pode ser trabalhando na informalidade, no pequeno negócio”. (Leia aqui entrevista completa com o sociólogo)

Outro tópico que divide os pesquisadores é sobre se o precariado realmente constitui uma nova classe social. Diferente do que acredita Standing, que vê o precariado como uma classe em formação, Braga defende que, na realidade, eles são parte da classe trabalhadora e vêm crescendo.

Enquanto na Europa o regime de produção em massa predominava, com acesso amplo aos regimes de bem-estar, direitos trabalhistas e aposentadoria, os trabalhadores brasileiros viviam uma realidade diferente, aponta Ruy Braga. “O que na Europa, por conta da institucionalização de direitos, de garantias, conquistas, lutas sociais, era regra, ou foi grande durante muito tempo e se enfraqueceu, no caso brasileiro sempre foi a exceção”.

Ainda segundo o sociólogo, na realidade do país o que marca o surgimento desse novo tipo de trabalhador precário é a transição de uma economia industrializada para um modelo econômico apoiado no setor de serviços. Nesse novo contexto, as características dos trabalhadores são diferentes das encontradas na economia industrial. “É um tipo de emprego com características muito diferentes, mais feminizadas, subalternas, com uma flagrante dificuldade de organização sindical”.

Como responder ao precariado?

As mudanças nas relações trabalhistas que levam ao surgimento de um trabalhador precarizado demandam adaptações por parte das instituições, afirmam os estudiosos. Elas podem ser de iniciativa do governo, através de políticas públicas, e também das empresas, que podem influenciar na reorganização do mercado de trabalho.

Mas as respostas e soluções para essa realidade não são consenso entre estes pesquisadores. Guy Standing defende a renda universal básica como uma reação viável a precarização do trabalho. “A renda básica poderia dar para aqueles se cansaram ou demandam empregos a oportunidade de flexibilizar em seus próprios termos ou de aproveitar um descanso”.

Ruy Braga apresenta ressalvas quanto à eficácia da política de renda básica. Ele acredita que um aumento em gastos sociais desse tipo pode, na realidade brasileira, diminuir investimentos em políticas públicas relacionadas à saúde, habitação, transporte e educação. A renda básica só seria uma solução, na visão do sociólogo, se a política estiver acompanhada pela redução da conta da taxa de juros. “Você vai colocar mais renda na base da pirâmide e eliminar aquilo que é a regra hoje em dia. A taxa de juros do governo é uma maneira de você tirar dinheiro do pobre e dar para o rico”.

Para Octavio de Barros, entre as instituições sociais que precisam de uma atualização está a organização sindical dos trabalhadores. “Os próprios sindicatos, em países como a Alemanha, já se deram conta de que precisam se envolver mais nessas transformações que eliminam as fronteiras entre indústria e serviços.”

A crítica sobre o modelo de sindicato também é ecoada por Braga. Segundo o sociólogo, eles são muitas vezes hostis ao trabalhador e não tem capacidade de representar o empregado precarizado. “A forma sindical não tem condições de negociar com as empresas em nome deles, ou os que negociam são sindicatos muito frágeis, por exemplo terceirizados.”

Na visão de Braga, as reformas que estão em tramitação no Congresso Nacional brasileiro formam uma agenda oposta às proteções ideais ao precariado. “Você tem que apostar em uma previdência social mais inclusiva, tem de cortar a taxa de juros, baratear a dívida pública, apostar na proteção do trabalhador porque isso diminui a desigualdade e consequentemente gera emprego”, lista o pesquisador, que também defende uma redução da jornada de trabalho, para obrigar empresas a contratarem mais gente.

Fonte: ESTADÃO

Ruy Braga – O que é o precariado…

 

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Marketing de Rede chega as Universidades

2019 promete. Será o ano da entrada do Network Marketing em Universidades brasileiras.

Várias Universidades estão programando o curso de Network Marketing que ajudará tanto empreendedores a atuarem de forma profissional, quando formará executivos em gestão.

Estudantes poderão se dedicar por dois anos, com aulas diárias, presenciais, ao aprendizado do Marketing de Rede.

Várias Universidades estão programando o curso que ajudará tanto empreendedores a atuarem de forma profissional, quando formará executivos em gestão.

Essa qualificação do empreendedor, aliada a capacitação de executivos fará muito diferença na indústria de Marketing Multinível brasileira.

O mercado que não para de crescer e que tem atraído grandes players para o segmento, remunera bem, promove o empreendedorismo qualificado e a transformação pessoal, cultural e financeira das pessoas.

A partir daí, os cursos de Pós Graduação e MBA, serão ainda melhores, com cadeiras e técnicas que irão revolucionar o mercado.

A Uniara (Universidade de Araraquara, acabou de lançar um curso de formação em Marketing de Rede, através do ensino a distância.

Com custo acessível e liberdade de horário para se fazer as aulas, conciliando com as atribuições do dia a dia da rede, já é possível, se profissionalizar, se formar e ter diploma universitário.

Com certeza, o diploma da liberdade financeira, vai chegar em seguir, para aqueles que estão investindo em si mesmos.

Tim Sales Entrevista Dr Charles King da Harvard…

 

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

Feliz Natal e um Próspero 2019

Nós da equipe Missão Empreendedora desejamos a todos nossos seguidores, clientes, e parceiros de negócios um Feliz Natal e um 2019 repleto de realizações e que 2019 seja o ano da renovação que nosso País precisa para que haja possibilidade de novos empreendedores surgirem e faça a diferença no futuro de todos os brasileiros.  2018 foi  um ano de muito trabalho e incertezas, mas acreditamos que Deus está no controle de nossas vidas e sabe a hora que cada um de nós teremos o que merecemos.

Sucesso a todos !!!

 

MANUELDOLIVEIRAFILHO

As duas principais causas do medo do sucesso, por Randy Gage

Então, por que você não alcança níveis mais altos de sucesso? Muitas pessoas pensam que é porque têm medo do fracasso. Mas com muito mais frequência, é o medo do sucesso. Isto vem em duas formas …

1) Programação negativa sobre o sucesso

Às vezes, esse medo é porque eles são programados com crenças limitantes. (Dinheiro é ruim, pessoas ricas são ruins, nobre é pobre, etc.)

Em casos como este, inconscientemente auto-sabotando o seu sucesso, para que possam continuar a acreditar que porque eles são mansos, pobres ou vítimas, são boas pessoas. Então, eles vivem suas vidas de uma maneira que garante que eles nunca tenham sucesso.

2) Problemas de dignidade

A outra causa freqüente também está enraizada no medo do sucesso. O que é enganoso, porque essa não é a causa real. Eles têm medo do sucesso. Mas a razão pela qual eles têm medo do sucesso é porque eles não acreditam que são dignos desse sucesso.

Em algum momento, eles compraram uma história. Muitas vezes é porque um pai, professor, treinador ou outra presença influente em suas vidas os abusa ou degrada em uma idade jovem: alguém lhes disse que eles não tinham talento.

Seu pai manteve o amor e sempre fez exigências irrealistas. Então, em algum momento, eles começaram a acreditar na história. Agora eles são indivíduos feridos que passam pela vida acreditando que não merecem saúde, felicidade ou prosperidade.

Toda vez que eles tentam o sucesso, eles aparecem para uma promoção, ou as coisas na vida começam a dar certo, elas se sentem culpadas. Honestamente, eles não acreditam que merecem o bem que está acontecendo.

E ficam ansiosos, temendo que alguém descubra que são impostores. E assim como no primeiro modo, eles provavelmente não têm idéia de que estão inconscientemente sabotando a si mesmos.

Randy Paul Gage é um autor americano e palestrante motivacional que escreve livros de auto-ajuda e palestras sobre os temas de sucesso e prosperidade.

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MANUELDOLIVEIRAFILHO

22 motivos para investir no Marketing Multinível

Primeiro, o marketing de rede é um modelo de distribuição. É simplesmente um método para distribuir bens e serviços de um fabricante diretamente para o consumidor. O marketing de rede simplesmente ignora a loja, os intermediários, outros intermediários e mais intermediários, e permite que os consumidores façam a compra diretamente do fabricante, seja como um cliente de varejo ou como um comprador de atacado (distribuidor).

A pessoa pode se tornar um “distribuidor” para uma empresa de marketing de rede. Isso permite que você promova a oportunidade para outras pessoas, obtenha um desconto em suas próprias compras e comercialize os produtos para obter renda residual.

O melhor de tudo é que a empresa é aquela que atende os clientes. Os distribuidores simplesmente indicam as pessoas para comprar diretamente com a empresa. A empresa gerencia o atendimento ao cliente, coleta o pagamento, envia o produto e processa os retornos.

O negócio é construído através da propaganda boca a boca e os distribuidores recebem pagamentos em múltiplos níveis de referências e em suas próprias distribuições pessoais.

De muitas maneiras, sendo um empreendedor de rede é semelhante a ser um corretor de seguros ou agente imobiliário. Estes “corredores” com casas vendidas ou seguro, e ganhar uma comissão por fazê-lo, e eles também podem recrutar outros agentes e obter anulações em suas entregas. Eu penso nisso como uma situação ganha-ganha.

Pessoalmente, penso que esta é a melhor indústria da história do mundo. Dito isso, nem todo mundo sente o mesmo. Enquanto algumas pessoas são apaixonadas por nossos negócios, outras são igualmente fanáticas em odiar nosso setor. Nós somos definitivamente um setor “mal compreendido”.

O marketing de rede não é ensinado em casa ou na universidade. A maioria das pessoas não tem idéia do que realmente é o marketing multinível. Além disso, muitas pessoas têm uma noção preconcebida sobre “o que pensam” que é, mesmo que elas próprias não o tenham explorado em profundidade.

Um de meus mentores mais confiáveis ​​me disse uma vez que 100% da população que NÃO está envolvida em nossa indústria não a entende e, portanto, não estaria interessada em participar, e 95% das pessoas neste campo não a entendem porque caso contrário, eles estariam construindo mais. Isso é certo!

É exatamente assim que me sinto. Nos parágrafos abaixo, vou compartilhar 22 razões pelas quais você deve considerar aderir ao marketing de rede, independentemente de sua profissão ou situação atual.

CONHEÇA AS 22 RAZÕES PARA INVESTIR SEU TEMPO E DINHEIRO NO MULTINÍVEL

# 1 Custo baixo para começar

O marketing de rede tem uma barreira de entrada MUITO PEQUENA. Com a maioria das empresas de marketing multinível, você pode começar investindo muito pouco.

A meu ver, isso é uma bênção e uma maldição , porque qualquer um pode se envolver e atrair muitas pessoas não qualificadas. Eu também descobri que a maioria das pessoas não vai levar o seu negócio a sério, porque eles não têm muito dinheiro investido nele!

Compare isso com o proprietário de uma empresa tradicional que geralmente investe U$ 50.000 ou mais apenas para abrir uma loja, e você entenderá o que estou falando.

No entanto, para alguém que quer possuir um negócio, mas não tem muito dinheiro para começar um negócio tradicional, o marketing de rede é uma excelente opção.

Quantas outras empresas você pode pensar em começar com menos de U$ 100 e ter uma cobrança mensal inferior a U$ 100?

“Se você pretende administrar um pequeno negócio, precisa saber o que todo mundo está fazendo, ser o primeiro a entrar e o último a sair e também trabalhar nos finais de semana.”  Glen Mazzara

# 2 Não tem limite de territórios

Com muitas empresas, você tem um território designado. Se você possui uma loja de varejo ou uma empresa local, estará mais ou menos impedido de distribuí-la para as pessoas em sua localização geográfica (a menos que tenha uma presença online).

Pense em uma estação de serviço local por um momento. Se a estação de serviço estiver localizada em Tampa, na Flórida, nunca distribuirá gás em Augusta, Maine. Isso simplesmente não vai acontecer. Só distribuirá gás para as pessoas na vizinhança local.

Com o marketing de rede, você pode fazer negócios com qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo. Atualmente tenho membros da equipe em aproximadamente 40 estados diferentes e em cerca de 20 países. Eu posso recrutar distribuidores de QUALQUER lugar onde nossa empresa faz negócios.

Você também pode! O melhor de tudo, você não precisa nem visitar esses estados ou países para registrar pessoas. Você pode fazer isso online se quiser.

# 3 Treinadores de graça

A maioria dos empresários não quer treinar seus funcionários em tudo o que sabem, porque eles acreditam que a pessoa pode se tornar sua competição um dia!

No marketing de rede, você ganha um mentor gratuito. Além da pessoa que o apresentou ao negócio, você também pode procurar alguém na sua “equipe de sucesso upline” para ajudá-lo.

Essa pessoa está ganhando muito dinheiro no negócio, tem muita experiência e está mais do que disposta a lhe mostrar tudo o que sabe, sem cobrar um centavo. Quão incrível é isso?

Como isso pode acontecer? A beleza da nossa indústria é que só podemos ter sucesso ajudando os outros a chegar ao topo. Quando seu mentor ajuda você a ganhar mais dinheiro, seu cheque também aumenta.

# 4 Você tem apenas pequenas despesas mensais

Mencionei isso na seção de início de baixo custo, mas preciso expandir essa ideia.

Com o marketing de rede, sua sobrecarga mensal é muito barata; Normalmente, apenas U$ 50 a U$ 100. Para se qualificar para comissões, você concorda em comprar uma quantia fixa de produtos em dólares a cada mês.

Enquanto o distribuidor médio pode se queixar de ter que comprar produtos todos os meses, qualquer pessoa com experiência em negócios entende o quão poderosa é a baixa carga mensal.

Você não precisa de um prédio. Você não precisa de funcionários. Você não precisa de seguro. Você não deve ter um inventário. Você não tem contas de serviços públicos.

Sua única despesa real é sua compra pessoal, que na maioria dos casos você pode consumir. Por exemplo, na minha empresa, devo comprar entre U$ 50 e U$ 75 por mês em produtos para ser elegível para comissões.

# 5 Você trabalha em qualquer lugar do mundo

O proprietário médio de uma pequena empresa é escravo do seu negócio. Eles devem chegar à sua localização física todos os dias em um determinado horário e sair em um horário específico. Eles têm “set” de horário de expediente. Se sua “loja” estiver fechada, sua empresa não produzirá.

Não é assim com marketing de rede, onde você poderia trabalhar na praia. Você pode continuar produzindo dinheiro mesmo se estiver de férias. Mesmo da sua casa, no conforto do seu sofá e com o seu pijama, você continua a desenvolver o seu trabalho. Você pode fazer o seu trabalho na cafeteria local.

Enquanto você tem seu celular, laptop e conexão com a Internet, você está pronto! Este é o melhor negócio de estilo de vida.

# 6 Sem taxas

A maioria das empresas tem cotas. Mesmo que eles não tenham um pagamento de participação tradicional, um grande número de empresas precisa fazer X quantidades de pedidos apenas para compensar e manter o negócio.

Com o marketing de rede, devido aos baixos custos iniciais e contínuos, você não precisa cancelar as taxas. Você pode trabalhar o seu negócio tanto quanto você quiser e permanecer na indústria.

Mesmo que o seu negócio não gere muita renda em um mês, você não tem dinheiro porque simplesmente consumiu sua compra pessoal (algo que você iria adquirir de qualquer maneira).

# 7 Você tem renda residual

A maioria das pessoas ganha uma renda linear. Eles trabalham 40 horas no trabalho e são pagos por 40 horas de trabalho. Eles fazem isso novamente toda semana e continuam cobrando.

No entanto, se eles pararem de trabalhar ou perderem a capacidade de trabalhar, eles deixarão de receber um pagamento. Pode não parecer um grande problema até você ser demitido ou ficar doente, então é um grande problema.

Todo mundo precisa de uma renda residual. Essa renda de U$ 500 a U $ 5000 por mês seria uma mudança de vida para 98% da população.

Renda residual é o dinheiro que vem mês após mês para algo que você fez apenas uma vez. Exemplos de renda residual incluem pensões militares e do governo, cheques da previdência social, royalties de livros, prêmios de seguro, etc.

O marketing de rede permite que você crie uma renda residual sem ter que investir uma tonelada de dinheiro ou contratar pessoas.

# 8 Você obtém renda com alavancagem

Todo mundo precisa de uma renda alavancada. Aproveitando, o rendimento RESIDUAL deve ser o seu objetivo final.

Muitas pessoas começam um negócio tradicional para alavancagem. Eles sabem que, se contratarem um grupo de funcionários, poderão obter um pequeno lucro com os esforços de cada um deles. As grandes empresas têm muita alavancagem porque têm muitos funcionários.

O marketing de rede oferece alavancagem sem a necessidade de funcionários ou grandes quantidades de capital. Você pode formar uma equipe de 100, 500 ou 5 mil pessoas e ganhar uma pequena comissão pelos esforços de cada um deles.

Não posso falar por você, mas prefiro ganhar um desconto de 1% nos esforços de cem pessoas, em vez de ser pago pelos meus próprios esforços.

“Os ricos compram ativos. Os pobres só têm despesas. A classe média compra passivos que eles acreditam estarem ativos. Os pobres e a classe média trabalham para pagar. Os ricos têm dinheiro para eles “.  Robert Kiyosaki

# 9 Você terá liberdade de tempo e dinheiro

Não seria bom realmente possuir sua vida? Você acha que é bom ter tempo, dinheiro e saúde para fazer o que você quer, quando você quer fazer isso?

As pessoas comuns ganham muito pouco tempo de qualidade todos os dias. Quando suas responsabilidades de trabalho, compromissos familiares e obrigações fora de casa são levados em conta, eu aposto que o trabalhador comum recebe menos de uma hora por dia para si mesmo.

Marketing de rede dá-lhe a oportunidade de criar um fluxo de renda residual sólido, para que você possa ter mais tempo, dinheiro e melhor saúde. O marketing multinível oferece opções. Dá-lhe a capacidade de realmente possuir sua própria vida , algo que todos deveriam experimentar.

# 10 Você alcançará crescimento pessoal

Uma das melhores coisas sobre marketing de rede é o crescimento pessoal. Algumas pessoas dizem que o marketing online é um negócio de desenvolvimento pessoal com um plano de remuneração em anexo. Eu concordo com eles.

Este é o único setor em que estou envolvido, no qual você é encorajado a crescer como pessoa. Você é um mentor. Eles ensinam você a ler livros. Eles incentivam você a participar de eventos. Você é treinado para passar tempo com pessoas que elevam e encorajam você. Eles preparam você para estabelecer metas!

A pessoa que você se torna sua jornada para o sucesso é a recompensa mais doce.

# 11 Reconhecimento 

Bebês choram por isso. Homens adultos morrem por isso. RECONHECIMENTO A pessoa média recebe muito pouco reconhecimento em casa ou de seu empregador.

Neste negócio, as pessoas são reconhecidas o tempo todo, mesmo para as menores coisas. Há concursos, prêmios, presentes em dinheiro, viagens, carros, placas de carros, produtos gratuitos e centenas de outros presentes. Esta é uma das minhas coisas favoritas na indústria.

Como líder da minha equipe, é o que mais gosto: reconhecer os outros.

# 12 Vantagens fiscais

Os impostos são retidos na fonte e você não precisa quebrar a cabeça e nem ficar cuidando de sua contabilidade. Quando Estiver ganhando muito bem, basta um contador fazer sua decaração de renda e eventualmente ter dar aconselhamentos.

# 13 Faça sua própria agenda

Depois de passar mais de 15 anos no Exército, percebi que não era uma pessoa matutina. Eu trabalho melhor das 16h às 14h.

Com o marketing de rede, você pode definir seu próprio horário comercial. Você ainda precisa trabalhar se quiser que sua empresa cresça, mas seus horários são muito flexíveis.

Você pode trabalhar uma hora aqui, 30 minutos lá, etc. Contanto que você gaste tempo todos os dias e trabalhe de maneira inteligente, você pode desenvolver um negócio de marketing de rede bem-sucedido.

# 14 Você não precisa de funcionários

Eu fui empregado e tive funcionários. Embora os trabalhadores se queixem do seu empregador, posso dizer-lhe pessoalmente que ter ajudantes é um pesadelo.

Com o marketing de rede, você precisa de funcionários ZERO. Você é um contratante independente da empresa de marketing on-line. Todos da sua equipe também são empreendedores independentes.

Isso significa que você não tem folha de pagamento. Você não tem funcionários. Não há problemas para os trabalhadores. Como sobre esse benefício?

# 15 Não há faturamento ou contas a receber

Se você já possuiu uma empresa tradicional ou possui um histórico contábil, provavelmente conhece contas a receber.

A maioria das empresas espera que seus clientes paguem a tempo todo mês, para que possam permanecer no negócio. Infelizmente, nem todos cancelam na data indicada ou pagam de todo.

Com marketing de rede, não há faturamento ou contas a receber. Tudo está no comando da empresa-mãe do marketing multinível. Nós simplesmente recomendamos que as pessoas comprem com eles e a empresa cuida do resto.

“Não é o empregador quem paga o salário. Os chefes só lidam com o dinheiro. É o cliente que cancela a folha de pagamento “. ~ Henry Ford

# 16 Sem discriminação 

Se você é uma minoria ou uma mulher, é muito provável que você enfrente discriminação no local de trabalho.

Não é assim no marketing de rede. O que você faz com a oportunidade é totalmente com você. Não importa se você é jovem, velho, gordo, magro, bonito, feio, branco, negro, religioso, não religioso, inteligente ou bobo.

Não importa onde você foi para a faculdade, qual é a sua linhagem ou onde você cresceu. Você não tem que jogar política no escritório, beijar até o limite ou se preocupar com quem gosta de você.

Este é um verdadeiro campo de jogo “igual”. A única coisa que importa é VOCÊ.

# 17 Você não terá congestionamentos

Dependendo de onde você mora, eu aposto que há uma grande probabilidade de você gastar muito tempo entrando no trânsito todas as manhãs e todas as noites, indo e voltando do trabalho. A maioria das pessoas faz isso. Algumas pessoas adoram se locomover e passam horas presas no trânsito. Eu pessoalmente odiei isso.

O marketing de rede pode ser realmente um negócio baseado em casa. Eu dirijo muito pouco a cada mês e passo meus dias trabalhando em casa, com minha esposa e filhos ao meu lado. Minha viagem é de cerca de 30 passos do meu quarto para o escritório. Isso com certeza é melhor do que ficar preso no trânsito.

# 18 Condensando sua carreira

No mundo de hoje, a pessoa média estará no mercado de trabalho por cerca de 50 anos, se não mais. Isso é muito tempo.

Com o marketing de rede, você pode realmente condensar sua carreira. Embora não haja garantia de sucesso, é possível.

Em apenas alguns anos, você tem o potencial de construir um ativo que continua a pagar pelas próximas décadas. O seu trabalho lhe oferece isso? O seu negócio tradicional lhe dá esse benefício? Você trabalha duro por alguns anos e depois diminui a velocidade ou pára, mas ainda está cobrando? Eu realmente duvido disso.

# 19 Você terá um trabalho satisfatório

Todos devem ter um emprego ou uma carreira de que gostem. A vida é muito curta para fazer algo que você não gosta.

O marketing de rede é muito gratificante. O que eu mais gosto nessa indústria é ver outras pessoas deixando sua própria zona de conforto e fazendo coisas que normalmente nunca fariam.

Eu gosto de ajudar os outros a melhorar sua saúde, qualidade de vida e situação financeira. Adoro ver as pessoas crescerem, desenvolvendo suas habilidades e aprendendo coisas novas.

# 20 Você escolhe com quem trabalha

Você já teve um chefe ou colega de trabalho que realmente incomodou você? A maioria de nós fez se tivéssemos.

Com o marketing de rede, podemos escolher com quem trabalhamos. Se você não gosta de alguém, não o recrute! Se um cliente constantemente incomodar você, atire-o e encontre um novo consumidor. Você pode construir sua própria equipe de sucesso e trabalhar com quem quiser!

# 21 Ajuda as pessoas

Eu não sei sobre você, mas para mim, o propósito da vida é servir as pessoas. Neste setor, quanto mais pessoas você ajudar a ter sucesso, mais rápido você chegará ao topo nos negócios.

Se você é um líder de serviços e gosta de ajudar os outros, não consigo pensar em um modelo de negócios melhor para participar. Você pode aconselhar e treinar pessoas, vê-las crescer e ajudá-las a melhorar sua qualidade de vida ao mesmo tempo.

# 22 Construa um legado financeiro para sua família

Não seria ótimo construir algo que continuaria a pagar a sua família, mesmo depois da sua morte? Na maioria das empresas de marketing de rede, você pode “construir” o seu negócio para um ente querido.

Há muitas pessoas em nossa indústria que morreram, mas deixaram um fluxo constante de renda residual para seus entes queridos. Para mim, esse é um dos melhores presentes que você pode dar à sua família.

Pensamentos finais

Estas são as 22 razões pelas quais você deve se juntar a uma empresa de marketing de rede. Espero que você pense seriamente sobre sua decisão e, ao menos, dê ao setor uma aparência educada. Eu acho que você vai amar o que encontrar.

Fonte: REVISTA SUCESSO

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10 razões pelas quais o Multinível é tão popular entre os Mormons

Lipsense, doTERRA, Nu Skin, Youg Living, Nature’s Sunshine, Tahitian Noni / Morinda, Melaleuca, Neways, Thrive, Xango, Zija, Younique, Jamberry e Unicity.

Se esses nomes são familiares, é provável que você viva em Utah, o estado número 01 para a criação de empresas multiníveis, que geram U$ 8,5 bilhões em receita anual. Muitas pessoas em Utah fazem parte de qualquer uma das empresas mencionadas acima.

Utah é a sede de mais de 400 empresas de marketing multinível, a ponto de constituir a segunda maior indústria do estado, logo atrás do turismo.

E Utah não é apenas famoso por ser o mundo ‘capital’ dos negócios de marketing de rede , mas também pelos mórmons, o grupo religioso fundador da capital do estado (Salt Lake City) e cujos equipamentos missionários podemos ver, de tempos em tempos, através de nossas ruas.

As particularidades da cultura mórmon tiveram uma influência marcante no crescimento das indústrias de marketing de rede. Pode não ser coincidência que o Mormon estado por excelência é um dos principais centros mundiais de MMN: a predominância social da assim chamada Igreja dos Últimos Dias imprime um carácter especial em dinâmica social e cultura de Utah negócios, o que torna este estado um terreno fértil para o florescimento desta indústria particular.

Mas também é preciso ter em mente que a cultura mórmon cria esses tipos de empresas por vários motivos. Aqui estão dez:

1. Confiança Mórmons tendem a confiar, especialmente outros mórmons. A igreja promove a confiança e as conexões pessoais e profissionais entre os seus paroquianos, o que favorece os modelos de negócios baseados no intercâmbio social. A “rede social” Mórmon permite que você mobilize efetivamente seus contatos ao organizar as partes para apresentar novas marcas e produtos, e porque eles querem o melhor para outras pessoas, eles não estão tentando enganar por dinheiro.

2. Dinheiro como uma bênção. Os mórmons podem não saber o que a frase “evangelho da prosperidade” significa, mas muitos acreditam no princípio de que se alguém tem dinheiro, ele deve ser abençoado por Deus.

3. Um número anormalmente alto de SAHMS. Os Mórmons encorajam as mulheres a ficarem em casa, mas atualmente a economia deixa muitas famílias lutando por qualquer renda adicional. Isso também significa que as mães mórmons que ficam em casa usam seu tempo para tentar ganhar dinheiro para contribuir financeiramente para a casa e ajudar seus maridos, então elas se voltam para as empresas de marketing de rede como uma maneira ‘prática’ e “aceitável” para fazê-lo, diz Alyx Garner, consultor da Lipsense.

4. Mobilização fácil Mórmons têm uma rede integrada, completa com números de telefone, endereços físicos e e-mails. Você não pode pensar duas vezes antes de usar esta informação para enviar convites para suas festas para apresentar um novo produto / marca que também é um negócio de MLM.

5. Experiência porta a porta Os ex-missionários mórmons estão acostumados a técnicas de marketing de porta em porta, e não experimentam o medo da rejeição. Além disso, muitos deles realizam seu trabalho no exterior, onde aprendem idiomas de todo o mundo e estabelecem novos contatos.

6. O toque pessoal Mórmons estão acostumados a ouvir testemunhos e conectá-los à verdade “mais profunda”. Alguns podem argumentar que isso significa que eles são particularmente vulneráveis ​​à evidência anedótica.

7. Grandes reivindicações Os Mórmons frequentemente ouvem pessoas zombarem de idéias religiosas, seu fundador e as Escrituras. Porque eles se acostumaram com isso, eles podem ser mais propensos a rejeitar críticas.

8. Estrutura de cima para baixo. Mórmons são confortáveis com uma instituição hierárquica, onde as pessoas no topo sabem mais do que pessoas na base, então eles estão acostumados com a estratégia que associa são pagos não só pela distribuição que eles geram, mas também pelas ordens causadas pelas pessoas que fazem parte de sua estrutura organizacional ou rede.

9. Credulidade Os Mórmons têm uma tendência a acreditar que são “escolhidos” ou “especiais”, e podem ser mais facilmente levados a acreditar que Deus lhes deu uma chance ao invés de descartar coisas que são “boas demais para serem verdadeiras”.

10. Perguntas difíceis As reuniões da igreja mórmon não levam seus membros a fazer perguntas difíceis, então eles têm que trabalhar ainda mais para encontrar as respostas que as pessoas precisam, o que, de acordo com proeminentes profissionais de marketing, pode ser um fator importante na força deste rede de negócios.

Estas são algumas das razões pelas quais a cultura mórmon tem contribuído tanto para o surgimento desses tipos de empresas em Utah.

Para Ann Dalton, diretora executiva da Perfectly Posh, cuja sede está localizada em Salt Lake City, capital de Utah, as conexões fomentadas nas comunidades mórmons criam uma sementeira para empresas com um modelo de compartilhamento social. “Você tem muitos missionários que falam todas as línguas do planeta, e de repente você tem uma força de marketing muito bem conectada”, disse Dalton.

Kirk Jowers, vice-presidente de relações corporativas e mercados europeus da doTERRA, concorda com Dalton e acrescentou que seria muito difícil para sua empresa experimentar o sucesso que teve em qualquer outro estado. Esta empresa tem mais de 50.000 consultores doTERRA, apenas em Utah.

Também é importante lembrar que a vida religiosa do estado de Utah foi enraizada há gerações e com base na igreja Mórmon, para que haja uma grande cultura de unidade e camaradagem entre os seus habitantes como muitos executivos têm trabalhado uns com os outros em diferentes empresas e teceram uma espécie de rede de apoio mútuo para o caminho do sucesso.

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A automação dos processos de produção,diminui a necessidade de mão de obra humana

Como consequência da mecanização, o contingente de trabalhadores desempregados foi aumentando, os postos de trabalho foram mudando e para esses novos postos, a mão de obra convencional não é considerada mais qualificada. Como a maioria desses trabalhadores pertence às classes sociais mais vulneráveis e proveem uma importante parte do sustento de suas famílias, temos aqui um grande impacto na realidade social. Observe como os reflexos da inovação tecnológica refletem na realidade político-econômica, ao considerarmos a questão social do desemprego. Vemos também que o processo de globalização, tanto da produção quanto da comercialização, também influencia diretamente a questão social em uma cadeia.

As maiores empregadoras são as grandes indústrias multinacionais que possuem tecnologia mais avançada e competitividade, porém estão reduzindo seus quadros de funcionários, justamente por adquirirem tecnologia mais autônoma. Por outro lado, essas multinacionais tornam a concorrência insustentável para indústrias pequenas e de médio porte, que ao fecharem as portas, dispensam milhares de funcionários, contribuindo para o aumento de trabalhadores desempregados.

As multinacionais, em geral, buscam estabelecer seus pátios de produção em países onde a mão de obra é mais barata e o escoamento por meio de portos é mais fácil. No entanto, a riqueza gerada pela produção é, muitas vezes, direcionada para suas sedes localizadas nos países desenvolvidos. Dessa forma, a globalização da produção em muitos casos não contribui para o desenvolvimento político-econômico dos países subdesenvolvidos nos quais as multinacionais se instalam.

Na realidade, esse cenário de competitividade entre as empresas e o excesso de mão de obra ociosa, acaba por criar subempregos, ou seja, situações nas quais o trabalhador aceita receber pouco, ou trabalha apenas algumas horas por dia ou semana, ou ainda trabalha sem direitos garantidos. É preciso entender que dentro do processo produtivo, da matéria-prima até o produto final, o que gera riqueza é a manufatura do produto, sua construção enquanto bem de consumo. Sendo assim, os empregos gerados nos demais setores da cadeia econômica, tais como de serviços e vendas, por exemplo, são dependentes desse elo inicial da cadeia.

Todo o arranjo político-econômico tem o Estado, suas agências reguladoras e de assistência social como fontes de regulação que atuam desde as leis sobre produção, importação, exportação e comercialização, até o que os trabalhadores, empregados ou não, recebem do poder público.

O futuro são das máquinas e como fica o trabalhador? Será que existe uma opção para que possamos equilibrar o mercado de trabalho e gerar renda?

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Como aumentar a renda em época de crise?

Como fazer para aumentar sua renda em épocas de crise?

Não vou aqui dar uma fórmula milagrosa para ganhar dinheiro, entenda que o dinheiro é fruto de trabalho e não existe milagre econômico. Tenho a resposta para essa pergunta mas já aviso, se você está procurando ganhar dinheiro fácil sem precisar trabalhar então sugiro que não continue ler esse artigo.

Muito me indigno com pessoas caiando em furadas por causa de ganhar dinheiro fácil ou ofertas de negócios que onde ganhos aparecem sem trabalho ou esforço. Fico me perguntando como pessoas caem nessa pegadinha. Dinheiro você não ganha, você conquista!

Sou consultor de Marketing Multinível e trabalho no ramo já alguns anos e vejo muitos “picaretas” oferecendo negócios fora de padrão iludindo pessoas. De fato, temos dezenas de empresas no Brasil trabalhando no segmento de Multinível e realmente fica difícil do consumidor saber qual empresa confiar. Até ai não há problema, para saber sobre as empresas de vendas diretas credenciadas pelo Governo basta acessar o site da ABEVD e verificar se a mesma está cadastrada, se não tiver, cuidado, desconfie! Isso é um preceito básico para não cair em armadilhas. O conhecimento é a maior arma de defesa do consumidor, pesquise, se informe sobre o assunto ou as empresas que trabalham no segmento de Marketing Multinivel.

Minha missão é identificar pessoas que tenham perfil, que precisem e que queiram trabalhar nessa industria onde surge os maiores milionários do mundo.

Se está curioso para conhecer essa industria do Marketing Multinivel então acesse nosso canal de contato AQUI  e deixe seus dados que entraremos em contato. Enfim, existe de fato uma maneira de ganhar dinheiro na crise, a pergunta é, você está disposto a trabalhar para isso?

 

 

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Como a política interfere na vida das pessoas

Recentemente tivemos uma eleição que indicou uma das mais polarizadas dos últimos anos no Brasil. Onde ideologias foram dados como divisor de águas onde o País ficou dividido entre a “esquerda”e a “direita”. Notícias, fakes, turbulências e outros eventos ocorreram durante os meses que antecederam as eleições. Pessoas “pararam” para se dedicar sobre o momento político, brigas, discussões entre amigos e cônjuges selaram as eleições de 2018. Mas um fator que muitos nem percebem é que diante de todo esse quadro estressante entre as pessoas é que independente do político for eleito muito pouco provável que ele se importará com sua situação financeira, social ou profissional. Pois o representante eleito vai governar para todos e não individualmente. Você já ouviu falar que político ajudou fulano ou ciclano em alguma necessidade particular? Claro que não, não existe político que vai resolver o problema de alguém se não for da coletividade. Entenda, político não é autoridade, eles são nossos funcionários, nossos representantes. Se não fizerem um bom trabalho devem ser demitidos, como qualquer funcionário público.

Não bajule político, cobre serviço, pois eles são muito bem pagos para isso. Seja participativo na política mas não deixe a política determine sua vida. Nunca deixe suas metas e sonhos serem influenciados pela política. Seu futuro financeiro, profissional e social depende exclusivamente de você e de mais ninguém. Trabalhe, lute pelos seus ideais e não deixe a crise, a política, o governo interferir na sua vida. Existe um ditado muito sábio que diz o seguinte; “Maldito do homem que confia no homem” Siga exemplos, e não pessoas!

 

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